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FIM DO MUNDO

Fim do Mundo confirmado!! De novo?

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Pois é, lá vamos nós de novo. Como não poderia ser diferente, a cada ano temos anúncios apocalípticos feitos por várias seitas que como todos devem ter notado, nunca dá em nada a não ser um bom dinheiro para quem se aproveita da situação de medo e gerada naqueles que possuem fé inabalável em suas religiões.

Bom, desta vez, o bando de malucos é um grupo de religiosos cristãos dos Estados Unidos que alega ter finalmente descoberto a data certa em que ocorrerá o tão temido Apocalipse narrado como um roteiro de cinema pela Bíblia na parte conhecida como Juízo Final.

O tal grupo de religiosos utiliza uma das passagens para embasar sua previsão de que irá acontecer em 2017.

A passagem em questão menciona uma mulher “Vestida de Sol e com a Lua aos seus pés”, que fazendo uma analogia maluca, eles associaram a um eclipse total que ocorrerá em 21 de agosto de 2017.

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Consultando os dados da NASA, sim haverá um eclipse total na data acima mencionada e será o primeiro em 40 anos que poderá ser observado por quase todo o território americano e parte da Europa.

A tal teoria maluca que está sendo espalhada pelo grupo religioso alega que nosso planeta entrará na era das trevas, isto é, irá ficar permanentemente na escuridão, congelar e acabar com a vida no planeta.

A NASA, além de dar muitas risadas, afirmou que não há a mínima possibilidade disto acontecer, portanto fique calmo, não gaste seu dinheiro comprando velas, pois você já deve estar acostumado a ver estas profecias caírem por terra e ouvir as declarações dos grupos dizendo que recebemos outra chance, mas que se não mudarmos nossos atos, sofreremos o apocalipse com certeza.

Asteroide 86666 surpreende e passa mais próximo da Terra do que previsto pela NASA.

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A Terra teve a sorte de escapar neste fim de semana quando um enorme asteroide que estava vindo em direção ao em que a NASA descreveu sua passagem como um “quase acidente”.

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O objeto maciço de rocha, com quase 3.2 Km de largura e cerca de um quarto do tamanho do Monte Everest – passou raspando enquanto a maioria da Grã-Bretanha já dormia. Para surpresa da NASA, ele acabou passando um milhão de milhas mais perto do que a agência espacial tinha previsto.

Viajando em uma velocidade média de 40.000 milhas por hora, o asteroide, conhecido como 86.666 (2000 FL10), poderia ter dizimado um pequeno país, matando milhares de pessoas, se tivesse atingido a Terra quando ele sobrevoou a Terra nas primeiras horas da manhã deste sábado.

Logo depois que ele passou, a NASA emitiu um “All Clear para tranquilizar as pessoas e avisar que o susto tinha acabado.”

Mas a agência revelou o fato chocante que a rocha realmente passou a 15 milhões de milhas de distância da Terra ao invés das 16 milhões de milhas originalmente previsto.

O asteroide, que é estimado ter entre 0,7 milha e 1,6 milhas de largura, tornando-se mais de 15 vezes maior do que qualquer um dos outros sendo monitorados pela NASA, foi detectado pela primeira vez há 16 anos e os peritos tem o seguido desde então.

 

O Mundo Não Acabou dia 21? Ok!! Novo “cálculo” de Seita afirma que será amanhã!!!

in FIM DO MUNDO/News/Profecias by

A vida não está nada fácil para as seitas e religiões que antigamente pregavam o fim dos tempos. Antigamente era bem mais fácil enganar algumas centenas de fieis, mas hoje, eles estão sob a mira de milhões de observadores pronto para apontar o dedo e cair na gargalhada assim que as previsões forem por água abaixo.

Já imaginaram Nostradamus nos dias de hoje?

