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Centenas viram e ouviram barulhos vindos de um OVNI em cidade do Reino Unido

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Tudo começou por volta de 21:00 em 24 março de 2015, os moradores da cidade de Cannock Chase no Reino Unido postaram diversas mensagens nas mídias sociais falando de avistamentos de OVNIs e relatos de ruídos altos.

O investigador paranormal local e autor, Lee Brickley, diz que centenas de testemunhas estavam envolvidas.

Brickley era uma destas testemunhas, e eu escrevi sobre como o evento aconteceu: “Antes de qualquer coisa e poder ser visto a olho nu, houve um ruído profundo e muito alto ao contrário do que você ‘ouviria de um antigo bombardeiro da WW2. Depois de cerca de três minutos, o objeto sumiu de vista. Parecia ser incrivelmente grande e surpreendentemente baixo no céu, com três luzes vermelhas que foram facilmente perceptível. O UFO viajava muito lentamente, e por isso muitas pessoas pensaram que poderia bater no chão. Felizmente, ele desapareceu de vista sem que nada demasiado catastrófico ocorresse. O som do motor (ou o que fosse) durou cerca de mais cinco minutos. ”

Brickley Lee, autor de UFOs Lobisomens & The Pig-Man. (Crédito: Birmingham Mail)

Brickley foi para a internet para relatar o caso e encontrou muitos outros moradores locais também falando que haviam visto e ouvido os ruídos do UFO, muitos pareciam abalados pelo evento.

Uma testemunha escreveu:

“Eu ouvi isso e pensei que poderia ter sido um avião caindo … .é Parecia uma coisa grande com 3 luzes,, assustou pra …… fora de mim.”

Outra postou:

“Em minha casa foi estrondoso … e eu ainda estou tremendo,  era lento e enorme.”

Outra testemunha escreveu: “Não era um avião de caça. Era muito grande. Três luzes vermelhas, um de uma traseira em cada asa. Normalmente aviões comerciais possuem luzes piscando, mas este tinha apenas três luzes vermelhas. Poderia ter sido um grande avião militar Especialmente com tal trajetória de voo incomum. “

Mapa mostrando a localização de Cannock Chase em relação ao Birmingham. (Crédito: Google Maps)

 

Birmingham Mail, um jornal local, também escreveu sobre os avistamentos. Eles entrevistaram o jornalista do Sunday Mercury Hannah Hiles, que também ouviu o barulho alto.
“Ele nunca foi tão alto e continuou por um bom tempo”, disse ela. “Foi muito mais do que um som de jato militar prolongado. Foi muito curioso. ”
O Birmingham Airport Brickley foi consultado sobre alguma aeronave com problemas, mas eles disseram que não tinha tais relatórios.

No seu blog sobre o avistamento, Brickley notou que havia um porta-aviões norte-americano ao largo da costa de Portsmouth, que é cerca de 175 milhas ao sul de Cannock Chase. Talvez eles estavam testando um novo avião secreta.

F-15 da RAF Lackenheath. (Crédito: James L. Harper Jr. SRA / USAF)

Birmingham Mail contactou o British UFO Research Association para descobrir se eles tinham alguma ideia sobre o que o povo de Cannock Chase possam ter testemunhado. Uma porta-voz disse-lhes:

“Tenho certeza de que é algo que pode ser explicado. Se vai ser explicado é outra questão. “

Eles especularam que as testemunhas possam ter visto um drone, ou de uma aeronave experimental.
No entanto, verificando-se em alguns dos relatórios postados on-line há uma abundância de testemunhas que não tem certeza que o que foi visto eram três aviões de caça. Vários moradores Connock disseram que já os viram muitas vezes.

Uma das teorias levantadas foi de que realmente tratavam-se de aviões de caça escoltando um suposto avião-robô experimental que atualmente está sendo testado pelo Facebook.

Drone Facebook, que pesam menos do que um carro pequeno e tem a envergadura de um Boeing 767. O Facebook pretende usar cerca de 1.000 drones para conectar as pessoas à web

 

Caso Rendlesham, o Mistério permanece

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O caso da Floresta de Rendlesham é sem dúvida um dos mais significantes e melhores documentados encontros com OVNI. É também um incidente de muita credibilidade. O evento aconteceu durante 4 dias em Dezembro de 1980. A Floresta de Rendlesham é uma grande floresta de pinheiros, a Leste de Ipswich, em Suffolk, Inglaterra. Perto há 2 grandes bases aéreas da OTAN, as bases da RAF de Bentwaters e de Woodbridge, na época do ocorrido ambas as bases eram arrendadas aos Estados Unidos. Vários incidentes de OVNIs, incluindo avistamentos em massa por pessoal militar, traços no chão e anomalias radioativas foram reportadas na Floresta de Rendlesham.rendlesham_ufo_newspaper-273x300

Tal como aconteceu com o caso Roswell, o governo declarou oficialmente que nada fora do comum aconteceu na floresta de Rendlesham e que a segurança nacional não tinha sido ameaçada. No entanto, evidências posteriores mostraram que o Ministério da Defesa tinha documentado um extenso arquivo sobre o assunto, levando muitos a acreditar que um cover-up tinha ocorrido.

Vamos dar uma olhada no evento.

Rendlesham é uma floresta de pinheiros com 6 quilômetros quadrados localizado a leste da cidade de Ipswich, em Suffolk. Perto de Rendlesham estão duas antigas bases militares, RAF Bentwaters no norte e RAF Woodbridge, que se estende para o lado ocidental da floresta. No momento do incidente, as bases estavam arrendadas para a USAF e sob o comando do coronel Gordon E. Williams.

