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Lua

Astrônomo desmente mitos de que homem não teria ido à Lua

in Apollo 11/NASA/News/Projeto Apollo by

Bandeira americana está amassada e não tremula.
Veja o que é verdade e o que é mentira sobre a missão da Apollo 11.

Em 20 de julho de 1969 o homem pisou na Lua, mas muitos ainda não acreditam nisso. E apesar de astronautas terem voltado lá outras cinco vezes, o fato de que ninguém nunca mais tocou o solo lunar desde 1972 abriu margem para dúvidas de muita gente. Afinal: o homem foi mesmo à Lua ou tudo não passou de uma bem montada encenação americana? Para o astrônomo Ronaldo Mourão, um dos mais respeitados cientistas brasileiros, está claro: há 40 anos Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin chegaram sim à Lua.

Os soviéticos

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Para o cientista, a principal prova de que os americanos chegaram à Lua é simplesmente o fato de que seus inimigos, os soviéticos, nunca duvidaram disso. A URSS em 1969 tinha uma tecnologia avançada, um programa espacial de ponta e plenas condições de verificar se os sinais de rádio da Apollo 11 vinham mesmo da Lua.

 

 

“Se os soviéticos descobrissem qualquer indício de que era uma mentira, eles iam fazer um samba enorme em cima. Não iam esconder de jeito nenhum”,

afirma Mourão.

Além do rádio, os soviéticos tiveram outras comprovações da missão. “Nos mesmos dias da Apollo 11, a União Soviética lançou a Luna 15”, conta o astrônomo. A Luna 15 foi uma sonda robótica importante. Tentando desmerecer o feito americano, os soviéticos queriam que ela fosse à Lua, recolhesse amostras e voltasse, mostrando que aquela história de levar gente para fora de órbita era perda de tempo e dinheiro (não deu certo e a Luna 15 se espatifou em uma montanha lunar um dia depois da chegada dos americanos).

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A Luna 15, também conhecida como Luna E-8-5 No.2, ou Luna Е-8-5 No.401 ou ainda Lunik 15

Antes disso, no entanto, a sonda serviu como prova para os soviéticos de que os americanos estavam mesmo por ali. Pela primeira vez na história, americanos e russos cooperaram no espaço – meio a contragosto, mas cooperaram. Para evitar uma tragédia espacial, com a sonda soviética colidindo com a nave americana, as duas agências trocaram dados sobre seus planos de voo. Ou seja: a URSS não apenas ouviu as transmissões de rádio vindas da Lua, mas também acompanhou o voo da Apollo 11.

Essa é, obviamente, a prova número 1 da chegada do homem na Lua. Mas ela não impediu a propagação de teorias que afirmam que tudo não passou de uma filmagem feita em um estúdio de Hollywood. E não é à toa. Quando a Nasa acabou com o projeto Apollo e passou a dedicar suas energias e verbas para as estações e os ônibus espaciais, ela deu margem para tudo isso se fortalecer. Conforme os anos passaram, o argumento “se o homem foi à Lua há tanto tempo, por que não voltou?” foi repetido a exaustão.

Ronaldo Mourão ouviu algumas das principais dúvidas sobre as imagens da Apollo 11. Ele esclareceu a verdade por trás dos mitos da missão lunar.

A bandeira que “tremula”

Dobra da bandeira está no mesmo lugar não importa o ângulo da foto (Foto: Nasa/Divulgação)
Dobra da bandeira está no mesmo lugar não importa o ângulo da foto (Foto: Nasa/Divulgação)

É quase impossível falar da missão da Apollo 11 e não ouvir alguém dizer que “a bandeira está tremulando e na Lua isso é impossível”. Sim, é impossível a bandeira tremular no espaço. É por isso que ela não tremula.

Preste atenção nas imagens: a bandeira americana não está voando. Ela está amassada, por que estava guardada em algum canto do apertadíssimo módulo lunar. É possível perceber que não há variação nas “ondas” da bandeira, não importa qual foto se veja.

“Além de estar amassada, a bandeira se mantém ereta por que tinha uma haste superior que a mantinha assim”, explica Mourão. “Essa é a única maneira de ela não ficar para baixo, que é o que seria esperado na Lua, onde não há vento e a gravidade é um sexto da terrestre”,

explica o astrônomo.

A foto de Neil Armstrong descendo do módulo lunar

Outra dúvida recorrente: “se Armstrong foi o primeiro homem na Lua, quem é que tirou a foto dele descendo?”. É simples: ninguém. Ninguém, por que essa foto não existe. Armstrong foi o primeiro homem na Lua e, por isso, não existe foto “de fora” do módulo lunar enquanto ele desce.

Buzz Aldrin, e não Neil Armstrong, deixa o módulo lunar (Foto: Nasa/Divulgação)
Buzz Aldrin, e não Neil Armstrong, deixa o módulo lunar (Foto: Nasa/Divulgação)

A foto clássica de um homem saindo da nave?

“É o Aldrin”, explica Mourão. Buzz Aldrin, o piloto do módulo, foi o segundo homem na Lua. Enquanto ele descia, Armstrong fotografava. Aliás, a maioria das fotos “clássicas” da Lua, que muita gente acredita serem de Armstrong, são, na verdade, de Aldrin.

As pegadas

Uma das muitas missões de Buzz Aldrin na Lua era bem simples: fazer uma pegada clara e tirar uma foto para que os cientistas na Terra pudessem estudar a mecânica do solo lunar. A foto virou um clássico e foi reproduzida no mundo inteiro. Além dela, diversas imagens mostram as pegadas dos dois astronautas na Lua.

Poeira lunar muito fina deixa pegada marcada (Foto: Nasa/Divulgação)
Poeira lunar muito fina deixa pegada marcada (Foto: Nasa/Divulgação)

Não se sabe onde isso começou, mas muitas pessoas passaram a debater na internet afirmando que “se não tem umidade, não deveria existir pegadas”. Mas a verdade é que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Não é preciso água para deixar pegadas, como qualquer beduíno do deserto pode demonstrar. O que deixa as pegadas ali é a areia extremamente fina e porosa da Lua.

“É um pó muito, muito fino, semelhante ao cimento, à cinza vulcânica ou ao pó compacto que as mulheres usam em maquiagens. Quando você pisa em algo assim, fica uma marca profunda. É por isso que as pegadas se formaram”,

afirma o astrônomo.

A variação de temperatura na Lua

A Lua não tem atmosfera. Por isso as temperaturas ali variam muito. Durante o dia, a média é de 100°C e durante a noite de 150°C negativos. Humanos, obviamente, não sobreviveriam ali. Por isso que os especialistas que planejaram a missão escolheram um lugar mais ameno para pousar o módulo lunar.

Roupas dos astronautas não aguentariam temperaturas tão extremas como as da Lua (Foto: Nasa/Divulgação)
Roupas dos astronautas não aguentariam temperaturas tão extremas como as da Lua (Foto: Nasa/Divulgação)

“O local escolhido para o pouso era exatamente no meio da penumbra, onde ainda não era nem dia nem noite completamente, para proteger os astronautas”,

explica Ronaldo Mourão. A rotação da Lua dura cerca de 27 dias – tempo de sobra para Armstrong e Aldrin ficarem seguros por ali.

As sombras

A fonte principal de luz na Lua é o Sol, assim como na Terra. E isso já gerou muita confusão, por que muita gente não entende por que é que há sombras diferentes nas fotos da Lua se o Sol “seria” a única fonte de luz. Mas o Sol não é a única fonte.

Sombras intrigam quem não acredita no feito (Foto: Nasa/Divulgação)
Sombras intrigam quem não acredita no feito (Foto: Nasa/Divulgação)

“Há também a Terra e a luz emitida pela própria câmera do astronauta”,

explica Mourão. Na Lua, a Terra ilumina a área tanto quanto a Lua ilumina a Terra em uma noite de Lua cheia.