Pois é, como não poderia ser diferente, a seita cristã online eBible Fellowship, com sede nos EUA, está lembrando dela? Isso mesmo, a mesma que previu que o mundo acabaria no dia 21 de maio de 2011. Bom, não precisamos nem dizer o que aconteceu, porém para surpresa de todos, eles resolveram rever seus cálculos e agora afirmam que que o mundo será completamente destruído nesta quarta-feira (7). Isso mesmo, amanhã.

Nossa!!! 4 anos para rever um cálculo, bota cálculo difícil nisto.

“De acordo com o que a Bíblia está apresentando, parece mesmo que 7 de outubro será o dia de que Deus falou: no qual o mundo acabará”, disse Chris McCann, líder e fundador da seita, segundo o jornal britânico “The Guardian”.

McCann afirmou ainda que, segundo sua interpretação da Bíblia, o mundo será destruído “com fogo”.

Seria o tal meteoro que deveria ter caído no ultimo 21 e pelo jeito se perdeu e não conseguiu chegar aqui?

E ele complementa:

“Deus destruiu a primeira Terra com água, com uma enchente, nos dias de Noé. E ele diz que não fará isso de novo com água. Mas ele diz em 2 Pedro 3 que destruirá o mundo com fogo”, disse McCann, fazendo referência à Segunda Carta de Pedro, capítulo 3, no Novo Testamento.

O versículo 12 diz:  “Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?”

Segundo McCann, depois de 21 de maio de 2011, Deus teria dedicado 1.600 dias para a tarefa de decidir quem salvaria ou não — o que dá a data de 7 de outubro de 2015.

“Há uma grande chance de que acontecerá”, afirmou McCann, ressalvando: “o que significa que há uma improvável possibilidade de que não ocorrerá”.

Bom, vamos sentar e aguardar e na próxima quinta com certeza vamos ver que os prazos foram estendidos.

RÚSSIA PREPARA AVIÃO PARA O “JUÍZO FINAL”

in FIM DO MUNDO/News/Profecias by

A Rússia está se armando até os dentes. Para quê, no entanto, ninguém ainda sabe ao certo. A preocupação dos russos é tanta que o país decidiu desenvolver uma nova aeronave de controle aéreo avançado, que seria utilizada no caso de toda infraestrutura em solo ser destruída por uma guerra nuclear.

A Força Aérea da Rússia possui quatro Ilyushin Il-80 de controle avançado (Foto – Max Bryansky)
A Força Aérea da Rússia possui quatro Ilyushin Il-80 de controle avançado (Foto – Max Bryansky)

A nova aeronave russa de controle avançado será desenvolvida pela empresa estatal Poliot e será a terceira geração desse tipo de aparelho desenvolvido no país. O fornecedor, porém, ainda não revelou detalhes sobre o projeto, que será iniciado em 2016. A única pista revelada foi que o avião vai melhorar sua capacidade de sobrevivência, o que deve incluir maior tempo de voo e novos equipamentos de comunicação.

Os novos aparelhos devem substituir os quatro Ilyushin Il-80 da Força Aérea da Rússia que atualmente são empregados nessa função, embora nunca tenha acontecido o conflito para o qual foram concebidos.

Nos Estados Unidos, essas aeronaves são chamados de “aviões do juízo final”. Sem uma base em solo segura após um conflito de grandes proporções, o avião poderia ser convertido em base política ou militar, enviando comandos para tropas na superfície.

Boeing E-4B Nightwatch
Boeing E-4B Nightwatch

O avião do juízo final dos EUA é o Boeing E-4B Nightwatch, uma versão militar do 747 com uma série de sensores e equipamentos de comunicação via satélite. O modelo americano pode permanecer no ar por uma semana ao ser reabastecido em voo.

Além disso, a aeronave de controle aéreo norte-americana tem proteções especiais para lidar com os efeitos de uma explosão nuclear.

Assim como a Rússia, os EUA também anunciaram que vão modernizar a sua frota de aeronaves para o suposto fim do mundo.