No final de 2002, veio a público uma informação há muito aguardada pela comunidade ufológica internacional. O Ministério da Defesa Britânico liberou o que diz serem todos os documentos oficiais tratando de um dos mais importantes episódios ufológicos de todos os tempos – provavelmente o segundo mais lembrado do planeta, perdendo apenas para o Caso Roswell: o incidente em Rendlesham Forest, floresta localizada na região de Suffolk, Inglaterra.

Parte dos documentos já era conhecida do público, comentada em livros como “Sky Crash”, de Brenda Butler (com a co-autoria das pesquisadoras Jenny Randles e Dot Street), de 1984, e mais recentemente em 2000, “You Can’t Tell the People”, de Georgina Bruni. Esta última conseguiu publicar boa parte dos arquivos agora liberados, mas desde “Sky Crash” a comunidade ufológica já tinha em mãos o mais importante dos papéis: o memorando do “Deputy Base Comander” da Base Aérea de Woodbrigde, Tenente-Coronel Chales Halt. Apesar de ser mantido em segredo na Inglaterra, acaou sendo liberado pela Lei de Liberdade de Informação (FOIA) nos Estados Unidos. O documento descreve e atesta oficialmente o ocorrido, embora erre na data dos dois episódios.

imageA história começou aproximadamente às 3 da madrugada do dia 26 de dezembro de 1980. Dois soldados avistaram o que pensaram ser uma aeronave em queda na Floresta Rendlesham, numa área localizada entre a bases aéreas de Woodbrigde e Bentwaters, ambas pertencentes à RAF, mas utilizadas pela Força Aérea Norte-Americana (USAF) num regime de “leasing”, sob supervisão da Organização do Tratado Atlântico Norte (OTAN).

Apesar das bases serem controladas pelos EUA, a responsabilidade pela segurança e monitoramento das atividades dentro e fora das instalações ainda estava sob o comando do MoD – o Ministério da Defesa Britânico.

Os soldados faziam o policiamento dos portões no lado leste da base de Woodbridge quando observaram o fenômeno luminoso, que riscou o céu em alta velocidade e pareceu cair entre as árvores. Curiosos sobre o inusitado acontecimento – e em cumprimento de seu dever – pediram permissão ao comando para irem ao local da suposta queda verificar o que tinha ocorrido. Veio em seguida a autorização para que três soldados fossem ao local a pé tentar descobrir o que ocorrera.

Rendlesham_UFOPróximos ao que acreditavam ser o ponto de queda, o sargento Jim Penniston, o aviador de primeira classe John Burroughs e o aviador Ed Cabansag, todos do 81o. Esquadrão da Polícia de Segurança, teriam se deparado com uma cena impressionante: pouco acima do solo flutuava um objeto luminoso.

A descrição desse objeto reproduzida diversas vezes no decorrer dos últimos anos foi dada por Jim Penniston: uma forma triangular, de aparência metálica, com uma base de cerca de dois a três metros de comprimento por aproximadamente dois metros de altura. No topo do objeto pulsava uma luz vermelha, enquanto à sua volta e na base havia uma luz azul contínua. Na medida em que os soldados se aproximaram, o objeto partiu movimentando-se entre as árvores.

Desenho do UFO de Rendlesham
Desenho do UFO de Rendlesham

Por volta das 23 horas do dia seguinte, o tenente coronel Charles Halt organizou um grupo para voltar ao local onde os soldados avistaram o objeto. Além dele, cinco ou seis outros homens – e é curioso como nada a respeito da operação é preciso, mesmo depois da liberação dos documentos – viram, fotografaram e tiraram medidas de três sulcos no solo que imaginaram ser o local de pouso da aeronave. Também observaram o que acreditaram tratar-se de queimaduras e descascamentos em umas poucas árvores ao redor do suposto local do pouso. Dois instrumentos levados por Halt ajudaram a colocar ainda mais lenha na fogueira: um contador Geiger, com o qual o grupo registrou na área índices de radioatividade acima dos valores esperados, e um pequeno gravador, onde Halt descrevia, em tempo real, o andamento da investigação.

A segunda peça foi especialmente importante a partir das 3 horas da madrugada – o mesmo horário do avistamento na noite anterior – quando o grupo passou a observar manifestações luminosas nos céus.

“Cerca de dez graus no horizonte, diretamente no Norte, nós temos dois estranhos objetos, formato meia lua, dançando, com luzes coloridas. Parece estar a cinco ou dez milhas, talvez menos. As meias luas agora se tornaram círculos cheios, como se houvesse um eclipse ou algo assim por um ou dois minutos”.

A descrição do fenômeno resumida pelo tenente coronel no memorando que ficou famoso afirma que primeiro surgiu uma luz avermelhada pulsante através das árvores. Depois pareceu incandescer e quebrar em cinco objetos brancos separados e então desaparecer. Em seguida surgiram outros três objetos parecidos com estrelas, dois ao norte e um ao sul, cerca de 10 graus acima do horizonte. Eles moveram-se rapidamente em trajetórias angulares. Tinham cores vermelhas, verdes e azuis e ficaram nos céus por tempos que variaram de um a três horas. O último a desaparecer, o objeto ao sul, emitia um potente flash de luz de tempos em tempos.

Proporções aumentadas

O caso todo só viria a público três anos mais tarde, através de uma matéria no popular tablóide inglês “News of the World’s”. Usando o pseudônimo de Art Wallace – seu nome real é Larry Warren –, um militar da reserva da Força Aérea dos EUA contou ao tablóide uma história de proporções fantásticas. Relatou que presenciara o “Wing Commander” da base Woodbrigde, Gordon Willians, manter um contato direto com três humanóides que saíram do objeto pousado na Floresta Rendlesham. Com ele, havia dezenas de militares e várias testemunhas civis.