As estrelas

Outra pergunta frequente: como é que os astronautas fizeram tantas fotos na Lua e não registraram nenhuma estrela? Basta uma noite longe das luzes artificiais que você enxerga bilhões delas – e eles não fotografaram nenhuma? Pois é, eles com certeza viram muitas, muitas, mas muitas estrelas mesmo, mas não conseguiram fotografar nenhuma.

As estrelas estão longe demais para serem capturadas pela câmera (Foto: Nasa/Divulgação)
As estrelas estão longe demais para serem capturadas pela câmera (Foto: Nasa/Divulgação)

Por quê? Por que a fotografia tem limites, principalmente em 1969. Para conseguir captar as estrelas, os astronautas teriam que ter deixado uma “exposição” alta na câmera, e com o brilho do Sol ali do lado se fizessem isso não teriam conseguido registrar mais nada na superfície.

“Talvez com uma máquina moderna de hoje em dia eles conseguiriam, mas era difícil e isso não era a prioridade naquele momento”,

explica Mourão.

Objetos deixados

As missões Apollo deixaram um monte de coisas na Lua. Desde o módulo de descida da Apollo 10, que ficou por lá mesmo, até o jipe lunar da Apollo 17, passando por satélites, aparelhos diversos e muitos estágios de foguetes. A mais importante delas é a única que está em operação até hoje: um conjunto de cubos refletores que funcionam como espelhos lunares.

Apollo 11 deixou uma placa na Lua (Foto: Nasa/Divulgação)
Apollo 11 deixou uma placa na Lua (Foto: Nasa/Divulgação)

“Esses cubos são usados para medir a distância da Terra à Lua, que varia. Diversos observatórios, dentro e fora dos Estados Unidos, já usaram esses refletores em pesquisas. Se o homem não tivesse ido à Lua, isso seria impossível”,

afirma o astrônomo.

Não é possível ver esses objetos da Terra por que eles são muito pequenos em comparação com a Lua e a distância é muito grande. Seria a mesma coisa que você pedir para Armstrong, da Lua, enxergar um automóvel aqui na Terra. Um exemplo: você consegue enxergar montanhas na Lua? Pois elas existem e algumas têm mais de 4 mil metros de altura (o ponto mais alto do Brasil, o Pico da Neblina, tem pouco mais de 3 mil metros). Agora, se a gente mal consegue ver montanhas, como é que vamos enxergar os pequenos objetos deixados pelas Apollos?

Além das coisas que os astronautas deixaram na Lua, há as coisas que eles trouxeram. As rochas lunares foram analisadas por cientistas do mundo todo e sua autenticidade foi comprovada.

“Não dá para falsificar isso. Rochas lunares têm características muito especiais, não vistas na Terra, por que elas são atingidas por micrometeoritos”

, conta Mourão.

Por que o homem ainda não voltou?

Essa reportagem provavelmente não seria necessária se a Nasa tivesse mantido as missões lunares e as pessoas estivessem tão acostumadas com descidas à Lua quanto estão hoje com voos à Estação Espacial Internacional. Então, cabe a pergunta: se o homem foi à Lua, por que não voltou? A resposta: política.

Quando o homem vai voltar à Lua? (Foto: Nasa/Divulgação)
Quando o homem vai voltar à Lua? (Foto: Nasa/Divulgação)

Depois que os Estados Unidos chegaram à Lua, os soviéticos resolveram brincar de “eu nem queria mesmo” e deram uma bela desacelerada em seu programa lunar, mantendo apenas as sondas Luna. “A URSS preferiu gastar seu tempo e dinheiro com a estação espacial Mir”, conta Mourão – e nessa eles derrotaram os americanos, que jamais conseguiram colocar a sua Freedom em órbita e acabaram adaptando o projeto para virar a Estação Espacial Internacional.

A Nasa, por sua vez, viveu uma crise financeira numa época que o governo americano acreditava que o povo “não se importava” com o programa espacial. Mais tarde, preferiu concentrar seus esforços nos ônibus espaciais, com a esperança de tornar as missões mais rotineiras.

Agora, no entanto, tudo parece que vai mudar. Com a aposentadoria dos ônibus espaciais no fim de 2010, os americanos estão investindo em novas naves: as Orion, que parecem muito mais com as Apollo do que com os gigantescos ônibus. A principal missão da nova nave: levar o homem de volta à Lua. Mas agora a corrida espacial ganhou mais competidores: China, Índia e Japão também estão na briga. Se tudo der certo, daqui pouco mais de uma década, vamos ter muitas bandeiras causando polêmica em solo lunar.

Mistérios apoiam cada vez mais a “Teoria Moon Hollow” (Lua Oca)

in Estruturas na Lua/Lua/Misterios/Moon Hollow/Ruinas na Lua by

Vários livros de ficção científica do início do século 20, incluindo HG Wells “Os Primeiros Homens na Lua”, descrevem lugar dentro de uma Lua oca habitada por alienígenas. Em 1970, dois cientistas soviéticos levaram esta premissa caprichosa aparentemente um pouco mais longe, propondo que a lua é na verdade uma nave alienígena construída por extraterrestres com inteligência e tecnologia superior. De acordo com os astrônomos, a lua embora reconhecidamente enigmática, tanto quanto corpos celestes não poderiam manter sua massa e campo gravitacional se lhe faltasse um núcleo denso.

A Teoria da Lua ser uma Nave Espacial, também conhecida como a Teoria Vasin-Shcherbakov, é uma teoria que afirma que a lua da Terra pode realmente ser uma nave alienígena. A teoria foi colocada por dois membros da então Academia Soviética de Ciências, Michael Vasin e Alexander Shcherbakov, em julho 1970 em artigo intitulado “A Lua é a criação de inteligência alienígena?”. A tese de Vasin e Shcherbakov sustentava que a Lua seria um planetoide oco criado por seres desconhecidos com tecnologia muito superior a qualquer outra na Terra. Máquinas enormes teria sido usadas para derreter rochas e formar grandes cavidades no interior da Lua, com a lava derretida resultante sendo expelidas na superfície da Lua. A Lua, portanto, consiste em um revestimento interno com um casco semelhante e uma camada externa feita a partir de residuos rochoso metálico. Por razões desconhecidas, a “Spaceship Moon” foi, então, colocado em órbita em torno da Terra. Sua teoria baseia-se fortemente sobre a sugestão de que as grandes crateras lunares, geralmente formadas a partir do impacto de dceb44270e213c651bfc332fc882d5ee_vice_630x420meteoros, são, geralmente, muito rasas e tem fundos planos ou mesmo convexos. Crateras pequenas têm uma profundidade proporcional ao seu diâmetro, mas crateras maiores não são mais profundas. Teoriza-se que pequenos meteoros estão fazendo uma depressão em forma de taça na superfície rochosa da lua enquanto os meteoros maiores estão a perfurar uma camada rochosa de cinco milhas de espessura e batendo em um casco de alta resistência ” logo abaixo. Além disso, os autores notaram que o material da superfície da lua é substancialmente composto por diversos elementos (crómio, titânio e zircónio) a partir da superfície da Terra. Eles também observam que algumas rochas lunares são mais velhas do que as rochas mais antigas da Terra. Eles postulam que a lua compreende uma camada exterior rochosa com poucos quilômetros de espessura que cobre um casco forte talvez 20 quilômetros de espessura e logo abaixo há um vazio, possivelmente contendo uma atmosfera. Em 1975, Don Wilson publicou Our Mysterious Spaceship Moon em que ele compilou o que ele considerava apoiar fatos para esta teoria. Em 1976, George H Leonard publicou Someone else is on the Moon no qual ele reimprimiu inúmeras fotografias da NASA feitas na superfície lunar e sugeriu que as máquinas em grande escala eram visível nestas imagens. Os leitores em geral, não foram capazes de ver esses artefatos.

