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Caso Rendlesham, o Mistério permanece

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O caso da Floresta de Rendlesham é sem dúvida um dos mais significantes e melhores documentados encontros com OVNI. É também um incidente de muita credibilidade. O evento aconteceu durante 4 dias em Dezembro de 1980. A Floresta de Rendlesham é uma grande floresta de pinheiros, a Leste de Ipswich, em Suffolk, Inglaterra. Perto há 2 grandes bases aéreas da OTAN, as bases da RAF de Bentwaters e de Woodbridge, na época do ocorrido ambas as bases eram arrendadas aos Estados Unidos. Vários incidentes de OVNIs, incluindo avistamentos em massa por pessoal militar, traços no chão e anomalias radioativas foram reportadas na Floresta de Rendlesham.rendlesham_ufo_newspaper-273x300

Tal como aconteceu com o caso Roswell, o governo declarou oficialmente que nada fora do comum aconteceu na floresta de Rendlesham e que a segurança nacional não tinha sido ameaçada. No entanto, evidências posteriores mostraram que o Ministério da Defesa tinha documentado um extenso arquivo sobre o assunto, levando muitos a acreditar que um cover-up tinha ocorrido.

Vamos dar uma olhada no evento.

Rendlesham é uma floresta de pinheiros com 6 quilômetros quadrados localizado a leste da cidade de Ipswich, em Suffolk. Perto de Rendlesham estão duas antigas bases militares, RAF Bentwaters no norte e RAF Woodbridge, que se estende para o lado ocidental da floresta. No momento do incidente, as bases estavam arrendadas para a USAF e sob o comando do coronel Gordon E. Williams.

No final de 2002, veio a público uma informação há muito aguardada pela comunidade ufológica internacional. O Ministério da Defesa Britânico liberou o que diz serem todos os documentos oficiais tratando de um dos mais importantes episódios ufológicos de todos os tempos – provavelmente o segundo mais lembrado do planeta, perdendo apenas para o Caso Roswell: o incidente em Rendlesham Forest, floresta localizada na região de Suffolk, Inglaterra.

Parte dos documentos já era conhecida do público, comentada em livros como “Sky Crash”, de Brenda Butler (com a co-autoria das pesquisadoras Jenny Randles e Dot Street), de 1984, e mais recentemente em 2000, “You Can’t Tell the People”, de Georgina Bruni. Esta última conseguiu publicar boa parte dos arquivos agora liberados, mas desde “Sky Crash” a comunidade ufológica já tinha em mãos o mais importante dos papéis: o memorando do “Deputy Base Comander” da Base Aérea de Woodbrigde, Tenente-Coronel Chales Halt. Apesar de ser mantido em segredo na Inglaterra, acaou sendo liberado pela Lei de Liberdade de Informação (FOIA) nos Estados Unidos. O documento descreve e atesta oficialmente o ocorrido, embora erre na data dos dois episódios.

imageA história começou aproximadamente às 3 da madrugada do dia 26 de dezembro de 1980. Dois soldados avistaram o que pensaram ser uma aeronave em queda na Floresta Rendlesham, numa área localizada entre a bases aéreas de Woodbrigde e Bentwaters, ambas pertencentes à RAF, mas utilizadas pela Força Aérea Norte-Americana (USAF) num regime de “leasing”, sob supervisão da Organização do Tratado Atlântico Norte (OTAN).

Apesar das bases serem controladas pelos EUA, a responsabilidade pela segurança e monitoramento das atividades dentro e fora das instalações ainda estava sob o comando do MoD – o Ministério da Defesa Britânico.

Os soldados faziam o policiamento dos portões no lado leste da base de Woodbridge quando observaram o fenômeno luminoso, que riscou o céu em alta velocidade e pareceu cair entre as árvores. Curiosos sobre o inusitado acontecimento – e em cumprimento de seu dever – pediram permissão ao comando para irem ao local da suposta queda verificar o que tinha ocorrido. Veio em seguida a autorização para que três soldados fossem ao local a pé tentar descobrir o que ocorrera.

Rendlesham_UFOPróximos ao que acreditavam ser o ponto de queda, o sargento Jim Penniston, o aviador de primeira classe John Burroughs e o aviador Ed Cabansag, todos do 81o. Esquadrão da Polícia de Segurança, teriam se deparado com uma cena impressionante: pouco acima do solo flutuava um objeto luminoso.

A descrição desse objeto reproduzida diversas vezes no decorrer dos últimos anos foi dada por Jim Penniston: uma forma triangular, de aparência metálica, com uma base de cerca de dois a três metros de comprimento por aproximadamente dois metros de altura. No topo do objeto pulsava uma luz vermelha, enquanto à sua volta e na base havia uma luz azul contínua. Na medida em que os soldados se aproximaram, o objeto partiu movimentando-se entre as árvores.

Desenho do UFO de Rendlesham
Desenho do UFO de Rendlesham

Por volta das 23 horas do dia seguinte, o tenente coronel Charles Halt organizou um grupo para voltar ao local onde os soldados avistaram o objeto. Além dele, cinco ou seis outros homens – e é curioso como nada a respeito da operação é preciso, mesmo depois da liberação dos documentos – viram, fotografaram e tiraram medidas de três sulcos no solo que imaginaram ser o local de pouso da aeronave. Também observaram o que acreditaram tratar-se de queimaduras e descascamentos em umas poucas árvores ao redor do suposto local do pouso. Dois instrumentos levados por Halt ajudaram a colocar ainda mais lenha na fogueira: um contador Geiger, com o qual o grupo registrou na área índices de radioatividade acima dos valores esperados, e um pequeno gravador, onde Halt descrevia, em tempo real, o andamento da investigação.

A segunda peça foi especialmente importante a partir das 3 horas da madrugada – o mesmo horário do avistamento na noite anterior – quando o grupo passou a observar manifestações luminosas nos céus.

“Cerca de dez graus no horizonte, diretamente no Norte, nós temos dois estranhos objetos, formato meia lua, dançando, com luzes coloridas. Parece estar a cinco ou dez milhas, talvez menos. As meias luas agora se tornaram círculos cheios, como se houvesse um eclipse ou algo assim por um ou dois minutos”.

A descrição do fenômeno resumida pelo tenente coronel no memorando que ficou famoso afirma que primeiro surgiu uma luz avermelhada pulsante através das árvores. Depois pareceu incandescer e quebrar em cinco objetos brancos separados e então desaparecer. Em seguida surgiram outros três objetos parecidos com estrelas, dois ao norte e um ao sul, cerca de 10 graus acima do horizonte. Eles moveram-se rapidamente em trajetórias angulares. Tinham cores vermelhas, verdes e azuis e ficaram nos céus por tempos que variaram de um a três horas. O último a desaparecer, o objeto ao sul, emitia um potente flash de luz de tempos em tempos.

Proporções aumentadas

O caso todo só viria a público três anos mais tarde, através de uma matéria no popular tablóide inglês “News of the World’s”. Usando o pseudônimo de Art Wallace – seu nome real é Larry Warren –, um militar da reserva da Força Aérea dos EUA contou ao tablóide uma história de proporções fantásticas. Relatou que presenciara o “Wing Commander” da base Woodbrigde, Gordon Willians, manter um contato direto com três humanóides que saíram do objeto pousado na Floresta Rendlesham. Com ele, havia dezenas de militares e várias testemunhas civis.

A história de Warren norteou os passos da pesquisadora Brenda Butler, que reproduziu o contato em detalhes em seu livro “Sky Crash”. De lá para cá, ganhou contornos ainda mais intrigantes. Alguns desenhos creditados a Jim Penniston mostram como seria o objeto triangular, em todos os ângulos de visão possíveis. Retratam ainda símbolos que o soldado teria visto na fuselagem da nave.