A história de Warren norteou os passos da pesquisadora Brenda Butler, que reproduziu o contato em detalhes em seu livro “Sky Crash”. De lá para cá, ganhou contornos ainda mais intrigantes. Alguns desenhos creditados a Jim Penniston mostram como seria o objeto triangular, em todos os ângulos de visão possíveis. Retratam ainda símbolos que o soldado teria visto na fuselagem da nave.

Curiosamente, esse relato fantástico foi retransmitido sucessivamente ao longo dos anos, apesar de Penniston repetidamente garantir que nunca ficara a menos de 50 metros do estranho objeto. Também não apareceu nos relatos, entrevistas e agora, nos documentos liberados pelo MoD, qualquer menção ao encontro com possíveis extraterrestres.

“Cover up” até contra o governo Britânico

A maior parte do arquivo Rendlesham é composta apenas por correspondência pública. Sucessivamente, oficiais de alta patente encarregados da questão respondiam às cartas inquiridoras de ávidos pesquisadores de UFOs – e algumas vezes de superiores ou outros órgãos militares – remetendo o memorando original de Charles Halt e o comentário de que não houve no episódio fato algum que merecesse precaução relativa à defesa da Nação. Isso explicaria não existir menção a uma investigação mais aprofundada. Explicaria?

O memorando do tenente coronel Charles Halt e o desenho creditado ao sargento Jim Penniston
O memorando do tenente coronel Charles Halt e o desenho creditado ao sargento Jim Penniston

É curioso reparar que mesmo se toda a história nada mais fosse que um engodo ou erro de interpretação, o memorando original e as testemunhas faziam afirmações fantásticas. Um membro da equipe de Halt, Ray Gulyas, obteve fotos do local do suposto pouso e das árvores aparentemente queimadas. Além disso, o fato teria ocorrido ao lado de duas das mais importantes bases militares inglesas, ambas há muito conhecidas pelo emprego de tecnologias avanças. Foi no eixo Woodbridge-Bentwaters que no passado os ingleses desenvolveram o radar, por exemplo.

A gravação de Halt, as suspeitas – ainda que fossem infundadas – de radioatividade acima do normal, por si só teriam gerado preocupação em qualquer lugar do mundo. Ainda mais quando se lê a troca de ofícios que consta no relatório tornado público, onde um estudo preliminar confirma leituras de radioatividade muito acima da radiação de fundo (documento DI52, de 23 de fevereiro de 81).

Não demoraram a surgir suspeitas de uma grande operação de acobertamento. E se elas forem tomadas literalmente, o “cover up” valeria também contra o governo Britânico.

Apesar dos documentos liberados destacarem que não houve contato de radar com possíveis UFOs, a pesquisadora Brenda Butler garantiu que sim, através de um operador civil de radar na estação de Watton-Norfolk. Contudo, já não seria tão fácil verificar isso com o radar de Bentwaters. Dois dias após o episódio, conforme descreve outro documento, datado de 16 de fevereiro de 1981, o Comandante em Chefe da Força Aérea Norte-americana na Europa, General Gabriel, por “acaso” visitou (a expressão utilizada no ofício é “who happened to be visiting the station”) a estação e requisitou – no que foi atendido – a entrega das fitas de gravação das leituras de radar dos referidos dias.

nick-pope-foto-via-the-truth-hides_thumbErros  Nick Pope, famoso defensor ufológico, trabalhou para o MoD de 1985 a 2006 e uma de suas funções era investigar os relatos de OVNIs e identificar ameaças em potencial. Em 1994, ele analisou o caso arquivado de Rendlesham. A falta de qualquer resposta formal ao relatório de Halt chamou a atenção de Pope, pois tratava-se de um relato de um oficial de alta patente sobre a aproximação e pouso de objetos completamente desconhecidos nas proximidades de duas das mais importantes bases militares em toda a rede da OTAN.

Pope iniciou um estudo exaustivo de 3 anos, revelando vários erros na investigação, incluindo uma confusão sobre a jurisdição: o incidente envolvia duas bases gêmeas da USAF em solo britânico. Outro problema: o local de aterrissagem não foi prontamente isolado. As pessoas iam e vinham contaminando o local. Amostras do solo deveriam ter sido retiradas.

Anos após a revisão dos documentos, Pope descobriu uma das falhas mais críticas da investigação: alvos desconhecidos nos radares. Uma das testemunhas alegou que um alvo não identificado apareceu no scope (tela do radar), sobrevoou as bases por duas ou três passagens do radar e desapareceu.

A região da Ânglia Oriental sempre teve uma cobertura extensa de radar, sempre vigilantes no caso de uma possível invasão pelo Mar do Norte. E o objeto do dia 26 foi detectado. Na base RAF Neatishead, um objeto não identificado apareceu no radar e gerou pânico na sala de controle. Não retornava sinal e tinha performance melhor que as melhores aeronaves da RAF, deixando a tela a uma velocidade incrível.

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Jim Penniston

O objeto foi alvo de uma investigação mais profunda. As fitas de radar das bases de Natishead e Watton foram requisitadas três dias depois. Notavelmente, quando oficiais de inteligência da USAF visitaram a base para coletar o filme, eles alegaram que um OVNI havia caído na floresta. Disseram que oficiais sêniores e uma base aérea da USAF próxima testemunharam o acontecimento e tinham até visto alienígenas flutuando em feixes de luz sob a espaçonave. Inacreditavelmente, nem foi dito aos oficiais de radar para manterem a informação em segredo.