“Será a Lua uma nave espacial oca enviada para orbitar a nossa Terra num passado pré-histórico?” — Don Wilson, A nossa misteriosa nave espacial Lua.

As críticas

Suniti Karunatillake da Universidade de Cornell sugere que há pelo menos duas maneiras para determinar a distribuição da massa dentro de um corpo. Uma envolve momento de inércia de parâmetros, o outro envolve observações sísmicas.

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Karen Masters – University of Portsmouth

 

No caso do primeiro, Karunatillake salienta que, “Um dos parâmetros, o momento de inércia polar normalizada, é 0,393 +/- 0,001, o que é muito próximo daquele de um objecto sólido comdensidade radialmente constante (0,4 ; para comparação, o valor da Terra é de 0,33). Quanto a este último, ele observa que a lua é o único corpo planetário além da Terra no qual extensas observações sísmicas foram feitas. Essas observações têm constrangido a espessura da crosta da lua, manto e núcleo, o que sugere que não poderia ser oca. Karen Masters – University of Portsmouth sugere igualmente que, com base no comportamento de objetos que interagem com o campo gravitacional da Lua, podemos determinar a massa da Lua. Dada a dimensão observável da Lua, podemos calcular a densidade, que rejeita fortemente a noção de que a Lua poderia ser oco.

Mistérios

1° mistério lunar: um grande satélite, um pequeno planeta

Comparado a outros planetas no nosso sistema solar, tanto a nível da órbita como de tamanho, a nossa Lua pode ser considerada bastante incomum. Outros planetas obviamente também têm luas. Com campos gravitacionais mais fracos Mercúrio, Vênus e Plutão não têm. No entanto, no caso da Terra, que possui um tamanho similar, a sua lua tem um quarto do tamanho do planeta. Comparando este caso com o tamanho imenso de Júpiter ou Saturno que têm pequenos satélites (as luas de Júpiter têm um tamanho aproximado de 1/80 do planeta), em comparação a nossa Lua, aparenta ser uma ocorrência cósmica rara.

Outro detalhe interessante é a distância da Lua até a Terra, perto o suficiente para que a Lua tenha aparentemente o mesmo tamanho do Sol. Esta curiosa coincidência é mais aparente durante os eclipses solares em que a lua tapa totalmente o Sol.

Finalmente, com uma órbita quase perfeitamente circular, a Lua não se comporta como outros satélites que tendem a uma rota mais elíptica.

2° mistério lunar: curvatura improvável

O centro gravitacional da Lua está 6000 pés mais perto da Terra do que o seu centro geométrico. Com uma discrepância tão significativa, os cientistas continuam sem ser capazes de explicar como a Lua consegue manter-se na sua órbita perfeita sem vacilar.

3° mistério lunar: crateras

Pense em fotos que ilustram a superfície da Lua e com certeza irá imaginar um mundo marcado por crateras. A vasta maioria dos corpos espaciais que se dirigem para a superfície da Terra são completamente disolvidos ou significativamente diminuídos devido a vários quilômetros de atmosfera protetora. Sem tal atmosfera, a Lua não possui tal proteção. Contudo quando consideramos a profundidade destas crateras em comparação com o seu diâmetro, isso sugere que a Lua possui material extremamente resistente que previne uma penetração mais profunda. Inclusive crateras com mais de 290 km de diâmetro e que não ultrapassam as 6,5 km de profundidade. Se a Lua fosse meramente um pedaço de rocha homogêneo, estima-se que teoricamente deveriam existir crateras pelo menos quatro a cinco vezes mais profundas.

Vasin e Sherbakov propuseram que a crosta lunar talvez fosse feita de um esqueleto de titânio. De fato, foi verificado que a crosta lunar possui um nível extraordinariamente alto de titânio. A camada de titânio ronda os 32 km de profundidade, segundo estimativas da equipe russa.

4° oceanos lunares

Como se formaram os chamados oceanos lunares? Estas gigantescas extensões, que se acredita serem lava endurecida, surgiram a partir do interior da Lua, devido ao impacto de um meteorito. Enquanto esta teoria pode ser facilmente explicada no que diz respeito a um planeta quente ter um interior de lava, muitos afirmam que a Lua sempre foi um corpo frio.

5° mistério lunar: inconsistências gravitacionais

A atração gravitacional na Lua não é uniforme. A tripulação da Apolo VIII notou que o seu módulo muitas vezes afundava bruscamente quando voaram perto das áreas oceânicas da Lua. Neste locais, a gravidade parece misteriosamente ter maior influência.

6° mistério lunar: assimetria geográfica

No lado mais afastado da Lua (o lado que não pode ser visto da Terra) foram encontradas muitas crateras, montanhas e irregularidades geográficas. Contudo é na face visível da Lua que encontramos a grande maioria das zonas oceânicas. Por que é que 80 % das superfícies oceânicas podem ser encontradas no mesmo lado da Lua?

7° mistério lunar: densidade baixa

Acredita-se que densidade da nossa Lua possui apenas 60 % da densidade da Terra. Vários estudos demonstram o que muitos consideram como a inevitabilidade da Lua ser oca. Em 1982, no livro Moongate: Descobertas Suprimidas do Programa Espacial Americano, o engenheiro nuclear e pesquisador William L. Brian II escreve que evidências recolhidas durante as experiências sísmicas efetuadas no programa Apolo sugerem que “a Lua é oca e relativamente rígida”. Adicionalmente, muitos cientistas foram ousados ao ponto de sugerir que tal característica foi criada artificialmente. De fato, de acordo com a posição das camadas superficiais que foram possíveis de identificar, cientistas declararam que a Lua parece ter sido formada “do avesso”, um argumento utilizado por aqueles que acreditam na hipótese da construção artificial.

8° mistério lunar: outra teoria sobre a origem

No século passado, existiam três teorias principais sobre a origem da Lua. Uma propunha que a Lua na realidade era originalmente uma parte da Terra que se soltou. Outra teoria propunha que a Lua teria se formado ao mesmo tempo que a Terra, emergindo assim da  mesma nébula primordial. Contudo estas hipóteses falharam em justificar as incríveis diferenças na natureza dos dois corpos. A terceira teoria propõe que durante as suas perambulações pelo espaço, a Lua terá sido atraída pela Terra e ficado retida em sua órbita. Os problemas desta teoria encontram-se nas circunstâncias acima referidas: a órbita quase perfeitamente circular e cíclica da Lua e o seu tamanho relativamente grande. Nos casos em que um satélite é capturado por um planeta, seria de se esperar que tivesse uma órbita mais excêntrica ou pelo menos elíptica. Outro problema com essas três teorias é a incapacidade de justificarem o grande momento angular entre Lua e Terra.

A quarta explicação detalhada neste artigo é provavelmente a mais incrível de todas, mas pode explicar as várias anomalias que a Lua apresenta, uma vez que um satélite construído por seres inteligentes não está sujeita às mesmas considerações que seriam de se esperar no caso de corpos criados por um processo aleatório há biliões de anos atrás. De fato, muitos cientistas já aceitam esta teoria como sendo tão válida como as outras.

“Quando me deparei com esta chocante teoria soviética, revelando a verdadeira natureza da Lua, fiquei estarrecido. A princípio, considerei inacreditável e naturalmente a rejeitei. Depois, à medida que informações científicas das expedições Apolo trouxeram mais fatos que apoiavam a teoria soviética, compreendi que realmente não havia como rejeitar esta teoria”, escreve Don Wilson no prólogo do seu livro que explora a teoria do satélite artificial “A nossa misteriosa nave espacial Lua”.

Mas se a Lua realmente é artificial, qual o propósito de sua construção e quem a construiu?

Terá sido construída somente para brilhar à noite no céu ou tem outros desígnios?