Curiosamente, esse relato fantástico foi retransmitido sucessivamente ao longo dos anos, apesar de Penniston repetidamente garantir que nunca ficara a menos de 50 metros do estranho objeto. Também não apareceu nos relatos, entrevistas e agora, nos documentos liberados pelo MoD, qualquer menção ao encontro com possíveis extraterrestres.

“Cover up” até contra o governo Britânico

A maior parte do arquivo Rendlesham é composta apenas por correspondência pública. Sucessivamente, oficiais de alta patente encarregados da questão respondiam às cartas inquiridoras de ávidos pesquisadores de UFOs – e algumas vezes de superiores ou outros órgãos militares – remetendo o memorando original de Charles Halt e o comentário de que não houve no episódio fato algum que merecesse precaução relativa à defesa da Nação. Isso explicaria não existir menção a uma investigação mais aprofundada. Explicaria?

O memorando do tenente coronel Charles Halt e o desenho creditado ao sargento Jim Penniston
O memorando do tenente coronel Charles Halt e o desenho creditado ao sargento Jim Penniston

É curioso reparar que mesmo se toda a história nada mais fosse que um engodo ou erro de interpretação, o memorando original e as testemunhas faziam afirmações fantásticas. Um membro da equipe de Halt, Ray Gulyas, obteve fotos do local do suposto pouso e das árvores aparentemente queimadas. Além disso, o fato teria ocorrido ao lado de duas das mais importantes bases militares inglesas, ambas há muito conhecidas pelo emprego de tecnologias avanças. Foi no eixo Woodbridge-Bentwaters que no passado os ingleses desenvolveram o radar, por exemplo.

A gravação de Halt, as suspeitas – ainda que fossem infundadas – de radioatividade acima do normal, por si só teriam gerado preocupação em qualquer lugar do mundo. Ainda mais quando se lê a troca de ofícios que consta no relatório tornado público, onde um estudo preliminar confirma leituras de radioatividade muito acima da radiação de fundo (documento DI52, de 23 de fevereiro de 81).

Não demoraram a surgir suspeitas de uma grande operação de acobertamento. E se elas forem tomadas literalmente, o “cover up” valeria também contra o governo Britânico.

Apesar dos documentos liberados destacarem que não houve contato de radar com possíveis UFOs, a pesquisadora Brenda Butler garantiu que sim, através de um operador civil de radar na estação de Watton-Norfolk. Contudo, já não seria tão fácil verificar isso com o radar de Bentwaters. Dois dias após o episódio, conforme descreve outro documento, datado de 16 de fevereiro de 1981, o Comandante em Chefe da Força Aérea Norte-americana na Europa, General Gabriel, por “acaso” visitou (a expressão utilizada no ofício é “who happened to be visiting the station”) a estação e requisitou – no que foi atendido – a entrega das fitas de gravação das leituras de radar dos referidos dias.

nick-pope-foto-via-the-truth-hides_thumbErros  Nick Pope, famoso defensor ufológico, trabalhou para o MoD de 1985 a 2006 e uma de suas funções era investigar os relatos de OVNIs e identificar ameaças em potencial. Em 1994, ele analisou o caso arquivado de Rendlesham. A falta de qualquer resposta formal ao relatório de Halt chamou a atenção de Pope, pois tratava-se de um relato de um oficial de alta patente sobre a aproximação e pouso de objetos completamente desconhecidos nas proximidades de duas das mais importantes bases militares em toda a rede da OTAN.

Pope iniciou um estudo exaustivo de 3 anos, revelando vários erros na investigação, incluindo uma confusão sobre a jurisdição: o incidente envolvia duas bases gêmeas da USAF em solo britânico. Outro problema: o local de aterrissagem não foi prontamente isolado. As pessoas iam e vinham contaminando o local. Amostras do solo deveriam ter sido retiradas.

Anos após a revisão dos documentos, Pope descobriu uma das falhas mais críticas da investigação: alvos desconhecidos nos radares. Uma das testemunhas alegou que um alvo não identificado apareceu no scope (tela do radar), sobrevoou as bases por duas ou três passagens do radar e desapareceu.

A região da Ânglia Oriental sempre teve uma cobertura extensa de radar, sempre vigilantes no caso de uma possível invasão pelo Mar do Norte. E o objeto do dia 26 foi detectado. Na base RAF Neatishead, um objeto não identificado apareceu no radar e gerou pânico na sala de controle. Não retornava sinal e tinha performance melhor que as melhores aeronaves da RAF, deixando a tela a uma velocidade incrível.

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Jim Penniston

O objeto foi alvo de uma investigação mais profunda. As fitas de radar das bases de Natishead e Watton foram requisitadas três dias depois. Notavelmente, quando oficiais de inteligência da USAF visitaram a base para coletar o filme, eles alegaram que um OVNI havia caído na floresta. Disseram que oficiais sêniores e uma base aérea da USAF próxima testemunharam o acontecimento e tinham até visto alienígenas flutuando em feixes de luz sob a espaçonave. Inacreditavelmente, nem foi dito aos oficiais de radar para manterem a informação em segredo.

Quando memorando foi feito, três semanas após os acontecimentos, as datas estavam incorretas e o MoD verificou a noite errada. Talvez o equívoco tenha ocorrido porque Halt fez o documento a partir de lembranças. Os eventos aconteceram nas noites Jim Penniston em discurso no National Press Clubde 24–25, 25–26 e 26–27, mas o documento coloca os primeiros eventos na noite de 26–27.Quando o erro foi percebido, Pope constatou que a fita do radar havia sido destruída. A investigação original estava irremediavelmente errada e comprometida.

Farol  Tentando explicar o acontecido, o astrônomo amador Ian Ridpath desenvolveu uma teoria. Seu artigo foi inicialmente publicado no jornal inglês “The Guardian” logo após a liberação da gravação de Halt. O texto foi reproduzido em muitos sites e debatido por outros pesquisadores do caso. O texto atualizado está em seu site – onde também estão disponíveis muitos documentos sobre o caso, incluindo os depoimentos das testemunhas e a fita de Halt (áudio transcrição).

Para o ele, o que os militares viram foi uma sucessão de fenômenos naturais mal interpretados. Consultando a British Astronomical Association (Associação Astronômica Britânica), Ridpath descobriu que por volta das 3 horas da madrugada de 26 de dezembro, um meteoro extremamente brilhante entrou na atmosfera e pôde ser visto ao sul da Inglaterra. Para ele, isso explica o contato inicial.

As pesquisadoras locais Brenda Butler e Dot Street encontraram muitas testemunhas civis de luzes no céu naquela noite. A família Webb, por exemplo, retornava de uma festa em uma estrada pela floresta quando observou luzes flutuantes e parou o carro para olhar. Um meteoro tem duração curta demais para que isso seja possível.

Não há dúvidas sobre um ponto importante a respeito do incidente em Rendlesham. Ao contrário do também famoso caso Roswell, trata-se de um episódio extremamente bem documentado e com muitas testemunhas ainda vivas. Mesmo assim, isso não foi suficiente para chegar a uma comprovação definitiva.

Foto obtida em novembro de 1983 pelo cético Ian RidPath: o farol de Oxford Ness aparece à direita.
Foto obtida em novembro de 1983 pelo cético Ian RidPath: o farol de Oxford Ness aparece à direita.