Fonte http://airway.uol.com.br/

Livro defende que População de Marte foi aniquilada e que o destino da Terra será o mesmo

in Análises/Conspiracy theories/FIM DO MUNDO/Marte/News/Planetas/Profecias by

Todos os dias somos surpreendidos por teorias malucas e devaneios de alguns cientistas desocupados e como não poderia ser diferente, de acordo com algumas hipóteses científicas, se nem o Curiosity, o Opportunity ou nenhum outro engenho humano conseguem encontrar provas de vida em Marte, não é porque não tenha havido, mas porque uma civilização extraterrestre superior teria aniquilado a vida do planeta vermelho sem deixar rastros.

DrJohnBrandenburgA respeito deste assunto, o doutor John Brandenburg se superou e escreveu um livro “Morte em Marte: A Descoberta de um Massacre Nuclear Planetário” («Death on Mars: The Discovery of a Planetary Nuclear Massacre»), que foi publicado em fevereiro de 2015, no qual ele afirma que um par de explosões teria causado o desaparecimento da vida marciana, e não teriam sido explosões acidentais ou fortuitas, mas deliberadas e com fins destrutivos. E Brandenburg não se detém a esse diagnóstico; ele avança com um prognóstico sombrio: a civilização que teria destruído Marte com armas nucleares estaria encarregada de, em algum momento, eliminar a vida inteligente da Terra. Ele analisou partes das suas descobertas, no encontro anual, no Outono de 2014 da Sociedade Americana de Física e num artigo publicado noJournal of Cosmology and Astroparticle Physics.

O especialista está convencido de que Marte abrigou duas antigas civilizações de humanoides, extintas por duas poderosas explosões em regiões próximas, o que, em sua opinião, é impossível que tenha acontecido por acaso. “Por que esses dois desastres ocorreram em uma área tão pequena de Marte?”, ele se pergunta, retoricamente. Para Brandenburg, todas as perguntas a respeito da vida extraterrestre têm respostas, se pensarmos em uma civilização poderosa, dedicada a exterminar outras antes que estas possam se contatar. Isso significa que, cedo ou tarde, nós seremos o alvo.

O mais incrível desta história que mais parece um roteiro totalmente sem nexo, digno dos piores filmes B já feitos até hoje, ele não explica qual seria a razão de tal extermínio em massa, seria algo tipo, “Vamos jogar umas bombinhas? Claro, qual é planeta da vez?”

E quando você acha que não pode piorar, ele apresenta essa hipótese como uma razão para visitar Marte e estudar o que aconteceu, para que possamos estar preparados para um ataque.

“Uma viagem a Marte iria responder a muitas questões”, afirmou o Dr.Brandenburg.

Durmam com um barulho destes!! 🙂

 

FIM DO MUNDO ADIADO MAIS UMA VEZ – NASA GARANTE QUE NENHUM ASTEROIDE AMEAÇA A TERRA

in (JPL) Jet Propulsion Laboratory/Asteroides/Cometas/Conspiracy theories/Espaço/FIM DO MUNDO/NASA/News/Nibirus/Planeta X/Profecias/Quedas de Objetos/Universo by

De acordo com a NASA, não há nenhuma razão para temer um ataque devastador de um asteroide no próximo mês, segundo afirmam os Teóricos da Conspiração.

Nos últimos meses, rumores têm circulado na Internet que um grande asteroide vai bater em terra perto de Poto Rico, entre 15 de setembro e 28 de setembro, causando destruição generalizada em toda as regiões costeiras dos Estados Unidos, México, Caribe, América Central América do Norte e do Sul.

Alguns destes rumores, o que chamamos de teorias da conspiração, são capazes de associar eventos climáticos e até mesmo exercícios padrões das forças armadas para reforçar suas histórias.

Nibiru, ou Planeta X.
Concepção artística do planeta errante Nibiru, ou Planeta X.

Claro que este é um assunto recorrente todos os anos, quando não são profecias as atenções voltam para possíveis ameaças vindas do espaço, entre elas asteroides, cometas e até mesmo o famoso Nibiru que por sua vez é o campeão de teorias do apocalipse todos os anos.