O seu campo afeta as marés, os ciclos menstruais das mulheres e alguns acreditam que afeta até o nosso estado mental. Tendo se tornado parte integrante da vida na Terra, é difícil imaginar o nosso mundo sem a Lua. Contudo, é possível que a humanidade em algum momento no passado possa ter vivido sem a Lua.

Uma Usina de Energia Alien na Lua ou apenas testes secretos da NASA com o Campo Magnético lunar?

in Apollo 16/Estruturas na Lua/Lua/Misterios/NASA/News/Projetos Secretos by

Uma usina de energia alienígena foi supostamente localizada em uma das fotos da nossa lua, tiradas pela missão Apollo 16. A foto foi tirada em 21 de abril de 1972.

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A Apollo 16 foi a quinta missão tripulada a pousar na Lua, a primeira a pousar numa região montanhosa do satélite e a décima do Programa Apollo. Foi uma das missões que utilizou o jipe lunar e a primeira a colocar um pequeno satélite em órbita lunar, carregado de experimentos científicos dedicados ao estudo das partículas solares e do campo magnético da Lua.

 

 

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Esq. p/ dir: Mattingly, Young e Duke

 

 

 

A tripulação contou com o astronauta ‘Ken’ Mattingly, escalado para participar da acidentada missão Apollo 13 mas que dela não participou por motivos médicos, depois considerados infundados.

 

 

A imagem da suposta fonte de energia, encontrada em meio as fotos oficias da missão Apollo 16, mostra claramente, em detalhes, uma estrutura que, que na opinião de muitos entusiastas do assunto UFO, seria de uma usina de energia de algum tipo. Qualquer que seja o objeto, parece estar gerando ou atraindo uma nuvem de energia pura.

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A Foto mostra nitidamente algum tipo de energia sendo emanada ou drenada da fonte de energia

 

A imagem acima mostra o que seria a “Usina de Energia”, não pode-se determinar o fluxo da energia, porém, podemos ver que há pequenos fluxos que lembram muito Arcos Voltaicos e ao centro um grande fluxo que se destaca. Não é possível também determinar o tamanho e a extensão desta anomalia.

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Entusiastas UFOS alegam que seria um ponto de reabastecimento para naves alienígenas, onde poderiam extrair a energia diretamente da plataforma energizada, mais ou menos parecido como carregamos alguns modelos de celular que são colocados sobre uma base de carregamento, evitando assim o incomodo dos fios normais.

Céticos alegam que poderiam ser testes secretos da própria NASA, pois como mencionamos no incio do artigo, um dos objetivos da missão da Apollo 16 era efetuar experimentos científicos dedicados ao estudo das partículas solares e do campo magnético da Lua, portanto, fica a dúvida que deixa em aberto todas as possibilidades de mentes criativas criaram suas teorias.

Não temos maiores informações sobre o fato e nenhuma declaração da NASA a respeito, porém o mistério continua.

Objeto em foto tirada por Buzz Aldrin de Neil Armstrong na Lua, Apollo 11, julho 1969, pode confirmar a presença de OVNIS na LUA.

in Apollo 11/Apollo 12/Avistamentos/Casos Desvendados/Estruturas na Lua/Lua/Missões/NASA/News/OVNIS/UFOS/Videos by

Analisando fotos antigas da Apollo 11, fotos liberadas pela NASA em HD, uma delas me chamou a atenção, uma das fotos tiradas por Buzz Aldrin e por mais interessante que possa ser, é única fotografia clara de Neil Armstrong na Lua, a Apollo 11, julho 1969.

Ao fundo, do lado esquerdo, é possível observar um objeto luminoso no horizonte.

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Ampliando a imagem, conseguimos ver do que se trata. Seria uma das naves alienígenas “Observadoras” relatadas por várias astronautas?

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Sim, trata-se de um objeto e não de um reflexo ou poeira na lente, pois os Pixels estão alinhados de acordo com a profundidade do objeto na foto.

Foi então que me veio a lembrança de todos o mistérios que envolveram as missões da Apollo 11 e 12 à lua.

Lembram das comunicações de rádio captadas por centenas de radioamadores no mundo todo naquele 20 de julho de 1969?

“Esses ‘bebês’ são enormes. Enormes! Vocês não acreditariam nisso. Estou lhes dizendo que há outras espaçonaves lá fora e elas estão alinhadas na borda de uma cratera. Estão na Lua nos esperando!” Estas palavras, ditas por Neil Armstrong ao pousar no solo lunar.”

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Objeto fotografado próximo à superficie lunar, enquanto acompanhava atentamente os movimentos dos astronautas da Apollo 12. A foto está registrada na NASA sob o N° AS-12-51-8553

Mas não fomos os primeiros nem os únicos a fazer isso. Ainda assim, mesmo com várias fotografias de objetos voadores não identificados tiradas na superfície lunar e próximas à ela, a NASA continua negando o fato à Humanidade.

De acordo com relatos não oficiais, tanto de Armstrong quanto Michael e Aldrin viram UFOs logo após a alunissagem. Timothy Good, autor do livro Above Top Secret, relata que um astronauta chegou a confidenciar ter visto uma luz misteriosa perto de uma cratera lunar. Maurice Chatelain, ex-especialista de comunicações da NASA e responsável pelo treino dos homens que foram ao espaço, afirmava que Armstrong viu dois UFOs. Entretanto, coube aos cientistas soviéticos falarem abertamente sobre o incidente, dizendo que o astronauta norte-americano confirmara que de fato dois enormes objetos observavam a Apollo 11 no momento da aterrissagem. A agência espacial norte-americana correu para desmentir os soviéticos e sua mensagem foi censurada. O porta-voz do órgão à época, John McLeaish, negou o fato, mas admitiu que a transmissão de voz de Armstrong demorava um pouco para chegar à Terra devido a um processo eletrônico.

Já Chatelain afirmou que as transmissões da Apollo 11 eram interrompidas várias vezes para que a NASA tivesse condições de esconder as notícias do público, censurando as falas. Disse também que os astronautas tinham um código secreto para informar ao controle da missão quando avistavam algo incomum. O cientista garantiu ainda que os vôos da Apollo e os da Gemini foram todos seguidos por UFOs, muitas vezes bem próximos. “A idéia de que a NASA estaria escondendo algo do público é absurda. Não somente dúzias de astronautas teriam que jurar não divulgar nada, mas centenas de engenheiros, técnicos, secretários,” explica Paul Lowman, ex-chefe do Centro Espacial Goddard, da NASA, encarregado de apagar o fogo ateado por Chatelain e outros descontentes com o sigilo. Mas o que acontece realmente é que nem todas as comunicações entre os astronautas e o controle da missão foram conhecidas do público.

O UFOsFacts já publicou várias matérias sobre este assunto e em uma delas, ASTRONAUTAS DA APOLO 11 CONFIRMAM TER PRESENCIADO UFOS OBSERVANDO SUA MISSÃO [VIDEO]o próprio Edwin Aldrin, integrante da missão Apolo 11, que levou o homem à Lua pela primeira vez, concedeu a seguinte declaração:

“Havia algo do lado de fora, próximo o bastante para ser observado…o que poderia ser”?

Ele disse também que na época os astronautas fizeram um pacto de não reportar o testemunho com medo de receberem instruções para fazer contato.

Edgar Mitchell

Por outro lado, Edgar Mitchell, integrante da missão Apolo 14, de 1971, disse que, depois de ir ao espaço, teve certeza de que somos observados por alienígenas.

“Não sei quantos ou como atuam, mas estou seguro de que estão nos observando; vimos naves o tempo inteiro”.

Mitchell ressaltou que a NASA possui diversos relatos dos integrantes da missão Apolo 11 sobre esse tipo de acontecimento.
Entre os relatos, o de Neil Armstrong impressiona:

“As naves eram imensas… Não podíamos acreditar. Fomos advertidos para nos afastar”,

teria declarado o astronauta. Tempos depois, o próprio Armstrong voltou ao assunto:

“Não posso entrar em detalhes, exceto para dizer que essas naves eram muito superiores às nossas, tanto em tamanho como em tecnologia. Eram grandes e ameaçadoras”.