 

Tomar literalmente a teoria cética de um de seus maiores críticos, Ian Ridpath, pareceria zombar da maior parte dos militares envolvidos. Eles já deveriam estar acostumados às luzes do farol de Oxford Ness, e provavelmente até com as marcas feitas pelos lenhadores nas árvores. E há também um problema quanto à conclusão – contrária à de Ridpath – à qual chegou a investigação oficial do MoD acerca da radioatividade.

 

 

Em 1984, uma cópia da fita do gravador de bolso de Halt – com quase 20 minutos de gravação – foi obtida por pesquisadores. Por conta da eletricidade estática e de a fita ter sido copiada com uma máquina velha, boa parte das conversas de fundo não puderam ser discernidas. Tempos depois, a TV estadunidense Sci Fi Channel conseguiu a gravação original. Ela não só revelou as conversas como também nomes que não podiam ser ouvidos na cópia de 1984.

Após o acontecido na floresta, Halt e Moreland estavam em diálogo com seus governos. Foi feita uma “reunião em pé” envolvendo pessoal sênior e foi decidido não fazer revelações públicas do caso. Logo, voos secretos estariam chegando a Bentwaters e Woodbridge. Pessoal secreto das agências de inteligência estadunidenses estavam envolvidos. Burroughs, Penniston e as outras testemunhas foram tiradas da roda, assim como o pessoal sênior da base, incluindo o sub-comandante Halt. Seria o início do acobertamento?

Polícia  A polícia de Suffolk tem um registro datado de 26 de dezembro de 1980 de um relato da força policial da USAF (USAF Law Enforcement Desk): “Temos um avistamento de algumas luzes incomuns no céu, enviamos algumas tropas desarmadas para investigar, estamos designando-as como OVNI no momento”.

halt-e-penniston-foto-via-ufo-evidence_thumbA Constabulary investigou o relato e o resultado registrado é o que segue: “Controle de Tráfego Aéreo de West Drayton checado. Sem conhecimento de aeronave. Recebidos relatos de fenômenos aéreos sobre o sul da Inglaterra durante a noite. As únicas luzes visíveis na área eram do farol de Orford. Busca feita na área – negativa.”

Segundo Ridpath, os “fenômenos aéreos” eram a reentrada do estágio final do foguete do satélite soviético Cosmos 749, que foi muito visto pelo sul inglês pouco depois das 21h do Natal. Os detritos queimando na atmosfera inundaram a Associação de Pesquisa de OVNIs Britânica (British UFO Research Association, BUFORA) e a Autoridade de Aviação Civil (Civil Aviation Authority, CAA) de relatos de OVNIs e aviões explodindo.

Uma carta no arquivo policial diz que um dos policiais retornou ao local durante o dia para garantir que não perdeu nada.

“Não havia nada a ser visto e ele permanece inconvicto de que a ocorrência foi genuína. As imediações foram varridas por feixes de luz poderosos de uma luz de pouso na RAF Bentwaters e do farol de Orfordness. Sei por experiência pessoal que à noite, em certas condições meteorológicas e de nebulosidade, estes feixes são muito pronunciados e certamente causam efeitos visuais estranhos.”

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Sob juramento  Em junho de 2010, já coronel aposentado, Halt assinou um depoimento juramentado reconhecido oficialmente no qual contou os acontecimentos e declarou que acreditava na natureza extraterrestre e no acobertamento do caso pelos dos Estados Unidos e do Reino Unido.

“Acredito que os objetos que vi próximos ao quartel eram de origem extraterrestre e que os serviços de segurança dos Estados Unidos e do Reino Unido tentaram – tanto na época quanto agora – subverter o significado do que ocorreu na Floresta de Rendlesham e em RAF Bentwaters pelo uso de métodos de desinformação bem praticados.”

Ele também desmentiu alegações de que ele e seus homens teriam confundido um OVNI com a luz de um farol.

“Enquanto na Floresta Rendlesham, nossa equipe de segurança observou uma luz que parecia um grande olho, de cor vermelha, movendo-se entre as árvores. Após poucos minutos, o objeto começou a gotejar algo que se parecia com metal fundido. Pouco tempo depois, ele se partiu em vários objetos menores de cor branca que voaram para longe em todas as direções. Alegações de céticos de que isso era meramente a luz giratória de um farol distante são infundadas; podíamos ver a luz desconhecida e o farol simultaneamente. A última estava de 35 a 40 graus forra de onde tudo isso estava acontecendo.”

Comparações feitas entre esta declaração e a fita de áudio encontraram contradições.

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Charles Halt-e e o molde de gesso da marcaaencontrada em rendlesham

 

Em 2010, o Cel. Ted Conrad deu uma declaração sobre o incidente ao Dr. David Clarke, da Universidade de Sheffield Hallam (Sheffield Hallam University), conselheiro ufológico dos Arquivos Nacionais britânicos (The National Archives). “Não vimos nada que lembra-se a descrição do Tenente-Coronel Halt no céu ou no chão”, disse. “Tínhamos pessoas em posição de validar a narrativa de Halt, mas nenhuma podia.”

Em uma entrevista, Conrad criticou Halt pelas alegações em sua declaração jurada. Ele disse que “ele deveria sentir vergonha e humilhação pela sua alegação de que seu país e a Inglaterra conspiraram para enganar seus cidadão sobre esta questão. Ele sabe [o que é] melhor”. Conrad também contestou o testemunho de Penniston dizendo que o entrevistou na época e o sargento não mencionou ter tocado o objeto e sugeriu que todo o incidente pode ter sido uma farsa.

A resposta parcial de Halt foi:

“Ted Conrad está tendo problemas de memória, está com a cabeça na areia ou continua o acobertamento. Até o filho dele admitiu uma conversa familiar provando o incidente… Pelos anos, Conrad fez afirmações conflitantes sobre os acontecimentos. Primeiro ele afirmou nunca ter saído para olhar o céu. Então afirmou que nunca viu nada. Aparentemente ele não se lembra de falar comigo pelo rádio [sobre ver um OVNI enviando feixes de luz para a base]… Lembre Conrad de seu artigo na ‘OMNI Magazine’ de março de 1983… No artigo, ele descreve o primeiro incidente em detalhes e conclui que ‘Aqueles jovens viram algo, mas não sei o que era’. Agora ele está sujando os envolvidos. Esta bem claro que houve uma confrontação muito intensa com algo na floresta. Conrad quer falar sobre como os aviadores foram então sujeitos a esforços de controle mental usando drogas e hipnose por autoridades britânicas e estadunidenses? Sim, Burroughs e Penniston tem questões que se relacionam aos acontecimentos…”

Dias após os acontecimentos, vários oficiais de inteligência conduziram investigações e interrogatórios na base. As testemunhas lembram-se pouco destes interrogatórios e não descartam a possibilidade de terem tido suas memórias do momento confundidas. Penniston diz que usaram sódio pentatol, o soro da verdade. Ele não se lembra de ter concordado com isso, mas acredita que concordou, já que não tinha nada a esconder.

o aspecto de Rendlesham que considero o mais extraordinário – e duvidoso. Supostamente, Penniston teria se aproximado do objeto pousado o bastante para desenhar detalhes em um bloco de anotações. Ele teria desenhado símbolos estranhos que vira na fuselagem do objeto e, segundo ele, pareciam-se com hieróglifos.

Além disso, ele teria também tocado o objeto. Ao tocá-lo, ele surgiram uma série de zeros e uns em sua cabeça – aparentemente sem sentido algum. Ao tirar a mão do objeto, a “mensagem” terminou. Após isso, o objeto decolou e foi embora.

Penniston ficou atordoado pela sequência de números e se sentiu compelido escrevê-la. Os números “aparentemente sem sentido” são código binário.