Quando memorando foi feito, três semanas após os acontecimentos, as datas estavam incorretas e o MoD verificou a noite errada. Talvez o equívoco tenha ocorrido porque Halt fez o documento a partir de lembranças. Os eventos aconteceram nas noites Jim Penniston em discurso no National Press Clubde 24–25, 25–26 e 26–27, mas o documento coloca os primeiros eventos na noite de 26–27.Quando o erro foi percebido, Pope constatou que a fita do radar havia sido destruída. A investigação original estava irremediavelmente errada e comprometida.

Farol  Tentando explicar o acontecido, o astrônomo amador Ian Ridpath desenvolveu uma teoria. Seu artigo foi inicialmente publicado no jornal inglês “The Guardian” logo após a liberação da gravação de Halt. O texto foi reproduzido em muitos sites e debatido por outros pesquisadores do caso. O texto atualizado está em seu site – onde também estão disponíveis muitos documentos sobre o caso, incluindo os depoimentos das testemunhas e a fita de Halt (áudio transcrição).

Para o ele, o que os militares viram foi uma sucessão de fenômenos naturais mal interpretados. Consultando a British Astronomical Association (Associação Astronômica Britânica), Ridpath descobriu que por volta das 3 horas da madrugada de 26 de dezembro, um meteoro extremamente brilhante entrou na atmosfera e pôde ser visto ao sul da Inglaterra. Para ele, isso explica o contato inicial.

As pesquisadoras locais Brenda Butler e Dot Street encontraram muitas testemunhas civis de luzes no céu naquela noite. A família Webb, por exemplo, retornava de uma festa em uma estrada pela floresta quando observou luzes flutuantes e parou o carro para olhar. Um meteoro tem duração curta demais para que isso seja possível.

Não há dúvidas sobre um ponto importante a respeito do incidente em Rendlesham. Ao contrário do também famoso caso Roswell, trata-se de um episódio extremamente bem documentado e com muitas testemunhas ainda vivas. Mesmo assim, isso não foi suficiente para chegar a uma comprovação definitiva.

Foto obtida em novembro de 1983 pelo cético Ian RidPath: o farol de Oxford Ness aparece à direita.
Foto obtida em novembro de 1983 pelo cético Ian RidPath: o farol de Oxford Ness aparece à direita.

 

Tomar literalmente a teoria cética de um de seus maiores críticos, Ian Ridpath, pareceria zombar da maior parte dos militares envolvidos. Eles já deveriam estar acostumados às luzes do farol de Oxford Ness, e provavelmente até com as marcas feitas pelos lenhadores nas árvores. E há também um problema quanto à conclusão – contrária à de Ridpath – à qual chegou a investigação oficial do MoD acerca da radioatividade.

 

 

Em 1984, uma cópia da fita do gravador de bolso de Halt – com quase 20 minutos de gravação – foi obtida por pesquisadores. Por conta da eletricidade estática e de a fita ter sido copiada com uma máquina velha, boa parte das conversas de fundo não puderam ser discernidas. Tempos depois, a TV estadunidense Sci Fi Channel conseguiu a gravação original. Ela não só revelou as conversas como também nomes que não podiam ser ouvidos na cópia de 1984.

Após o acontecido na floresta, Halt e Moreland estavam em diálogo com seus governos. Foi feita uma “reunião em pé” envolvendo pessoal sênior e foi decidido não fazer revelações públicas do caso. Logo, voos secretos estariam chegando a Bentwaters e Woodbridge. Pessoal secreto das agências de inteligência estadunidenses estavam envolvidos. Burroughs, Penniston e as outras testemunhas foram tiradas da roda, assim como o pessoal sênior da base, incluindo o sub-comandante Halt. Seria o início do acobertamento?

Polícia  A polícia de Suffolk tem um registro datado de 26 de dezembro de 1980 de um relato da força policial da USAF (USAF Law Enforcement Desk): “Temos um avistamento de algumas luzes incomuns no céu, enviamos algumas tropas desarmadas para investigar, estamos designando-as como OVNI no momento”.

halt-e-penniston-foto-via-ufo-evidence_thumbA Constabulary investigou o relato e o resultado registrado é o que segue: “Controle de Tráfego Aéreo de West Drayton checado. Sem conhecimento de aeronave. Recebidos relatos de fenômenos aéreos sobre o sul da Inglaterra durante a noite. As únicas luzes visíveis na área eram do farol de Orford. Busca feita na área – negativa.”

Segundo Ridpath, os “fenômenos aéreos” eram a reentrada do estágio final do foguete do satélite soviético Cosmos 749, que foi muito visto pelo sul inglês pouco depois das 21h do Natal. Os detritos queimando na atmosfera inundaram a Associação de Pesquisa de OVNIs Britânica (British UFO Research Association, BUFORA) e a Autoridade de Aviação Civil (Civil Aviation Authority, CAA) de relatos de OVNIs e aviões explodindo.

Uma carta no arquivo policial diz que um dos policiais retornou ao local durante o dia para garantir que não perdeu nada.

“Não havia nada a ser visto e ele permanece inconvicto de que a ocorrência foi genuína. As imediações foram varridas por feixes de luz poderosos de uma luz de pouso na RAF Bentwaters e do farol de Orfordness. Sei por experiência pessoal que à noite, em certas condições meteorológicas e de nebulosidade, estes feixes são muito pronunciados e certamente causam efeitos visuais estranhos.”