Apesar dos depoimentos, a NASA, oficialmente, desmente qualquer encontro com supostos alienígenas ou outras espaçonaves. No entanto, quem fez a viagem foram os astronautas…

Veja a Baixo a gravação original censurada pela NASA.

 

 

Fotos da NASA e relato fornecido por William Rutledge, Ex-Astronauta da Apollo 20 podem confirmar Missão Apollo 20, e a NASA o que tem a dizer?

in Apollo 20/Documentos Revelados/Documentos Secretos/Lua/Missões/Misterios/Monalisa EBE/NASA/News by

Em 2012, o UFOSFacts publicou uma matéria completa sobre este assunto, e logo em seguida começamos a receber mensagens apócrifas nos alertando para retirar. Seguindo os procedimentos normais, solicitamos maiores informações sobre quem e qual motivo da solicitação, não recebemos a resposta e por este motivo, não retiramos o artigo. Para nossa surpresa, 2 dias depois, o artigo simplesmente sumiu de nosso site que na época era um blog hospedado pelo Google. Entramos em contato e solicitamos informações sobre o ocorrido e também nunca recebemos a resposta, republicamos o artigo novamente e colocamos rastreadores e foi impressionante o numero de acessos provenientes de Palo Alto, sede da Google, porém, o artigo não foi retirado. O alvo então se voltou para nosso canal no Youtube onde sempre respeitamos as regras de copyright e sempre atribuímos os devidos créditos a vídeos que não eram de domínio público. Recebemos notificações de que os vídeos relativos a Missão Apollo 20 tinham sido retirados por infringir a lei do Copyright, mais uma vez, decidimos verificar e entramos na disputa solicitando os documentos que comprovavam a propriedade e sem aviso ou qualquer comunicação, nosso canal simplesmente foi cancelado alegando mais de 3 quebras de copyright, isto sem receber os documentos relativos a propriedade e provando apenas de que sempre houve e continua havendo um forte esquema de acobertamento por agências dos EUA e serviços de internet que por baixo dos panos prestam serviços de informação para agências de segurança americanas.

Agora a história começa a vir a tona novamente e o trabalho de exclusão destes vídeos está a toda no youtube, porém agora o UFOSFacts conta com servidores próprios de conteúdo e vídeo, portanto, podemos colocar o que acharmos conveniente para o esclarecimento do assunto UFO e qualquer solicitação deverá seguir todos os trâmites legais e caso haja uma invasão de qualquer que seja a origem, estará sujeita a processos legais de acordo com as Leis do Brasil.

Real, ou uma farsa?

Embora informações sobre Apollo 20 seja bastante escasso , uma entrada no WikiBooks.org parece indicar que se trata de uma brincadeira por um artista de vídeo francês chamado Thierry Speth, que aparentemente admitiu a espalhar a falsa noticia em 9 de Julho de 2007, em um forum chamado need2know.ue. Todos estes sites não existem mais.

Pesquisando mais sobre este suposto artista também há várias informações desconexas, umas afirmam que ele próprio admitiu, porém quando entrevistado por um jornalista, ele se negou a responder, assim como também parecia não conhecer muitos detalhes do próprio vídeo.

Vários sites aproveitaram para explorar o possível HOAX, porém apenas replicaram informações já existentes e não confirmadas na internet, sem mostrar prova alguma que contestasse tais informações.

Portanto, não se sabe se é realmente um HOAX ou apenas um artista sem reconhecimento e sites oportunistas tentando ganhar com tudo isto, pois não há provas.

O UFOSfacts investigou a história e todos os links estão offline e curiosamente alguns links encontrados, o IP reverso cai diretamente no Departamento do Tesouro dos EUA.

Pesquisas no youtube apenas resultaram no que o youtube pode oferecer, lixo, muitos vídeos totalmente nosense, escritores fracassados procurando notoriedade e promovendo seus livros de conspirações, pseudo editores com montagens grotescas e amadoras apenas buscando as migalhas de remuneração oferecidas pelo youtube, enfim, nada de novo ou controverso que seja digno de nota.

Um Fato não pode ser negado ou desmascarado, as fotos disponíveis são encontradas no próprio site da NASA. Por que não tiraram ainda assim como fizeram com várias outras, bom, as vezes é melhor não mexer para não despertar mais atenção.

Novos Updates sobre a história

A Foto em questão liberada pela própria NASA, feitas pela Apollo 15, é possível observar uma nave localizada dentro de uma das depressões na lua, é possível ver a olho nu sem ajuda de qualquer equipamento. Se você tiver dúvidas, pode ver a foto original no próprio site da NASA => http://www.lpi.usra.edu/resources/apollo/frame/?AS15-P-9630 e olhe no centro da foto panorâmica, nossa sugestão é que baixe em seu computador ou Tablet e visualize com 5x de resolução.

 

É impressionante, não é?  Então, as missões Apollo supostamente deveriam seguir até as missões 20 ou 21, mas devido a cortes orçamentais eles cancelaram o projeto na missão à lua da Apollo 17.  Mas… na verdade é que eles fizeram as missões Apollo 18 até 20 secretamente quanto possível para ninguém notar. Isto inclui lançamentos de foguetes de teste, verbas “realocadas para projetos secretos”, pois desta forma ninguém tem acesso as informações e quando trata-se de projetos secretos nos EUA, ninguém significa ninguem, isto pode atigir até níveis presidenciais, afinal é um cargo temporário e ocupado por um civil. Mas como diz aquele ditado onde diz que um segredo só estará seguro entre 3 pessoas se 2 delas estiverem mortas funcionou, pois como estavam vivos a história acabou vazando por alguns integrantes arrependidos em seu leito de morte. Diz-se que a missão Apollo 20 entrou nesta nave-mãe que aparece na foto com a simples missão de recolher informações e toda a tecnologia que eles pudessem encontrar, incluindo seu piloto supostamente “Alienígena” que curiosamente estava nua,coberto apenas com um tipo de cera clara como revestimento. Eles disseram que ela não estava morto e nem viva, mas em um estado de animação suspensa. Ela foi encontrada junto aos controles na nave com vários tubos anexados ao seu corpo, exatamente como se estivesse realizando uma longa viagem enquanto sua nave colidia com a superfície da lua.

Agora, esta é uma foto oficial NASA nos seus arquivos e, portanto, não pode ser contestado ou desmascarado. Veja as fotos abaixo da nave espacial longo antigo nesta foto.

Uma entrevista com William Rutledge, suposto membro da tripulação da Missão Secreta da Apolo XX (realizada secretamente e em conjunto com a URSS) em Agosto de 1976, coloca mais lenha na fogueira e deixa a NASA em pânico. Pois, após uma idade avançada, resolveu revelar a missão, liberando documentos, fotos e vídeos. Entre estes relatos que deu durante uma entrevista a um repórter italiano, ele contou em detalhes toda a missão, forneceu nomes e um relato completo de tudo que aconteceu e viu durante a missão da Apollo XX.

Veja a Entrevista :

L. S. – Como se tornou um astronauta com a NASA nos anos 70?
W. R. – A NASA não me empregou, quem me deu emprego foi a USAF. Eu tinha trabalhado em um estúdio de tecnologia estrangeira, apenas russa, e estudei sobre o projeto N1, sobre o plano de projeto Ájax e no projeto Mig Foxbat 25. Tinha algumas habilidades para navegação de computador e eu era voluntário para o projeto MOL-Gemini. A USAF me recrutou. Optei mais tarde pela Apollo 20 porque eu era um raro piloto que não acreditava em Deus, o que mudou desde 1990. Isto não era o status dos astronautas da NASA. Não acreditar em Deus fez a diferença.