Aqui, abro um parêntese.

Em 1974, seis anos antes do caso de Rendlesham, após melhorias que lhe conferiram maior potência, o radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico, o maior do mundo, transmitiu ao espaço um cumprimento da Humanidade. O sinal foi enviado para o aglomerado de 300 mil estrelas M13, a 25 mil anos-luz  na constelação de Hércules.

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Foram 1679 pulsos de código binário, que levaram quase três minutos para serem transmitidos. Por que 1679 dígitos?

1679 é o único produto de dos números primos 23 e 73. Qualquer inteligência que poderia receber a mensagem procuraria por traços universais como frequências de elementos químicos, números primos e códigos binários.

Como apenas os 23 e 73, quando multiplicados um pelo outro, produzem 1679, o sinal foi arranjado em uma grade de 23 por 73 quadrados para formar representações incluindo numerais, química orgânica, a forma humana, a população da Terra, o Sistema Solar e o radiotelescópio.

Resumindo, 1679 é, matematicamente, uma forma de mostrar que há uma inteligência por trás do sinal transmitido.

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 As páginas com o código permaneceram em segredo por trinta anos. Em outubro de 2010, junto ao History Channel, Penniston confiou o código ao programador Nick Ciske. O código foi decifrado conforme a tabela ASCII (American Standard Code for Information Interchange, Código Padrão Estadunidense para o Intercâmbio de Informação), uma codificação de caracteres de oito bits.

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Aqui a mensagem decifrada:

Mensagem binária alienígena (extraterrestre)
Exploration (of) Humanity Conti(nuous) For Planetary Advan(ce)
(Exploração da Humanidade Continuação para Avanço Planetário)

52° 09′ 42.532″ N
13° 13′ 12.69″ W

“Exploração da contínua da humanidade para o avanço interplanetário”.

É claro que a interpretação do código levantou um grande debate entre os conhecedores do assunto e até numerólogos. Alguns fizeram conversões diferentes e tiraram suas próprias conclusões sobre “uma mensagem sobre o futuro da humanidade”.

Alguns especialistas extraíram algoritmos de círculos em plantações para criar imagens a partir do código de Penniston. As imagens parecem mostrar seres bípedes ou animais. Por serem de resolução extremamente pequena, acabam sendo muito subjetivas e abertas a interpretações.

As coordenadas correspondem a uma ilha submersa na costa oeste do Reino Unido, conhecida como a ilha do Brasil (Hy Brasil) ou a lendária Ilha de São Brandão.

A partir de meados do ano 1300 e por mais de cinco séculos circularam na Europa boatos a respeito de uma ilha mágica – Brasil, Hi-Brasil, Hy-Brazil, Brasile, etc -, com cidades cobertas de ouro e natureza exuberante, uma espécie de Jardim do Éden ou Xangrilá. Ela apareceu em alguns documentos até 1870.
Vários mapas mostravam situavam a ilha no Atlântico Norte, geralmente próximo à Irlanda. Expedições da França e da Inglaterra partiram em busca desta terra maravilhosa e voltaram de mão vazias. Era crença, na época, que ela surgia apenas de sete em sete anos; outros diziam que ficava oculta dos olhos humanos pela neblina; e poucos achavam que ela simplesmente não existia.
Em 1675, entretanto, o respeitado navegador Capitão John Nisbet relatou que em setembro de 1674, retornando da França para a Irlanda, encontrou acidentalmente a fabulosa Ilha de Hi-Brasil, após atravessar um espesso nevoeiro.
Ilha de Hi-Brasil
Ilha de Hi-Brasil

A notícia se espalhou e todos queriam sair em busca da terra paradisíaca, mas logo um certo Mathew Calhoon deu entrada numa petição oficial ao Rei Charles I reclamando a posse da Ilha de Hi-Brasil. Não ficou claro em que bases Mathew pleiteava o território, mas prevaleceu o bom senso e foram assegurados os direitos do verdadeiro descobridor daquela terra, o Capitão Nisbet. Mas isto pouco importou, porque a ilha jamais voltou a ser encontrada.

Várias ilhas “misteriosas” no Oceano Atlântico foram identificadas e hoje são pontos geográficos comuns em nossos mapas, como ocorreu com a mística Saint Bredan, que veremos num artigo em breve. A Ilha de Hi-Brasil, entretanto, não foi localizada. Considera-se hoje que ela nunca existiu ou foi uma formação vulcânica temporária que fumegava e produzia o citado nevoeiro, derramando lava em brasa – daí viria o nome “brasil”. Embora especuladores e até algumas seitas queiram vincular esta ilha ao nosso país, cientificamente não existe qualquer relação.
Mapas que mostram a Ilha de Hi-Brasil: Dalorto de 1325, Catalão de 1350, Pizigani de 1367, Canepa de 1489, Gutierrez de 1562, Wagenhaer de 1583, Mercator de 1595, Magini de 1597, Blaeu de 1617 e diversos outros.
Veja o documentário completo feito pela Discovery


[UFO] – O Roswell da Inglaterra [Completo] by UFOSFacts

UFO reportado na fonia entre Aeronave da GOL e CINDACTA/ACC Recife

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Uma áudio recuperado em Jan/2014, mostra o report de um UFO por uma aeronave da GOL, primeiramente para o CINDACTA e logo após para o ACC (Controle Recife).

download (1)O GOL 9109 (G39109) era um voo doméstico com partida do aeroporto Brasilia (BSB) e chegada no aeroporto Fortaleza (FOR).

Na gravação, os pilotos falam sobre um trafego próximo a aeronave que esta na rota 12h (em frente) do avião, o piloto da as coordenadas para o controle que retorna comunicando a não existência de trafego na área, em contato com o ACC de Recife, o controle comunica que já ouve relato de outra aeronave poucos minutos antes na mesma região, reportando um objeto, mesmo não tendo registros do rada do ACC e da aeronave, o piloto decidiu efetuar uma manobra evasiva, logo em seguida o piloto comunica que o objeto desapareceu e que acha se tratar de um OVNI, pois sua velocidade era muita alta, o ACC comunica que irá registrar o relato do OVNI e o piloto responde que não há necessidade, revelando o temor de possíveis represálias por relatar o avistamento.
Ouça o Áudio na Integra

 

Caso Westendorff: 8 anos e o Mistério no Céu de Pelotas – RS permanece inexplicável

in Avistamentos/OVNIS/UFOS by

Em 5 de outubro de 1996 o piloto ganhava o Brasil e o mundo com o relato de sua experiência na Lagoa dos Patos

A Lagoa dos Patos é uma laguna localizada no estado brasileiro do Rio Grande do Sul, sendo a maior laguna do Brasil e a segunda maior de toda a América do Sul

Haroldo Westendorff
Haroldo Westendorff

Haroldo Westendorff, empresário gaúcho, administrava uma empresa de beneficiamento de arroz, uma transportadora e uma fábrica de rações. Nas horas de folga costumava pilotar o seu próprio avião monomotor Tupy (prefixo PT-NTH). Foi num desses momentos de lazer que o empresário viveu uma experiência intrigante.

Às nove horas, logo depois de tomar o café da manhã, ele decolou do aeroporto de Pelotas para mais um passeio.Naquele dia o céu estava limpo e ensolarado e nuvens esparsas permitindo um voo com muita visibilidade. Por volta das 10 da manhã o piloto estava a uma altitude de 1800 metros, sobrevoando a região da Ilha de Sarangonha, a cerca de 15 quilômetros do aeroporto, quando deparou-se um com gigantesco objeto que sobrevoava a região. Segundo o piloto, o objeto teria o tamanho de um estádio de futebol e aproximadamente 50 metros de altura. Era de formato piramidal, com oito lados. Em cada um dos lados haviam três domos salientes. O piloto acompanhou o estranho objeto por aproximadamente 12 minutos. O susto foi enorme. Até a gagueira de infância voltou a afetar-lhe por alguns segundos. Recuperada a fala, o empresário conseguiu levar o monomotor a até muito próximo do objeto, onde permaneceu por mais de dez minutos.