A regra básica é simples, Não acredite em Hypes. O que seria um Hype, bom, não passa de um assunto que de acordo com sua proliferação e impacto na curiosidade da humanidade, irá gerar muita recompensa em forma de ganhos em visualizações nos videos do youtube, artigos postados em sites sensacionalistas, reportagens com produções de deixar Spielberg e Jorge Lucas de queixo caído e não termina por aí, há também aqueles que faturam alto como aconteceu no grande mico da Profecia Maia em 2012, que rendeu filmes, documentários e até mesmo oportunistas vendendo supostos Bunkers para milionários. Neste ultimo o mais interessante é que na verdade eram instalações de antigos mísseis intercontinentais, conhecidos também como silos nucleares, abandonados depois do fim da guerra fria. Muita gente desembolsou milhões de dólares para ter o seu, bom, quem sabe um dia não venham a utilizar.

Paul Chodas
Paul Chodas

De acordo com a NASA, “Não há base científica – e não um traço de evidência – que um asteroide ou qualquer outro objeto celeste terá impacto sobre a Terra naquelas datas,” Paul Chodas, gerente de escritório Objetos Próximos da Terra da Nasa no Laboratório de Propulsão a Jato em Pasadena, Califórnia, disse em um comunicado. “Se houvesse qualquer objeto grande o suficiente para fazer esse tipo de destruição em setembro, que teria visto alguma coisa ha muito tempo.”

Os astrônomos baseados no Near-Earth Object office e outras instituições ao redor do mundo usam uma variedade de telescópios para caçar asteroides potencialmente perigosos e cometas, e eles não observaram qualquer coisa que constitui uma séria ameaça para a Terra no futuro próximo,disseram os oficiais da NASA.

“Mais uma vez, não há nenhuma evidência existente que um asteroide ou qualquer outro objeto celeste está em uma trajetória que terá impacto sobre a Terra”, Chodas estressado. “Na verdade, nem um único dos objetos conhecidos tem alguma chance de bater credível nosso planeta durante o próximo século.”

Especialistas como Chodas devem percorrer cada vez mais em águas turvas da Internet para desmascarar os mitos que rodam lá.

Em 2011, por exemplo, cresceram os rumores que o cometa Elenin inofensivo era um objeto do “fim do mundo” que iria infligir danos severos sobre a Terra. E alguns teóricos da conspiração alegavam que um impacto cósmico iria acabar com a humanidade em 21 de dezembro de 2012, o dia em que um ciclo do calendário de longa contagem maia chegou ao fim.

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Motivos para ficar descansado? Mais ou menos, vamos encarar os fatos :

  • A NASA construiu uma péssima fama no decorrer de sua história com relação a assuntos delicados que possam de alguma forma gerar um tumulto mundial, o que a levou a acobertar vários casos envolvendo acontecimentos os quais ela não possui ou não quis revelar as explicações. Não podemos esquecer os eventos envolvendo as missões Apollo onde já foi provado que muitas das fotos tiradas durante as missões foram adulteradas para que o mundo não soubesse o que havia na Lua.
  • Olhando pelo lado dos Teóricos da Conspiração, todos sabem que alguns até podem ter razão, porém a grande maioria não passa de lunáticos dotados de uma imaginação fértil, o que neste caso torna-se uma nitroglicerina. Para piorar, antigamente eles ficavam restritos aos seus círculos de seguidores e aqueles que aceitavam receber suas publicações autônomas, porém hoje com a internet eles ganharam o mundo e ninguém é capaz de segura-los, pois mesmo tendo suas teorias indo por água abaixo todos os dias, eles imediatamente acham outro assunto de acordo com o impacto que terá na sociedade e assim prosseguem dias, meses, anos até serem desmascarados, criar uma nova teoria e começar todo o ciclo novamente.

Portanto, o que nos resta mais uma vez é ficar com um olho no peixe e outro no gato, pois de qualquer forma não tem para onde correr, sendo assim só restam duas alternativas :

 

  1. Mais uma vez, nada vai acontecer e tudo seguirá como sempre.
  2. Os teóricos e profetas finalmente vão acertar uma que poderá ser ultima.