Uma foto do interior da espaçonave, com as bandeiras dos EUA e URSS unidas, e o símbolo da Missão Apolo 20 embaixo.
Uma foto do interior da espaçonave, com as bandeiras dos EUA e URSS unidas, e o símbolo da Missão Apolo 20 embaixo.

L. S. – Quando e, acima de tudo, por que decidiu abrir essas informações sobre a missão espacial secreta? Há alguém te protegendo?
W. R. – Talvez seja o anúncio da “maravilha de tudo isso”, 2012 está se aproximando muito rápido. Penso também que os UFOs aparecerão com mais freqüência a partir de setembro de 2007. Muitas pessoas morreram ao meu redor em Ruanda. Tenho tido mais tempo para me preocupar com isso. Sobre proteção, por favor, entenda, é difícil falar de minha blindagem.

L. S. – Após a missão Apollo 20, que ocorreu em 1976, segundo as informações que você nos deu, o que fez e quando deixou os Estados Unidos?
W. R. – Depois da Apollo 20, algumas coisas aconteceram, não estava ciente de como o material coletado seria usado. Pensei que a nave espacial era uma péssima idéia. Trabalhei no projeto KH 11 antes de me aposentar.

L. S. – Nas suas palavras no YouTube, você mencionou os membros da Apollo 20, entre eles há um cosmonauta soviético, Alexei Leonov. Lembro-me que ele ainda está vivo. Ele sabe o que você está fazendo na rede mundial? Você falou com ele depois de abril de 2007? E se a resposta for não, você não tem medo do que ele poderia fazer ou dizer?
W. R. – Leonov não está ciente de tudo isso. Eu não falei com ele, nossos contatos foram totalmente perdidos em 1982, 1984. Fui para Ural em 1995 ou 1994, não me lembro, respondendo a um convite, mas estava uma grande confusão aqui, cruzei Moscou quando os tanques estavam atirando no parlamento russo. Não posso imaginar a reação dele. Se ele descobrir os vídeos sem uma preparação, ele pode confirmar ou deixar rolar. Se ele tiver preparado e avisado, ele pode negar.

L. S. – A questão dos subtítulos nos diálogos do “material da nave”, você o fez ou mais alguém o ajudou? E os diálogos originais? Estavam no material? Teve problemas com a codificação durante a transferência?
W. R. – Sim, diversos problemas. Os subtítulos foram feitos apenas depois da transferência, tenho que trabalhar com a distância, estarei de volta em Ruanda em julho. Pedi para colocar o material do vôo rapidamente, eles fizeram as legendas em uma hora, a abertura para 1.8 não está no lugar correto, há erros, mas isso não me espanta. A Apollo 11 me surpreendeu em uma menção no começo do filme, isto está no filme original, um internauta me avisou. Os filmes não são da primeira geração, alguns deles foram copiados em 1982, estou certo disto, alguns tem o fundo azul como eram as do final dos anos 70.

L. S. – Nos diálogos entre os astronautas e a missão de controle, há algumas expressões que não entendo: por exemplo, “CSM”, “DSKY” e “Vanderberg 20”. Poderia imaginar que “DSKY” é a posição que estão na Lua (perto da cratera Izsak) e o “Vandeberg 20” são do controle de missão, localizado na base da Força Aérea em Vanderberg, na Califórnia. Pode explicá-los?
W. R. – CSM é Command Service Module [Comando do Módulo de Serviço], DSKY era o computador “display keyboard” [Exibição do teclado], usávamos muito disso. AGC é Apollo Guidance Computer [Computador de Guia da Apollo] o mesmo que DSKY, mas localizada dentro da nave da Apollo e unida a um telescópio. Em alguns vídeos, as primeiras imagens vistas é o painel DSKY com linhas “prog”, que indica o programa que está correndo em verbo e pronome, o verbo indica o que o DSKY precisa fazer e mostrar. Antes de filmar tive que entrar no verbo 15 (que é MET, missão, tempo, ou horas, minutos, segundos, então há 65 pronomes para exibição naquelas fileiras, as horas estão na primeira linha, minutos na segunda e na terceira estão os segundos e os décimos). Então, em cada filme colocamos a data no começo da matéria, MET (Mission Elapsed Time). No filme do vôo, o computador indica 144 horas se me recordo bem. Capcom (cc) é a função do único carregado da transmissão oficial para os astronautas. Ele garante todas as informações e as transmite para os astronautas, notícias do solo, instruções para correções, chamadas para acordarem, há três pessoas se revezando. A síntese era “Vandenberg” chamando de próximo vandenberg “vinte” uma ligação do “vinte”. Isto invertia quando começava da terra: Capcom – Vinte ou às vezes EECOM-vinte, Guido vinte era quando tínhamos um trabalho especial para fazer, entrada num dique, correções. Quando a saída de um dique era feita, as comunicações eram diferentes. Constelação vandenberg (nome da espaçonave da Apollo), fênix vandenberg (nome do LM). O nome da nave da Apollo 19 era Endymion e Ártemis era o nome do modulo lunar.

L. S. – Gostaria de saber algo mais sobre a preparação da missão “Apollo 20”. De onde e quando o foguete saturno foi lançado e quantas pessoas estavam envolvidas nesta missão. Pode dizer alguns nomes?
W. R. – Trezentas pessoas estavam envolvidas na preparação e mais algumas outras testemunhas em vandenberg. Ela foi lançada desta AFB. Mais e mais testemunhas chegaram, muitas pessoas viram a partida, câmeras foram proibidas em todas as redondezas de Vandenberg, mas hoje muitos filmam os lançamentos de cada foguete do delta de suas cidades. Outras pessoas viram este lançamento, mas não estavam sabendo que era a Saturno 5. Um internauta vendo o vídeo do lançamento disse que era o lançamento da Saturno 1B . Se hoje, com todas as informações disponíveis, alguém ainda comete tal erro, você pode imaginar como era isso em 1976. A preparação era longa, sujeita a cancelamentos, novas largadas. Os Russos tinham as primeiras informações desde 1966, não sei quais eram suas fontes.

L. S. – Pode me dizer alguma coisa sobre a colaboração russa na Apollo 20?
W. R. – James Chipman Fletcher colaborou para EUA e Valentin Alexeive para a Rússia. Werner Von Braun era o inspetor de sorte. Na Capcom tínhamos o Charles Peter Conrad e James Irwin.