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Sob juramento  Em junho de 2010, já coronel aposentado, Halt assinou um depoimento juramentado reconhecido oficialmente no qual contou os acontecimentos e declarou que acreditava na natureza extraterrestre e no acobertamento do caso pelos dos Estados Unidos e do Reino Unido.

“Acredito que os objetos que vi próximos ao quartel eram de origem extraterrestre e que os serviços de segurança dos Estados Unidos e do Reino Unido tentaram – tanto na época quanto agora – subverter o significado do que ocorreu na Floresta de Rendlesham e em RAF Bentwaters pelo uso de métodos de desinformação bem praticados.”

Ele também desmentiu alegações de que ele e seus homens teriam confundido um OVNI com a luz de um farol.

“Enquanto na Floresta Rendlesham, nossa equipe de segurança observou uma luz que parecia um grande olho, de cor vermelha, movendo-se entre as árvores. Após poucos minutos, o objeto começou a gotejar algo que se parecia com metal fundido. Pouco tempo depois, ele se partiu em vários objetos menores de cor branca que voaram para longe em todas as direções. Alegações de céticos de que isso era meramente a luz giratória de um farol distante são infundadas; podíamos ver a luz desconhecida e o farol simultaneamente. A última estava de 35 a 40 graus forra de onde tudo isso estava acontecendo.”

Comparações feitas entre esta declaração e a fita de áudio encontraram contradições.

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Charles Halt-e e o molde de gesso da marcaaencontrada em rendlesham

 

Em 2010, o Cel. Ted Conrad deu uma declaração sobre o incidente ao Dr. David Clarke, da Universidade de Sheffield Hallam (Sheffield Hallam University), conselheiro ufológico dos Arquivos Nacionais britânicos (The National Archives). “Não vimos nada que lembra-se a descrição do Tenente-Coronel Halt no céu ou no chão”, disse. “Tínhamos pessoas em posição de validar a narrativa de Halt, mas nenhuma podia.”

Em uma entrevista, Conrad criticou Halt pelas alegações em sua declaração jurada. Ele disse que “ele deveria sentir vergonha e humilhação pela sua alegação de que seu país e a Inglaterra conspiraram para enganar seus cidadão sobre esta questão. Ele sabe [o que é] melhor”. Conrad também contestou o testemunho de Penniston dizendo que o entrevistou na época e o sargento não mencionou ter tocado o objeto e sugeriu que todo o incidente pode ter sido uma farsa.

A resposta parcial de Halt foi:

“Ted Conrad está tendo problemas de memória, está com a cabeça na areia ou continua o acobertamento. Até o filho dele admitiu uma conversa familiar provando o incidente… Pelos anos, Conrad fez afirmações conflitantes sobre os acontecimentos. Primeiro ele afirmou nunca ter saído para olhar o céu. Então afirmou que nunca viu nada. Aparentemente ele não se lembra de falar comigo pelo rádio [sobre ver um OVNI enviando feixes de luz para a base]… Lembre Conrad de seu artigo na ‘OMNI Magazine’ de março de 1983… No artigo, ele descreve o primeiro incidente em detalhes e conclui que ‘Aqueles jovens viram algo, mas não sei o que era’. Agora ele está sujando os envolvidos. Esta bem claro que houve uma confrontação muito intensa com algo na floresta. Conrad quer falar sobre como os aviadores foram então sujeitos a esforços de controle mental usando drogas e hipnose por autoridades britânicas e estadunidenses? Sim, Burroughs e Penniston tem questões que se relacionam aos acontecimentos…”

Dias após os acontecimentos, vários oficiais de inteligência conduziram investigações e interrogatórios na base. As testemunhas lembram-se pouco destes interrogatórios e não descartam a possibilidade de terem tido suas memórias do momento confundidas. Penniston diz que usaram sódio pentatol, o soro da verdade. Ele não se lembra de ter concordado com isso, mas acredita que concordou, já que não tinha nada a esconder.

o aspecto de Rendlesham que considero o mais extraordinário – e duvidoso. Supostamente, Penniston teria se aproximado do objeto pousado o bastante para desenhar detalhes em um bloco de anotações. Ele teria desenhado símbolos estranhos que vira na fuselagem do objeto e, segundo ele, pareciam-se com hieróglifos.

Além disso, ele teria também tocado o objeto. Ao tocá-lo, ele surgiram uma série de zeros e uns em sua cabeça – aparentemente sem sentido algum. Ao tirar a mão do objeto, a “mensagem” terminou. Após isso, o objeto decolou e foi embora.

Penniston ficou atordoado pela sequência de números e se sentiu compelido escrevê-la. Os números “aparentemente sem sentido” são código binário.

Aqui, abro um parêntese.

Em 1974, seis anos antes do caso de Rendlesham, após melhorias que lhe conferiram maior potência, o radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico, o maior do mundo, transmitiu ao espaço um cumprimento da Humanidade. O sinal foi enviado para o aglomerado de 300 mil estrelas M13, a 25 mil anos-luz  na constelação de Hércules.

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Foram 1679 pulsos de código binário, que levaram quase três minutos para serem transmitidos. Por que 1679 dígitos?

1679 é o único produto de dos números primos 23 e 73. Qualquer inteligência que poderia receber a mensagem procuraria por traços universais como frequências de elementos químicos, números primos e códigos binários.

Como apenas os 23 e 73, quando multiplicados um pelo outro, produzem 1679, o sinal foi arranjado em uma grade de 23 por 73 quadrados para formar representações incluindo numerais, química orgânica, a forma humana, a população da Terra, o Sistema Solar e o radiotelescópio.