Image3 Por 12 minutos, o empresário permaneceu voando ao redor do OVNI, a uma distância de aproximadamente 100 metros. Deu três voltas ao redor da nave e pôde observar seus detalhes. Era feita de algo parecido com metal, com a parte inferior lisa e oito vértices, que tinham cada um três saliências, como bolhas.

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Desenho feito a partir do relato de Haroldo Westendorff

A nave girava em torno de si própria e se deslocava em direção ao mar. Durante o tempo em que a testemunha permaneceu ao redor do OVNI não percebeu nenhum movimento da nave que pudesse indicar uma reação hostil. De repente, a parte superior do OVNI se abriu, bem na ponta, e dali saiu um disco voador na vertical, que em seguida se inclinou 45 graus e disparou para cima numa velocidade impressionante.

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Desenho feito a partir do relato de Haroldo Westendorff

Assustado, Haroldo se afastou da nave. Nesse momento, aquele objeto enorme subiu na vertical, numa velocidade fora do comum, sem fazer vento, sem ruído de explosão e sem nenhuma reação física.

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Haroldo Westendorff é piloto deste os anos 70, tendo brevê desde os 19 anos. Além disso é bicampeão brasileiro de acrobacias.

Durante o contato, o piloto conversou com familiares relatando o evento e com a sala de controle da Infraero, no aeroporto de Pelotas (RS). Airton Mendes da Silva, Jorge Renato Dutra e Gilberto Martins, puderam confirmar visualmente o objeto.

CONFIRMADO – No mesmo momento o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II) em Curitiba, no Paraná, responsável pelo monitoramento aéreo nos estados da Região Sul, detectou apenas a presença do monomotor. Resposta que ainda hoje intriga o empresário, sabatinado tempo depois por agentes que apresentaram-se como ufólogos.
Oito anos após o episódio, Westendorff conta com detalhes o que avistou naquele dia ensolarado, minúcias que ficaram conhecidas em todo o Brasil.

 

Assista a reportagem completa produzida por um canal local (RBS TV) sobre o caso.

 

Caso da Ilha da Trindade, de Grande evento da Ufologia Brasileira a uma grande Farsa (HOAX)

in Avistamentos/Documentos Revelados/HOAX/OVNIS/UFOS by

 

O Caso da Ilha da Trindade relaciona-se à suposta aparição de um objeto voador não-identificado que teria sido visto pela tripulação do navio Almirante Saldanha, da Marinha Brasileira, em 16 de janeiro de 1958.

Almiro Baraúna
Almiro Baraúna

Os arquivos da Aeronáutica guardam uma célebre sequência de fotos feitas na Ilha de Trindade, a 1,2 km da costa do Espírito Santo. As fotos foram tiradas por Almiro Baraúna, que já morreu e aparece em imagens feitas pelo Fantástico há 13 anos. Até hoje as fotos são consideradas autênticas por muitos pesquisadores do Brasil e do exterior, apesar de um detalhe: em duas fotos, a imagem do disco é idêntica, só que de cabeça para baixo.

O caso número um do Brasil trata de cinco fotos de um disco voador na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1952. Elas foram tiradas pelo fotógrafo Ed Kéffel, da extinta revista “O Cruzeiro”. Circularam em uma edição extra, causaram grande impacto em todo o Brasil e correram o mundo. As fotos foram apresentadas às autoridades militares e muitos pesquisadores afirmaram: esta seria finalmente a prova de que os extraterrestres visitam a Terra. Será mesmo?

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Uma amiga da família de Baraúna relatou o que ouviu da boca do próprio fotógrafo: ele forjou as imagens, foi uma montagem.

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“Ele pegou duas colheres, juntou, e improvisou uma nave espacial e usou de pano de fundo a geladeira da casa dele. Ele fotografou na porta da geladeira um objeto com a iluminação perfeita porque ele calculou tudo e não era bobo. Ele ria muito”, diz Emília Bittencourt. O acervo de Baraúna está com uma sobrinha dele, que não quis gravar entrevista, mas confirma a fraude.

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Forma como a Fraude teria sido feito, conforme depoimento de Emília Bittencourt. Ele fotografou na porta da geladeira um objeto com a iluminação perfeita porque ele calculou tudo e não era bobo. Ele ria muito”, diz Emília Bittencourt. O acervo de Baraúna está com uma sobrinha dele, que não quis gravar entrevista, mas confirma a fraude.

 

Entendemdo a História

Em 16 de janeiro de 1958, o fotógrafo baiano, radicado em Niterói, Almiro Baraúna (30 de abril de 1916 – Niterói, 29 de julho de 2000), então com 42 anos de idade, convidado pela Marinha do Brasil para participar de pesquisas oceanográficas na Ilha da Trindade, no litoral capixaba, teria feito, a bordo do navio-escola Almirante Saldanha, quatro fotografias de uma nave discóide sobre a ilha. O filme foi revelado ainda a bordo do navio – mais precisamente na enfermaria, improvisada como laboratório –, mas devido ao pequeno tamanho do negativo, a suposta nave não pôde ser visualizada por nenhum dos presentes.Dias após o desembarque no continente, Baraúna apresentou à imprensa as fotografias em positivo, ampliadas, alegando serem do tal objeto. Só duas pessoas, o capitão da Força Aérea Brasileira José Teobaldo Viegas e Amilar Vieira Filho, amigos de Baraúna, alegaram ter visto o disco, além do próprio fotógrafo. Em 1967, Baraúna escreveu como o avistamento se teria dado:

“Em 16 de janeiro de 1958, o navio-escola de guerra da marinha “Almirante Saldanha” estava atracado em uma enseada na Ilha Trindade, a umas 800 milhas da costa do Espírito Santo. Eram por volta das 11h, céu claro, a tripulação se preparava para retornar ao Rio de Janeiro quando de repente um grupo de pessoas na popa do navio, dentre elas o capitão-aviador aposentado da Força Aérea Brasileira José Viegas, alertou a todos. Instantaneamente, todos que estavam no convés, umas cinquenta pessoas, começaram a ver um estranho objeto prateado e com forma de pires que se moveu do mar na direção da ilha. O objeto não emitiu nenhum ruído, era luminoso e às vezes se movia rapidamente, depois devagar, para cima e suavemente para baixo e quando acelerava deixava um rastro branco fosforescente que desaparecia rapidamente. Em sua trajetória, o objeto desaparaceu detrás da montanha Pico Desejado e todos esperavam que fosse aparecer do outro lado da montanha, ele reapareceu na mesma direção, parou por alguns segundos e então desapareceu novamente a uma grande velocidade pelo horizonte. Em um primeiro momento quando o objeto retornou, fui capaz de tirar seis fotos, das quais duas se perderam devido ao pandemônio no convés, e as outras quatro fotos mostram o objeto no horizonte, em uma sequência razoável, aproximando-se da ilha do lado da montanha, e finalmente desaparecendo, indo embora. Eu tirei o filme de minha câmera 20 minutos depois seguindo o pedido do comandante, que queria saber se as fotos eram de boa qualidade. Quase toda a tripulação do navio viu o filme e eram unânimes em seus reportes ao Serviço Secreto da Marinha Brasileira. Estes eram os tripulantes do navio:

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1) Chefe Amilcar Viera Filho, banqueiro, mergulhador e atleta; Vice-chefe: 3) Capitão-Aviador aposentado da Força Aérea Brasileira José Viegas; (2 e 4) Mergulhadores: Aluizio e Mauro; 5) Fotógrafo: Almiro Baraúna

O grupo acima também era membro do grupo de caça submarina do Icaraí. Entre os cinco membros, apenas Mauro e Aluizio não viram o objeto porque estavam na cozinha do navio e quando correram para vê-lo, este já havia desaparecido. De acordo aos rumores que escutei no convés, o equipamento elétrico do navio parou durante a aparição do objeto; o que posso confirmar é que depois do navio deixar a ilha, o equipamento elétrico parou três vezes e os oficiais não tinham nenhuma firme explicação para o que estava acontecendo. Toda vez que o navio parava, as luzes esvaneciam lentamente até o ponto em que se apagavam completamente. Quando isso acontecia, os oficiais caminhavam ao convés com seus binóculos, no entanto, o céu já estava cheio de nuvens e não podiam ver nada. Preciso dizer que se o repórter do jornal “Correio da Manhã” não fosse esperto o suficiente para tirar cópias das fotos oferecidas ao então presidente Juscelino Kubitschek, talvez ninguém soubesse sobre esses fatos já que a Marinha havia me “marcado”, perguntando quanto eu queria para não dar nenhuma publicidade às fotos. Eu gostaria de deixar claro que todos os oficiais com quem tive contato durante todo o tempo do inquérito foram muito amáveis comigo, me senti completamente confortável e não impuseram nenhuma objeção à revelação do caso. Apenas mencionaram que a natureza sensacionalista do caso poderia causar pânico na população e essa era a razão pela qual as Forças Armadas Brasileiras queriam evitar publicidade a casos dessa natureza.

30/01/1967

Almiro Baraúna”

Contradições e mentiras dos envolvidos

Tudo indica que Almiro Baraúna, Amilcar Vieira Filho e José Teobaldo Viegas simularam o avistamento do disco voador, pois caíram em diversas contradições. A começar por Viegas, que disse que Baraúna se trancou no laboratório improvisado do navio para revelar o filme em companhia do comandante Carlos Bacellar.3 O que foi desmentido em carta pelo próprio comandante: “O capitão (da reserva) da FAB José Viegas ficou segurando uma lanterna durante a revelação do filme enquanto eu aguardava do lado de fora.”

Já Baraúna, por sua vez, não raro se confundiu, exagerou fatos ou mentiu deliberadamente. Referindo-se aos momentos que antecederam o suposto avistamento do óvni, declarou à revista O Cruzeiro:“O navio estava se apresentando para levantar âncora, de volta ao Rio. Eu estava no convés observando a faina da suspensão da lancha na qual são feitos os desembarques para a Ilha até a metade do caminho (o restante é feito em balsas, pois a Ilha não tem ancoradouro). O mar estava agitadíssimo. O tempo estava nublado claro, sem sombras. Eu estava com a minha Rolleiflex 2,8, modelo E, num estojo de alumínio que a protegia contra a água e o salitre. Havia deixado, momentos antes, a minha Leica com teleobjetiva no meu camarote. O convés estava cheio de marinheiros e oficiais. De repente, fui chamado em altos brados pelo capitão Viegas e por Amilcar Vieira, os quais apontavam determinado lugar no céu e gritavam que estavam vendo um objeto brilhante se aproximar da ilha.”

Numa entrevista concedida em 1997 para a revista Ufo, o ovniólogo Marco Antônio Petit registrou outra versão da boca de Baraúna: “O fotógrafo não passou muito bem: chegou enjoado à embarcação e foi deitar-se ao convés. Pouco depois do meio-dia, em meio a uma gritaria, um tenente da tripulação alertou o fotógrafo para a presença de um objeto voador metálico e discoidal, que evoluía no seu rumo ao navio.”Portanto, diferentemente do que dissera antes, não só Baraúna estaria enjoado, como teria sido alertado da presença do ufo por um tenente, e não por um capitão.

Há mais, porém: não há dúvida de que Baraúna exagerou o número de testemunhas da suposta aparição. Ele dizia que, no momento do surgimento do disco, “o convés estava cheio de marinheiros e oficiais” e que quase cem pessoas teriam confirmado num inquérito a visão do objeto.7 Também nisso foi desmentido: o capitão-de-fragata Paulo de Castro Moreira da Silva, que estava a bordo do Almirante Saldanha em 16 de janeiro de 1958, afirmou ao jornal O Globo que dos oficiais, o único a confirmar a aparição foi o tenente Homero Ribeiro, e que no total apenas “umas oito” pessoas teriam visto alguma coisa – praças, decerto marinheiros e sargentos, que provavelmente foram induzidos a achar que viram algo.

Além do mais, a aparição de um óvni jamais justificaria a abertura de um inquérito policial militar. Isso porque, no meio militar, inquérito “é a apuração de fato, e de sua autoria, que, nos termos legais, configure crime militar. Tem caráter de instrução provisória, cuja finalidade é a de ministrar elementos necessários à propositura da ação penal.” Como o surgimento de um óvni não constitui crime, o máximo que poderia acontecer seria a abertura de uma sindicância, definida como “procedimento sumário, formal e escrito, de caráter meramente investigatório, utilizado para a apuração de fatos ou ocorrências anômalas que não constituam crime, as quais, caso confirmadas, poderão ensejar a abertura do competente processo.”Sobre essa questão, o brigadeiro Armando Araribóia, Chefe do Estado Maior da Aeronáutica, afirmou categórico, em fins de fevereiro de 1958: “Nenhum inquérito está sendo realizado na Aeronáutica sobre o aparecimento do disco voador da Ilha da Trindade.”

Referindo-se à revelação do filme em si, Baraúna disse: “O comandante e vários oficiais do navio mostraram interesse em ver o que havia saído nas fotos. Isso, aliado à minha própria curiosidade, fez com que eu revelasse o filme imediatamente, a bordo.” Outra contradição: Bacellar contou em carta ao repórter João Martins que Baraúna não revelou o filme imediatamente, mas apenas uma hora depois do episódio, devido ao seu estado aparente de grande nervosismo.

Para dar credibilidade à história, e vender as suas fotografias a um bom preço – como acabou conseguindo –, Baraúna disse à imprensa, reiteradas vezes, que as suas fotografias do óvni já haviam sido autenticadas em duas análises, uma pela empresa Cruzeiro do Sul e outra pela Marinha:

“Compareci ao Ministério e fui apresentado a vários oficiais superiores da Armada, que me fizeram toda a sorte de perguntas. Ao todo fui lá duas vezes. Da primeira deixei os negativos, para exame. Eles foram enviados, pelo que sei, ao Serviço Aerofotogramétrico da Cruzeiro do Sul, onde ficaram quatro dias. Foi-me dito, pelos oficiais, que os negativos estavam acima de qualquer dúvida. Na segunda vez, foram feitos testes de tempo: enquanto eu manejava a Rolleiflex, três oficiais cronometravam a duração da manobra. Chegaram à conclusão, por esse teste e pelo estudo da posição do navio e de cartas da Ilha, que o objeto se deslocara, nos momentos em que acelerou, numa velocidade entre 900 e 1.000 quilômetros horários. O seu tamanho também foi calculado, pelo estudo dos pontos da Ilha aparecidos nas fotos, diagramas feitos sobre cartas, etc.; deveria ter ele 40m de diâmetro por 8 de espessura.”