L. S. – Diga-me alguma coisa sobre as missões “Apollo 18” e a “Apollo19”, especialmente sobre esta última e sua falha. Eram missões secretas com o mesmo objetivo da “Apollo 20”? Conte-me sobre sua ex-namorada, Stephanie Ellis, “a primeira mulher americana no espaço”, de acordo com a carta formal que você me escreveu. A história oficial do espaço não a inclui como astronauta…
W. R. – A Apollo 18 era o projeto Apollo-Soyuz, uma Lua de Mel antes do pouso na Lua e foi apresentado com um simples “aperto de mão” na missão de 1975. A Apollo 19 e Apollo 20 eram missões perigosas. Na longa duração do vôo, a pressão do Helio era muito alta no LEM, a segurança do disco tinha que estourar se a pressão estivesse alta, mas os motores ficariam inúteis depois disto. Então foram trocadas na Apollo 19 e 20, mas não foram testadas no espaço antes. Estava certo, mas… No papel. De qualquer maneira não tivemos problemas com isso. Era uma missão longa, sete dias programados na Lua, cada raio de luz era usada até a elevação. A Apollo 19 teve uma perda de telemetria, um brutal fim de missão sem dados. Agora a verdade é desconhecida, mas parece que foi um fenômeno natural, uma colisão com um “quase-satelite” como Cruithne, ou um meteoro (eu acho que a probabilidade é mais alta). O objetivo era o mesmo, o pouso era no mesmo local, o programa de exploração era diferente, eles tinham um grande trabalho para fazer, explorando o teto da nave e escalando na “colina de Mônaco”, (terei que colocar um mapa lunar on-line). Nenhum astronauta americano está registrado, descobri desde que muitas pessoas encontraram diversos William Rutledge na NASA. Posso ter encontrado na lista dos pilotos de teste de Chance Vought, no centro de consulta de registro de James Forrestal. Eu estava envolvido com os fluidos mecânicos. Meu chefe era Bogdanoff (nada em comum com o cientista Bogdanoff). Stephanie Ellis nasceu em Abidjan (Costa do Marfim) em 1946, chegou à América com sete meses de idade. Ela era a especialista da LM, trabalhou com Grumman Bethpage para novas implementações no sistema de navegação da LM (note que LM15 foi oficialmente destruída por Grumman). Ela contribuiu com o debug do programa luminar. Apollo 19 e 20 tiveram sérios problemas com a entrada no dique e com algumas reuniões. O conhecimento técnico dela era tão bom quanto à de Roger Chafee. Ela era uma pessoa maravilhosa e engraçada também. Tenho algumas fotos dela no LEM. Não mostrarei os outros membros da tripulação. Quanto aos colaboradores russos, não sei como, mas eles foram informados da presença de uma nave no lado distante da Lua. A Luna 15, em julho de 1969, chocou-se no nariz da nave. Era uma sonda similar a um guarda chuva ou a outra qualquer na órbita lunar. Eles fizeram mapas e quadros precisos da área. O centro das decisões era em Ural, na cidade de Sverdlovsk. O chefe do programa era professor Valentin Alekseiv, que mais tarde tornou-se presidente da academia de ciência de Ural. Leonov foi escolhido por causa de sua popularidade em conduzir o pessoal comunista, e porque ele estava na Apollo-Soyuz. Em 1994, encontrei de novo Valentin Alekseiv em Ural, Yekaterinburg, e ele tinha um modelo da nave feito de malaquita com a cadeira embutida de ouro. Eu poderia lhe contar cem historias sobre como os Russos quiseram nos impressionar. Por exemplo, quando vim para a academia de Ural pela primeira vez, meus pés escorregaram no chão, eles tinham colocado verniz no chão, não estava seco, queriam nos mostrar seus novos escritórios, ele fizeram tudo isso da “maneira russa”, rapidamente, com grande quantidade de verniz, sem estar completamente pronto.

L. S. – Há alguém nos EUA, na Rússia ou na Europa que possa confirmar a sua história? E você não tem medo que alguém possa ameaçar seus amigos ou parentes?
W. R. – Nos EUA, honestamente, não sei quem está vivendo lá agora. Conrad morreu de uma maneira estranha, a morte dele foi terrível. Irwin está morto, acho que Van Braun e James Fletcher também. Leona Marieta Snyder está viva, nos comunicamos e ela me apóia neste trabalho. Na Rússia tem Valentin Alekseiev e Alexei Leonov. Leonov é aposentado, não estou certo disso, mas é por causa dos problemas de saúde dele. Sobre segurança, sem problema já que vivo em Ruanda, eu tive problemas só agora na Europa, minha família está morta. Fui para Ruanda em 1990, e fiquei durante três anos. Os meses de abril a julho foram os piores da minha vida, mas agora tenho amigos verdadeiros na comunidade Tootsie e no governo. Não sou conhecido em Ruanda como William Rutledge e cidadão Americano, tenho uma vida toda nova. Mantive meu sinal da Lua, nomeado de tecido Beta.

L. S. – O que soube sobre o não oficial instituto de pesquisa Warwinck informado no Programa de Aclamação Pública lançado em 1992 para o MUFON?
W. R. – Não tinha conhecimento desta informação, 1992 foi um ano muito difícil para mim, estava desconectado de tudo isso.

L. S. – Agora podemos discutir sobre a “nave alienígena” e “a cidade” no lado distante da Lua. Você entrou dentro da nave espacial? Que tamanho era? Encontrou algo lá dentro?

W. R. – Entramos dentro da nave gigante, e também dentro de uma triangular. As principais partes da exploração eram essas. Era uma nave mãe muito antiga que cruzou o universo à pelo menos um bilhão de anos atrás (1.5 estimados). Havia muitos sinais biológicos, restos antigos de vegetação em uma seção de “motor”, rochas especiais que emitiam “lágrimas” de um líquido amarelo que tinham algumas propriedades medicinais especiais e, claro, sinais de criaturas extra-solares. Encontramos restos de pequenos corpos (10 cm) vivendo de principio, em tubos de vidros da nave, mas a principal descoberta foi de dois corpos, sendo que um intacto.

L. S. – Você visitou a “cidade” na Lua? Onde é? Você entendeu se havia alguma conexão com a nave espacial? A “cidade” e a “nave” ainda estão lá?

Outra foto da cidade lunar (A Catedral) encontrada na face oculta da lua pela tripulação da Missão Apolo 20
Foto da cidade lunar (A Catedral) encontrada na face oculta da lua pela tripulação da Missão Apolo 20

 

W. R. – A “cidade” foi nomeada na Terra e programada como Estação 1, mas pareceu ser um lixo espacial real, cheio de pedaços, peças de ouro, somente uma construção parecia intacta (colocamos o nome de Catedral). Fizemos fotos com pedaços de metais, de toda peça revestida de caligrafia exposta ao sol. No vídeo, as fotos na tela fazem os artefatos parecerem maiores.

L. S. – E o que me diz da “Mona Lisa EBE”? [O nome correto em italiano é Mona Lisa]. Como ela é e onde ela estava na hora que a encontrou na Lua? Onde você acha que ela está agora?

apoloxx-monalisa
EBE – Monalisa – Corpo Alinígena “Fêmea” encontrada dentro da nave pela equipe da Apollo 20

W. R. – Mona Lisa. Não me lembro quem a deu este nome, Leonov ou eu, era o EBE intacto. Humanóide, fêmea, com 1,65 m de altura, cabeluda, seis dedos. Função: piloto, pilotar dispositivo fixado para dedos e olhos, sem roupas, tínhamos que cortar dois cabos ligados ao nariz. Não havia narinas. Leonov soltou o dispositivo dos olhos. Concreções de sangue ou biolíquido estourou e congelou a boca, nariz, olhos e algumas partes do corpo. Algumas partes do corpo estavam em boas condições e não muito comum, (cabelo) e a pele estavam protegidos por uma capa fina transparente. Com dissemos para o controle de missão, as condições do corpo pareciam não vivas e não mortas. Não tínhamos nada de equipamentos médicos, muito menos experiência, mas eu e Leonov fizemos um teste, fixamos nosso bio equipamento no EBE, e telemetricamente as ajudas recebidas pelo cirurgião (médicos da missão de controle) foram positivas. Há outra história, algumas partes poderiam estar inacreditáveis agora, prefiro contar a historia completa quando outro vídeo estiver on-line. Esta experiência foi filmada no LM, encontramos um segundo corpo destruído, trouxemos a cabeça a bordo. A cor da pele era cinza azulado, um pastel azul. A pele tinha detalhes estranhos acima dos olhos e a frente, uma fita ao redor da cabeça não que havia inscrição. A “cabine do piloto” estava cheia de caligrafias e era formado por longos tubos semi-hexagonal. Ela está na terra, não esta morta, mas prefiro postar outros vídeos antes de dizer o que aconteceu depois.

L. S. – Você pôde identificar a origem da nave e a idade da mesma?

Foto feita de um sobrevôo da região lunar onde a nave mãe aparece minúscula no centro da região Foto AS20-1020, Apollo Image Atlas Courtesy NASA/LPI
Foto feita de um sobrevôo da região lunar onde a nave mãe aparece minúscula no centro da região Foto AS20-1020, Apollo Image Atlas Courtesy NASA/LPI

W. R. – A idade foi estimada em 1.5 bilhões de anos que foi confirmado durante a exploração. Encontramos expulsões da crosta original, e em outros lugares, feldspato em espiral, que veio do impacto que formou Isack D; A densidade dos impactos de meteoros na nave validou a idade e também alguns pequenos impactos brancos na colina de Mônaco ao oeste da nave ajudaram.