Resumindo, 1679 é, matematicamente, uma forma de mostrar que há uma inteligência por trás do sinal transmitido.

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 As páginas com o código permaneceram em segredo por trinta anos. Em outubro de 2010, junto ao History Channel, Penniston confiou o código ao programador Nick Ciske. O código foi decifrado conforme a tabela ASCII (American Standard Code for Information Interchange, Código Padrão Estadunidense para o Intercâmbio de Informação), uma codificação de caracteres de oito bits.

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Aqui a mensagem decifrada:

Mensagem binária alienígena (extraterrestre)
Exploration (of) Humanity Conti(nuous) For Planetary Advan(ce)
(Exploração da Humanidade Continuação para Avanço Planetário)

52° 09′ 42.532″ N
13° 13′ 12.69″ W

“Exploração da contínua da humanidade para o avanço interplanetário”.

É claro que a interpretação do código levantou um grande debate entre os conhecedores do assunto e até numerólogos. Alguns fizeram conversões diferentes e tiraram suas próprias conclusões sobre “uma mensagem sobre o futuro da humanidade”.

Alguns especialistas extraíram algoritmos de círculos em plantações para criar imagens a partir do código de Penniston. As imagens parecem mostrar seres bípedes ou animais. Por serem de resolução extremamente pequena, acabam sendo muito subjetivas e abertas a interpretações.

As coordenadas correspondem a uma ilha submersa na costa oeste do Reino Unido, conhecida como a ilha do Brasil (Hy Brasil) ou a lendária Ilha de São Brandão.

A partir de meados do ano 1300 e por mais de cinco séculos circularam na Europa boatos a respeito de uma ilha mágica – Brasil, Hi-Brasil, Hy-Brazil, Brasile, etc -, com cidades cobertas de ouro e natureza exuberante, uma espécie de Jardim do Éden ou Xangrilá. Ela apareceu em alguns documentos até 1870.
Vários mapas mostravam situavam a ilha no Atlântico Norte, geralmente próximo à Irlanda. Expedições da França e da Inglaterra partiram em busca desta terra maravilhosa e voltaram de mão vazias. Era crença, na época, que ela surgia apenas de sete em sete anos; outros diziam que ficava oculta dos olhos humanos pela neblina; e poucos achavam que ela simplesmente não existia.
Em 1675, entretanto, o respeitado navegador Capitão John Nisbet relatou que em setembro de 1674, retornando da França para a Irlanda, encontrou acidentalmente a fabulosa Ilha de Hi-Brasil, após atravessar um espesso nevoeiro.
Ilha de Hi-Brasil
Ilha de Hi-Brasil

A notícia se espalhou e todos queriam sair em busca da terra paradisíaca, mas logo um certo Mathew Calhoon deu entrada numa petição oficial ao Rei Charles I reclamando a posse da Ilha de Hi-Brasil. Não ficou claro em que bases Mathew pleiteava o território, mas prevaleceu o bom senso e foram assegurados os direitos do verdadeiro descobridor daquela terra, o Capitão Nisbet. Mas isto pouco importou, porque a ilha jamais voltou a ser encontrada.

Várias ilhas “misteriosas” no Oceano Atlântico foram identificadas e hoje são pontos geográficos comuns em nossos mapas, como ocorreu com a mística Saint Bredan, que veremos num artigo em breve. A Ilha de Hi-Brasil, entretanto, não foi localizada. Considera-se hoje que ela nunca existiu ou foi uma formação vulcânica temporária que fumegava e produzia o citado nevoeiro, derramando lava em brasa – daí viria o nome “brasil”. Embora especuladores e até algumas seitas queiram vincular esta ilha ao nosso país, cientificamente não existe qualquer relação.
Mapas que mostram a Ilha de Hi-Brasil: Dalorto de 1325, Catalão de 1350, Pizigani de 1367, Canepa de 1489, Gutierrez de 1562, Wagenhaer de 1583, Mercator de 1595, Magini de 1597, Blaeu de 1617 e diversos outros.
Veja o documentário completo feito pela Discovery


[UFO] – O Roswell da Inglaterra [Completo] by UFOSFacts

Passageiro de linha aérea grava UFO sobre Liverpool – (HOAX)

in Avistamentos/HOAX/News/OVNIS/UFOS/UK by

Um passageiro de avião supostamente teria gravado vídeo de um UFO pela da janela do avião.
O avião e o UFO estavam voando sobre o Liverpool, Inglaterra. O vídeo tem cerca de dois minutos e mostra o UFO brilhante misterioso entre as nuvens um pouco abaixo, voando ao longo da mesma trajetória de avião. Embora o UFO inicialmente pareça ser uma aeronave comum visto à distância, mais tarde surpreendentemente faz uma descida extremamente súbita.

 A velocidade com que o objeto muda sua trajetória de voo e desce contraria todas as regras da física conhecidas. Alguns acreditam que o objeto é simplesmente um pássaro, em virtude de movimentos similares, mas então surge um problema, aves não voam a 450 MPH, velocidade cruzeiro de um avião comercial.

Não está claro quem fez o vídeo. E também é claro por que este vídeo está atualmente fazendo sucesso, pois o vídeo veio à tona pela primeira vez em 2012.

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E como não poderia ser diferente, tudo indica que este vídeo não é nada além de mais um HOAX.

A primeira indicação de que o vídeo é uma criação é total falta de reação do camerman em mover a câmera quando o UFO exibe seu comportamento mais incrível. Mas a prova mais contundente é aparente, a fonte do vídeo, o canal do youtube chamado O7TV que pertence a um grupo chamado Áudio World Color.