Baraúna foi prontamente desmentido pelo diretor-superintendente da Cruzeiro do Sul, Sr. Hélio Meireles, que fez questão de registrar no jornal O Globo: “Por favor, desminta isso pelo O Globo, pois não conheço pessoalmente o fotógrafo Almiro Baraúna nem o Serviço Aerofotogramétrico Cruzeiro do Sul fez qualquer trabalho para ele. Estamos totalmente alheios a esse assunto de disco voador.” O fotógrafo também afirmou que a Marinha tinha calculado que o óvni tinha 40m de diâmetro por 8 de espessura, e que viajava a no mínimo 900 km/h. Entretanto, em nenhuma parte dos documentos oficiais da Marinha Brasileira se mencionam tais dados.

Posteriormente as fotografias de Baraúna foram examinadas pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), mais especificamente pelos cientistas do Projeto Blue Book, e consideradas fraudes. A análise das imagens evidenciou que o objeto visualizado possuía pouco contraste e nenhuma sombra ao sol do meio-dia, e também que parecia estar invertido numa fotografia em comparação às outras.

Revelação de Emília Bittencourt

Em 15 de agosto de 2010, o programa Fantástico, da Rede Globo, divulgou pela primeira vez como foi montado o óvni da Ilha de Trindade. A equipe do programa descobriu a publicitária Emília Bittencourt, uma amiga de Baraúna, que relatou o que ouviu da boca do próprio fotógrafo: “Ele pegou duas colheres de cozinha, juntou e improvisou uma nave espacial e usou de pano de fundo a geladeira da casa dele. Ele fotografou na porta da geladeira o objeto com a iluminação perfeita. Ele ria muito sobre o assunto”, contou ela.

A alegada confissão,de Baraúna, que faleceu em 2000, também foi mostrada no Fantástico e isto de certa forma incomodou algumas figurinhas carimbadas da Ufologia brasileira incluindo revistas que faturam alto com histórias como estas, pois apesar do Fantástico já ter produzido reportagens sobre UFOs no passado, a maioria positiva em relação ao campo, esta em particular foi bastante negativa, não somente por desmentir o Caso Trindade, como também vários casos famosos do Brasil. Logo em seguida, estas figurinhas se manifestaram afirmando que a parte relacionada sobre Baraúna foi curta e conteve informação muito pouco específica. Como assim “Curta e muito pouco especifica?” Ele não tinha mais o que alegar a não ser que tinha produzido um dos maiores HOAX da ufologia brasileira.

Conclusões

São fatos conhecidos que tanto José Teobaldo Viegas quanto Amilcar Vieira Filho eram amigos de Almiro Baraúna; que os três residiam em Niterói, e que se viam com frequência; que todos eram membros do Clube de Caça Submarina de Icaraí, fundado e presidido por Vieira Filho; e que até a entrevista de Vieira Filho para O Globo contou com a influência de Baraúna, que foi quem o convenceu a prestar depoimento.

As evidências comprovam que tudo não passou de uma trama orquestrada por Baraúna, com a colaboração de Viegas e Vieira Filho… e provavelmente também do tenente Ribeiro. Decerto Baraúna começou a imaginar o embuste logo após embarcar no Almirante Saldanha. Fez ao todo seis fotografias de paisagens da ilha, registrando em quatro muito provavelmente gaivotas em voo solitário e/ou alguns dos balões-sonda cotidianamente soltos pela Marinha para estudos climáticos. Fato é que ninguém pôde discernir o que eram os pontos fixados na emulsão, e isso, bem como o fato do filme não ter sido confiscado nem copiado, possibilitou a fraude, nunca confessada publicamente por nenhum dos seus participantes.

> Fotos de UFO sobre Porto Alegre-Brazil era apenas Avião

in Avistamentos/Brasil/OVNIS/UFOS by

Recebemos esta foto no inicio do mês de Janeiro/2015, tirada pelo fotografo Kzaverde Flores em Porto Alegre, Brasil no dia 04 de Janeiro, alegando a suspeito de um OVNI supostamente em chamas.

Calma pessoal, não estamos sendo invadidos, é apenas mais um caso conhecido como Erro de Idendificação.

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Suposto OVNI em chamas captado em Porto Alegre-Brasil Créditos : Kzaverde Flores

 

Não é preciso efetuar muitas análises sobre a foto, assim como também não foi necessário utilizar softwares de análise profunda para identificar o obvio, um Avião em rota.

Várias companhias aéreas que efetuam voos regulares para o o Aeroporto Internacional Ministro Pistarini, mais comumente conhecido por Aeroporto Internacional de Ezeiza é o maior aeroporto internacional da Argentina. É considerado um dos aeroportos mais modernos e da América Latina e do hemisfério sul.

Analise da Foto

A equipe do UFOSFACTS efetuou uma ampliação da imagem disponibilizada na página pessoal do fotografo e imediatamente já é possível identificar o objeto em questão, um avião em rota a 41 mil pés.

Na foto é nitidamente possível identificar os 4 motores, o que nos leva a 2 companhias que efetuam voo regular e que utilizam aeronaves como Boeing 747 e Airbus A340, Aerolineas e Ibéria.

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Airbus A340 600 Iberia
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Boeing 747-475 – Aerolíneas Argentinas

 

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Foto Ampliada

 

 

 

 

 

Como demostrado na foto, podemos observar os Contrails, mais conhecidos por rastros dos aviões, são condensação de água. Gotículas de água resfriadas (-35°C) estão em suspensão no nível de voo do avião.1 2 O calor de exaustão das turbinas pode alcançar mais de 300°C e ao chocar-se com as gotículas resfriadas na atmosfera, condensam-nas formando vapor de água, formando nuvens chamadas stratus quando mais baixa, ou cirrus quando em altitude elevada. Podem gerar-se também nos vértices das asas. Acontece com qualquer avião à jato, de passageiros ou de guerra. No caso da foto em questão, vemos os Contrail gerados por quatro motores iluminados pelos raios solares.

Na foto também é possível identificar a Fuselagem, Asa e Motores da aeronave como indicado.

Analisando os vídeos, também é possível se observar os Contrails se deslocando, isto se dá aos fortes ventos na altitude em que a aeronave voava no momento.

Abaixo, podemos ver mais 2 exemplos de Aeronaves com seus Contrails iluminados pelos raios solares

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Ambas, também foram confundidas com UFOS, uma confusão normal, inclusive uma delas ocorrida no Rio de Janeiro, foi motivo de piada no mundo inteiro.

Portanto, fiquem tranquilos.

UFO APPEARS IN PHOTO TAKEN IN CANASTRA NATIONAL PARK, MG, BRAZIL

in Brasil/UFOS by
This news was posted on the website MUFONBR, an exclusive portal for the Brazilian people report their exeriências, sightings, send photos and videos to analyze, comment on posts, share, ask questions. The Website has the support and encouragement of UFOSFACTS.COM.
A tourist taking pictures of the landscape in the CANASTRA NATIONAL PARK, MG, Brazil on the last day February 23, 2013 where he accidentally recorded the passage of a UFO.


Exibir mapa ampliado

COMET C 2012 S1 ISON MAY BRIGHT THAN A FULL MOON IN NOV/2013

in NASA/News by
As the comet C/2012 S1 ISON approaches Earth, speculation about its size, magnitude and potential start growing. Although many questions, what is known is that the comet may actually be the most brilliant of recent times. Or the biggest fiasco.ntil the next event that will become global issue that may be the number of comets that passed this year and someone’s sure to spread that there may be a collision. into oblivion leaving the 3 tragedies that even killing thousands of people, was of no use to those who would use their resources to protect life.