L. S. – Pode dar detalhes técnicos para cada material que postou no YouTube? Quero dizer, você pode distinguir entre as transmissões de TV do módulo lunar e as câmaras fotográficas durante esses vôos? Eu precisaria saber de detalhes das fotografias para todos os vídeos que você espalhou na web. Qual o significado dos números estranhos visíveis nos vídeos que às vezes lentamente sai de foco do vôo da Lua?
W. R. – Tenho respondido muitas vezes sobre isso, especialmente para os astronautas da Agência Espacial Européia (ESA). A transferência foi feita em Ruanda com codificação, e a recuperação do som não foi muito boa, mas depois se tornou melhor. Os subtítulos não são originais, os coloquei no vídeo após a transferência. Pedi para remover algumas vozes para proteger uma pessoa do controle de missão. Usávamos três câmeras de vídeo na Apollo, uma para o itinerante, chamada GTCA, isto não é o nome de uma companhia, mas uma câmera colorida Westinghouse. Todas as três câmeras de cor têm uma roda colorida, que produziu um atraso de tempo quando transmitido para a terra. Acho que poderia ser possível para uma empresa restabelecer a qualidade da imagem da TV. A câmera CSM tinha um monitor preto e branco e produzia imagens estáveis e afiadas, porque o foco era visível na tela. A câmera LM tinha um visor de vidro. A câmera foi usada uma vez com o visor AGC, usando as coordenadas, eu transmiti o vídeo durante o vôo. O vídeo do vôo foi feito em gravidade zero. Eu estava na janela esquerda, na horizontal, com as pernas em volta da rede de dormir e lentes de vidro. As câmeras tinham um tubo de vidicon sensível a luz, na verdade a uma grande quantidade de luz. As marcas e números são usados para executar uma boa aterrissagem. Durante o programa 64, quando quase que na vertical, tínhamos que colocar o número 60 no lugar da aterrissagem e esperar lá minutos depois da aterrissagem. Estas marcas estão em ambas as janelas, você pode verificar isso no site da NASA. Por favor, no site original da NASA. Tenho uma foto de alguém que viu no filme da Apollo 13u mudando os diafragmas colocando* durante as transmisso controle de miss de misstados ao nariz. e a marca tinha uma inclinação num ângulo especial. Se der uma olhada, você terá uma idéia da minha posição precisa durante a seqüência.

L. S. – Como conseguiu nesses anos as cópias das fotografias da missão?
W. R. – Um dia, alguém que conheço me disse que era o encarregado de manter a segurança ao redor de um container. Uma construção havia sido destruída, e arquivos teriam de ser queimados por uma tocha de plasma. O container estava cheio de coisas interessantes durante esses dias. Como o ser humano é naturalmente curioso, as pessoas encarregadas da segurança entraram no container. Meu amigo pegou uma filmadora de vídeo, um par de pratos de 16 mm, caixas de papel B/W e dois ampliadores. Ele me contatou para vender o papel novo, e foi como descobri as outras coisas. Já havia visto algumas fotos antes, 11*16 e as fotos eram violeta/azul, fotografias RC antigas, assisti aos vídeos, não eram tarefas empresariais, coloquei-os em segurança, a única coisa importante para mim eram as folhas de papel BW. Isso foi há 15 anos.

L. S. – Você já encontrou alguma vez o senhor Clark McClelland, engenheiro formado da NASA que perdeu seu emprego alguns anos atrás por causa do que ele descobriu na KSC (suponho corpos alienígenas ou objetos do espaço)?
W. R. – Os documentos podem estar na KSC, mas corpos ou nave alienígena eu acho que não.

L. S. – Você mencionou em uma carta formal as iniciais C.M e M. Quem são eles?
W. R. – C.M é o website oficial dos oceanos da NASA [http://oceancolor.gsfc.nasa.gov/]; M. também. A.M é a coordenada 508 . No momento eu só tenho as cartas que troco com o centro espacial Johnson. Penso que há um momento de pânico desde 18 de maio. Cheque a coordenada 508 na ferramenta de busca da NASA. A declaração 508 é uma maneira de empurrar a NASA para um material secreto. Esperei uma reação. É parte da minha estratégia. A NASA tem o direito de me bloquear se eu baixar informações não autorizadas. Se eles explicarem por que me bloquearam, eles reconhecem que os vídeos podem ser obtidos através deles. Se eu os processo por violação da declaração 508, eles serão forçados a provar que baixei um material não autorizado, mas isso não é o caso, nunca vou em frente no site da NASA. Desde 18 de maio, não tenho uma resposta precisa, tenho que esperar por uma decisão das sedes. Até mesmo como um cidadão Italiano você tem o direito de pedir material de uma agencia federal como a NASA, veja a declaração 508 no link http://www.section508.nasa.gov/

L. S. – Você não tem medo da reação do governo americano? E por que falou sobre a data de setembro de 2007, quando a NASA e USAF, segundo você, serão forçadas a contar toda a história antes deste dia? O que significa e quem é sua “garganta profunda”? Em um recente encontro entre nós, você falou sobre o ano de 2012, você disse “em 2012 os fracos morrerão e o governo quer dar uma mordida na herança deles, todos tem que estar preparados para 2012”. Há alguma conexão com o retorno do “planeta X” (o ancião Nibiru, adorado pelos sumerianos na mesopotâmia?) O que soube sobre isso?
W. R. – Eu estou na garganta profunda. O que a NASA e a USAF podem fazer agora? Bloquear-me e processar-me seria um reconhecimento. Eles podem falar de brincadeira ou ficção. O único medo que tenho é que eles poderiam abrir um site ou outra conta com meu nome ou colocar vídeos falsos quase perfeitos com erros voluntários para desinformar (causar confusão). Felizmente, a burocracia e o tempo trabalham a meu favor. É uma corrida. Por isso que a idéia de colocar os arquivos de Leonov é uma idéia boa, sem mais controvérsias. Não há fotografias do Leonov, nenhum vídeo dele neste período na LM ou na base da NASA e USAF. Isto relacionado é inimaginável como versão oficial. Sou apaixonado pelo período Sumeriano, da gênese, relatado pelos Sumerianos. Eles explicam claramente como Deus criou o homem. Mas não tenho nenhuma indicação da cosmologia Sumeriana.

Tem uma questão que você não me perguntou e estou sempre surpreso porque ninguém a faz. Por que é necessário esconder os UFOs? Por que desinformação? Por que colocar tudo isso debaixo de um carpete? Isto é uma pergunta de economia. Todas as moedas na terra são baseadas no valor do ouro. Muitos cidadãos não sabem disso, mas o ouro é um metal extraterrestre que vem da morte de uma estrela. Quando uma estrela está morrendo e a sua massa esta crescendo, seus átomos estão comprimidos, e quando a estrela explode, ela espalha grandes quantidades de ouro novo no sistema solar. Por isso que o ouro não é um mineral para negociar, mas sim um metal perfeito de carbono grátis. Isto significa que a substancia mais comum no universo não vale mais que um pedaço de plástico. Isto seria suficiente para derrubar todas as moedas do mundo. Imagine também que um EBE dissesse que “o café tem um ótimo gosto, raro nesta galáxia”. Só a perspectiva de comercializar o café através do universo deslocaria o poder econômico para os países do sul em um dia. Veja, não é problema de pânico, mas simplesmente um problema de economia.Texto de Luca ScantamburloTradução de Danilo Ricardo, da Equipe UFO

A História ganha mais fatos e provas, e em breve a NASA terá que revelar a verdade sobre esta missão.

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