Este Canal é famoso por postar várias animações em CGI incluindo Dragões e até mesmo um UFO pousando.

É incrivelmente lamentável que tantas pessoas publiquem tantos vídeos de OVNIs fakes. É também lamentável ver como a mídia e o público em geral são tão facilmente enganados por essas criações. Objetos aéreos genuínas que não podem ser identificados não voam em nossos céus. Mas raramente os UFOs genuínos recebem a atenção que merecem. E, talvez, que é parcialmente porque as fotos e vídeos dos objetos verdadeiramente misteriosos raramente são tão atrativos como as fabricadas. Assim como este canal existe vários, com milhões de visualizações, mas que assim como o Youtube, que os apoia, só estão preocupados em faturar com a curiosidade através de farsas e colaborando cada vez mais com a desinformação e ridicularização do assunto UFO.

Moradora de Barwell, Leicestershire, UK relata 2 UFOS pairando sobre sua casa

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Duas Orbs foram filmadas flutuando no céu acima Barwell, Leicestershire

Momento das 2 Orbs pairando sobre a casa.mp4_snapshot_00.12_[2015.03.04_14.27.12]Veja o video em nosso canal

O vídeo acima pretende mostrar dois objetos não identificados tipo orbs que flutuam no céu acima Barwell, Leicestershire.

Uma mulher de 41 anos de idade, viu as duas bolas de luz branca brilhante após barulhos estranhos a acordou as 4:50 em 3 de fevereiro, informou o Hinckley Times.

Ela pensou que estava vindo do andar de baixo, por isto ela saiu da cama e foi ver o que era.

Depois de não encontrar nada que a mulher estava voltando para a cama quando de repente ela viu as duas luzes do lado de fora de sua janela.

Joanne Kavanagh, que está investigando o incidente, em nome da Lufoin – o UFO Network Investigation Leicestershire – disse: “Foi uma noite clara e não havia nuvens no céu.

“As luzes se fundiam em uma só e se movimentavam de um lado para outro.”

“Ela disse que ficou observando por cerca de um minuto e meio e gravou apenas 20 segundos de vídeo em seu telefone.”

“Então eles dispararam em alta velocidade juntos e fundidos em um novo.”

“É um caso muito interessante.”

Joanne, que experimentou incidentes inexplicáveis estranhas a si mesma, disse que a organização está tentando descobrir o que pode ter causado as luzes.

Ela disse:

“Nós não temos a menor ideia até agora do que possa ser. Estamos tentando descartar se era uma aeronave, nós sabemos que não foi nada a ver com um helicóptero da polícia e ainda estamos à espera para ouvir os serviços médicos de ambulância aérea.”

“A forma como eles estavam se movendo e dispararam dentro de segundos, isso não é a ação de um helicóptero ou avião.”

“Um monte de incidentes podem ser ligados a lanternas chinesas ou drones, mas eu não acredito que poderiam se mover como os orbs se moveram.”

 

UFO fotografado nos céus acima Cornwall está deixando especialistas perplexos

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Um objeto estranho e misterioso foi fotografado nos céus de Cornwall. O UFO foi acima de uma praia em Bude na ultima terça-feira.

Agora, especialistas querem ajudar a identificar a estranha aeronave.

Dave Gillham, fundador do grupo Cornwall UFO, disse ao West Briton:

“Parece triangular – mas eu não tenho idéia o que é.”

Até dezembro de 2009, o Ministério da Defesa (MOD) tinha uma linha dedicada para as pessoas relatarem UFOs, mas abandonou-a para economizar dinheiro para outras coisas.

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Imagem ampliada do UFO

 

A declaração dizia: “O MOD não tem uma opinião formada sobre a existência ou não de vida extra-terrestre. No entanto, em mais de 50 anos, nenhum relatório UFO revelou qualquer evidência de uma ameaça em potencial para o Reino Unido. O MOD não responderá aos avistamentos de OVNIs ou investigá-los. ”

Agora, os dados UFOs são recolhidos por organizações independentes, como o britânico UFO Research Association UK ou UFO.

John Wickham, da BUFORA disse:

“Uma vez que a linha do MOD fechou, temos visto um aumento maciço em chamadas. A maioria das coisas pode ser explicado com um pouco de pesquisa, embora se é for uma aeronave militar do MOD ficarão felizes em chamá-lo de um UFO para manter seus segredos. Mas nós sempre respeitamos as crenças de todos “.

 

UFOS sobre Londres

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Em 23 de dezembro, um vídeo foi postado no YouTube por um grupo chamado UFO Watch UK. A filmagem é chamado Group of White Orb UFO’s Over West London e do cineasta, Mark Bennis, que se descreve como um “um observador/pesquisador UFO e um ávido entusiasta a este fenômeno fascinante”.

O vídeo por si próprio é muito estranho, pois ao assistir não sabíamos do que realmente se tratava, pois aparecem aviões em rota, pássaros, fiações, etc..achamos que o objetivo (subliminar) é mostrar que o cineasta e os fotográfos estavam no local quem sabe fotografando os aviões que passavam, os pássaros, a natureza e quem sabe talvez de drones voando na área. O especialistas em vídeos do UFOSFActs analisaram o vídeo e a impressão de que eram drones foi muito forte, inclusive em uma cena onde um deles passa a menos de 20 pés de um avião aos arredores do aeroporto de Heathrow, em julho de 2014. Também foi levantada a possibilidade de serem balões, pois é muito comum no youtube, diversos vídeos, em grande parte do México,  contendo balões, sacos de lixo cheios de Hélio, algumas filmagens mostram vários amarrados passando a impressão de ser uma grande nave espacial.