COMET C 2012 S1 ISON MAY BRIGHT THAN A FULL… por UFOSFacts
Whenever a comet or asteroid is expected to approach the Sun, or rather the planet, speculation about its origin, size and risk of collision pop up in the media. So it was with Ikeya-Seki in 1965, Hale-Bopp in 1995, Kohoutek in 1975 or more recently with C/2006 P1 McNaught, Elenin in 2007 or in 2011.
Recently, the discovery of comet C/2012 S1 ISON also gained much prominence in the virtual media, mainly because it is anticipated that the object really shine in late 2013, with some models pointing absurdly low values ​​of negative magnitudes near 18, which in practical terms means a true spotlight in the sky. (Just remember, the lower value of magnitude, the brighter the object).
Comet C/2012 S1 ISON was first observed by CCD images recorded in observatories of Mount Lemmon and Panstarrs in the U.S. between December 28 2011 and January 28, 2012, but only had its orbit calculated from the remarks made by Russian astronomer Artyom Novichonok and his colleague Nevski Vitali, from Belarus, who used images taken by the robotic telescope of 400 mm belonging to the network ISON (International Scientific Optical Network), near the city of Kislovodsk, Russia.

The orbit of C/2012 S1 ISON is kind of hyperbolic, so is not considered as part of the Solar System. Apparently, the comet originated in called the Oort cloud, a hypothetical region of space located trihões to 7.5 kilometers (50,000 AU – astronomical units), where supposedly comets and asteroids formed.
According to some mathematical models, the Oort cloud could accommodate between one and a hundred billion comets, and its mass estimated at approximately five times that of Earth.

Maximum Approach

The first calculations made after the discovery showed that the comet C/2012 S1 ISON reach perihelion (closest distance from the Sun) on November 28, 2013, when arrive at a distance of only 1.8 million miles from the center of the star, or 1.1 million km from its surface.

The calculations also showed that on October 1, 2013 the comet will pass just 10 million miles from the planet Mars on Dec. 26 and will reach its lowest point of approach to the Earth, 60 million miles away.


Size and Brightness

Even without any chance of collision with the Earth, which draws the attention of this comet is undoubtedly its proximity to the Sun, scheduled for November 2013.
Currently, C/2012 S1 ISON is only a dim light that can be seen only with large telescopes, but this situation will change as the sun begin to warm the comet nucleus and vaporize the ice that makes up most its structure, turning it into a big mane and a long tail blown by wind solar.
When was imaged by Remanazacco observatory, Italy, September 22, 2012, C/2012 S1 ISON was about 6547 AU, ie, 975 million miles from Earth. On occasion, the records showed that the coma of comet occupied about 5 arcseconds on sky, equivalent to 23,000 kilometers in diameter. However, with the approach and the consequent action of the Sun, this often eat to grow and become increasingly brighter.
According to some models of magnitude, the brightness of C/2012 S1 ISON could reach up to 19 negative magnitudes. This is about 4000 times the brightness that the comet C/1965 S1 Ikeya-Seki in 1965 and then presented 40 times the brightness of the full Moon.
However, in a projection made by Apolo11 using the SSD model (Solar System Dynamics), NASA, the smaller magnitude (brightest) achieved was -11.64 magnitudes, to be observed on December 29, 2013. Despite being a very big difference to other models, yet the brightness of C/2012 S1 ISON is almost three times that of Comet Ikeya-Seki or 25 times more intense than that of comet C/2006 P1 McNaught, who called much attention in 2007 and can be seen even during the day.

Bright comets
To date, the brightest comet ever seen and had its magnitude was estimated C/1965 S1 Ikeya-Seki, which in 1965 was seen in daylight to shine with 10 negative magnitudes. Then it was the turn of C/2006 P1 McNaught, the second brightest comet ever recorded. McNaught reached a magnitude of -5.5 and negative became a show in the sky around the world, including Brazil, where it can also be seen in daylight.

HUGE MISTAKE – Aircraft flying at cruising altitude generates fear and dread in residents of Rio de Janeiro, Brazil

in Brasil/DEBUNKED by
Aircraft flying above 33,000 feet across the sky of Rio de Janeiro
RIO – The fall of a meteor in Russia on Friday left the Brazilians, especially the Cariocas (residents of the City of Rio de Janeiro), with an eye to the sky. In recent days, there were several reported sightings of similar events. At the end of Sunday afternoon, several people scattered around the metropolitan area of ​​Rio photographed and filmed what they believed to be the trail of a bright meteor. Since yesterday was the turn of the residents of the Lakes Region to witness what has been described by some as “a fireball” in the sky. According to experts, in the first case the duration of the phenomenon completely rule out the possibility that it was indeed a meteor.
C-141 Starlifter contrail
To make matters worse the big mistake, nothing more, nothing less than an astronomer at the National Observatory, which by the way, do not know much about a phenomenon called “Contrail” which is vapor cloud created by the exhaust of the engines of an airplane flying loudly. The residues from the burning of fossil fuel are carbon dioxide and water vapor. At high altitudes, hot steam that is released in a very cold environment and, therefore, increases the relative humidity that exceeds the saturation point. The steam then condenses into small particles of water that freezes at low temperatures. These thousands of tiny water droplets frozen form a contrail.
Moreover, the time of day, the bright reddish color and must have been produced by the reflection of the sun, which was already very low on the horizon.
Encouraged by the press, Many thought it was a meteor as it fell in Russia
The most striking is the complete lack of care and good sense of news websites, considered important in the country, who published the news without even consulting experts or federal departments and security control of Brazilian air space. Sometimes these attitudes suggest that the media or someone with more wins all the fear generated by these events largely unknown to the population that despite all the social networking, still do not understand much of which reaches they like information.

Possível queda de UFO – Bahia – Brazil

in Brasil/Fotos/Quedas de Objetos/UFOS by
Um objeto não identificado foi transportado nas imediações da BR324 perto de Feira de Santana – Bahia. O objeto foi fotografado pelo ufólogo, parapsicólogo e terapeuta, Francisco Baqueiro. A foto foi tirada numa terça- feira, 21 de novembro de 2006. Baqueiro ficou sabendo do transporte um dia antes por um informante do serviço de inteligência. O acidente ocorreu na região do Recôncavo Bahiano. Sendo levado para um posto de gasolina entre os municipios de Maracangalha e São Felix, Baqueiro seguiu o caminhão sem identificação escoltado pela Policia Federal com dois carros atrás e dois na frente.

O UFO estava sendo levado sem nenhuma cobertura. Segundo o pesquisador, o caminhão seguia devagar diante de várias pessoas que estavam na estrada voltando para Salvador. Com muita sorte, perto de um posto de gasolina, com a camera do celular, Baqueiro tirou fotos do transporte e enviou paraGevard, editor da Revista UFO. Na revista, a foto de Feira de Santana ,comparada com outras imagens, mostrou uma notável semelhança com outra foto de situação semelhante encontrada na internet alguns meses atrás. Agora Baqueiro esta investigando onde ocorreu o acidente. As investigações indicam que a nave caiu numa plantação de cana-de-açúcar, perto de refinarias. Ele descarta a possibilidade de transporte de água ou áleo e também rejeita a possibilidade da nave ser parte de uma estrutura de um parque de diversão. Agora, com a foto publicada, o assunto está aberto para opiniões. O engenheiro nuclear Luiz Carlos C. Pires, por e-mail, diz que o objeto é a tampa de uma máquina de refinaria.

UFO fografado em Tatui, Brazil

in Brasil/Fotos/UFOS by

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