Este fato dos videos de balões inclusive foi investigado por especialistas da própria MUFON, que foi até o Mèxico verificar alguns casos famosos divulgados pelo programa Terceiro Milênio apresentado pelo Jornalista Jaime Maussan. Nesta investigação, um dos maiores fornecedores de vídeos e fotos para o programa foi entrevistado e secretamente testado na sua habilidade de identificar OVNIS reais,porém o grupo da MUFON já havia combinado de soltar balões coloridos de um ponto onde a equipe que entrevistava o dito cineasta com maior numero de filmagens e fotos sobre UFOS no méxico, pudesse ver e emitir sua opinião e então, alertado pelo investigador da MUFON, ele começou a filmar e fotografar, mais tarde assistindo o vídeo, emitiu o parecer : “Isto trata-se de um OVNI genuíno”, que para os investigadores da MUFON apenas comprovou de que ele não tinha ideia e nem qualificação para distinguir objetos no céu.

Mais tarde, quando mostrado para Jaime Maussan, o mesmo admitiu o engano, porém reforçou de que todos os vídeos passavam por uma análise rigorosa e que vários destes vídeos ainda continuavam sem explicação.

Claro, entendemos a posição do apresentador do programa em proteger seu fornecedor, porém também mostrou a falta de um controle de qualidade do que mostra ao um povo sedento de informações sobre o assunto OVNI.

Este foi apenas um dos casos que foi Debunked pela MUFON, houveram mais, mas isto fica para outro artigo.

Voltando ao Vídeo, vários fatores são intrigantes, mas por enquanto ainda é um mistério, porém não significa que são naves ou orbs de outro mundo ou dimensão, por enquanto apenas o que nome sugere, OVNIs, “Objetos Voadores não Identificados”

Arquivos sugerem que Churchill teria encoberto suposta aparição de óvni

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O registro da suposta observação de um óvni por tripulantes de um avião militar britânico durante a Segunda Guerra Mundial foi mantido em segredo por determinação do então primeiro-ministro da

Winston Churchill
Winston Churchill

Grã-Bretanha, Winston Churchill, que acreditava que o relato poderia causar pânico na população.

A história foi revelada por documentos do Ministério da Defesa da Grã-Bretanha divulgados nesta quinta-feira pelos Arquivos Nacionais do país.

Segundo os relatos, Churchill determinou que o registro sobre a suposta aparição do objeto voador não identificado permanecesse secreto por 50 anos.

“Churchill acreditava que a divulgação do ocorrido poderia criar pânico em massa e abalar as crenças religiosas”, afirmou Nick Pope, um ex-investigador do Ministério da Defesa britânico especializado em óvnis.

Arquivos liberados mostram outros relatos de supostas aparições
Arquivos liberados mostram outros relatos de supostas aparições

Os arquivos também mostram que, nos anos 1950, o governo britânico levava a questão de maneira tão séria que chegou a reunir chefes dos serviços de inteligência para discutir relatos sobre a presença de óvnis em seu espaço aéreo.

Segundo Pope, a maior parte da documentação referente às supostas aparições de objetos não identificados no período foi destruída.

Sabe-se, porém, que o governo britânico chegou a pedir relatórios semanais sobre os registros de aparições ao comitê de especialistas em inteligência encarregados de investigações nas áreas de segurança, defesa e assuntos internacionais.

O registro da suposta observação de um óvni por tripulantes de um avião militar britânico durante a Segunda Guerra Mundial
O registro da suposta observação de um óvni por tripulantes de um avião militar britânico durante a Segunda Guerra Mundial

Outros relatos

A documentação divulgada faz parte da série de arquivos liberada ao público como parte de uma parceria de três anos entre o Ministério da Defesa e os Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha.

Os documentos incluem um trecho do chamado Livro Vermelho – relato semanal realizado por serviços de inteligência – que diz que não foram encontradas explicações para quatro aparições de objetos não identificados registradas por radares da aeronáutica britânica.

Entre as mais de 5 mil páginas dos arquivos, está também o relato de um piloto que diz que seu Boeing 737 quase colidiu com um objeto não identificado quando se preparava para pousar no aeroporto de Manchester em 1995.

Entre outros registros, há ainda o caso da equipe de resgate acionada para investigar um óvni que supostamente teria colidido nas montanhas de Berwyn, no País de Gales, em 1974.

O arquivo inclui também o filme em que um suposto “homem do espaço” é flagrado durante os registros de testes para o lançamento de um míssil, em 1964.

‘Arquivo X’

Os relatos sobre a aparição dos óvnis atingiram o auge em 1996 – ano em que a série Arquivo X, sobre aparições de extraterrestres, tinha grande popularidade na TV britânica.

Naquele ano, os arquivos registram 600 supostas aparições de objetos não identificados, em comparação com a média anual de 240 registrada nos cinco anos anteriores.

A documentação também mostra que o setor responsável pelo registro das aparições no Ministério da Defesa recebeu, em 1996, 343 cartas do público e 22 questionamentos de parlamentares referentes a aparições de óvnis.

Segundo o consultor especializado em óvnis dos Arquivos Nacionais, David Clarke os documentos vieram a público por atrair grande interesse da população.

“Os óvnis são o terceiro assunto mais mencionado nos pedidos para acesso a documentos do Ministério da Defesa”, diz ele.

O material está disponível no site dos Arquivos Nacionais britânicos (The National Archives).

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