Então, vamos aguardar, pois é só o que nos resta.

MISTÉRIO RESOLVIDO – Raios de luzes misteriosas ao redor do mundo

in Análises/DEBUNKED/FIM DO MUNDO/Fotos/HAARP/Misterios/News/Profecias/Projetos Secretos by

Uma estranha onda de avistamentos de raio ou um feixe de luz está aparecendo nos últimos dias em diferentes partes do mundo. A página do facebook ufoonly lançou algumas imagens surpreendentes tiradas por várias testemunhas oculares. O fenômeno tem sido relatado em Gênova Itália, BCS Flórida, EUA e México. Este feixe de luz é uma reminiscência da viga que está presente em algumas famosas pirâmides do mundo alguns anos atrás.

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Bom, ao contrario de outros sites sensacionalistas resolvemos acabar com a dúvida.O UFOSFACTS.com que já é conhecedor deste fenômeno e suas causas desde 2012, os quais, se pesquisarmos na internet vamos ver que isto já ocorre há muitos anos e hoje com o advento das mídias sociais, muitas pessoas desenterram assuntos antigos que antes permaneciam apenas em grupos locais e por fim acabavam virando lendas urbanas, agora ganham projeção mundial.

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A explicação é bem simples e não é preciso conhecimentos profundos de “ótica” para entender.

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Hoje como todos sabem, 99% das fotos tiradas são digitais onde as imagens ao contrario do filme comum, são gravadas em linha no registro, e para isto existe um processo chamado de “Rolling Shutter”, seria como uma persiana abrindo e fechando no momento em que a foto é feita.

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Você deve estar se perguntando : “Certo, e daí?”, bom, isto significa que todas as imagens são gravadas em uma linha ou coluna, como queira chamar, de cada vez e não simultaneamente.

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Tècnicamente falando, o tal “Rolling Shutter” (obturador de rolamento) nada mais é do que um método de captura de imagem em que uma imagem estática ou cada frame de um vídeo não é capturado por tirar um instantâneo de toda a cena no único instante no tempo, mas sim por digitalização em toda a cena rapidamente, verticalmente ou horizontalmente. Em outras palavras, nem todas as partes da imagem da cena são gravados exatamente no mesmo instante. (Embora, durante a reprodução, a imagem inteira da cena é exibida de uma só vez, como se ele representa um único instante de tempo.) Isto produz distorções previsíveis de objetos em movimento rápido ou flashes rápidos de luz. Isto está em contraste com “Global Shutter” (obturador global)  em que toda a moldura é capturado no mesmo instante.

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A “Rolling Shutter” pode ser mecânico ou eletrônico. A vantagem deste método é que o sensor de imagem pode continuar a recolher fotos durante o processo de aquisição, de forma eficaz, assim, aumentar a sensibilidade. Pode ser encontrada em muitos dispositivos digitais e câmeras de vídeo que usam sensores CMOS. O efeito é mais perceptível quando a imagiologia é feita em condições extremas de movimento ou o piscar rápido das luzes. Enquanto alguns sensores CMOS usar um obturador global, mas como comentamos acima, a maioria encontrada no mercado hoje pelos consumidores utilizam o “Rolling Shutter”.

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CCD (dispositivos de carga acoplada) são alternativas aos sensores CMOS, que são geralmente mais sensíveis e mais caros. Câmeras baseadas em CCD costumam usar “Global Shutter” (obturador global), que levam um instantâneo representando um único instante no tempo e, portanto, não sofrem os efeitos de movimento causados pelo “Rolling Shutter”.

Veja abaixo como ocorre:

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Um dos casos mais interessantes e que ilustra perfeitamente estes casos ocorrem em 2009, quando Hector Siliezar visitou a antiga cidade maia de Chichen Itza com sua família e usou seu iPhone para tirar algumas fotos de uma pirâmide chamada El Castillo (o templo sagrado do deus Kukulkan). Depois de conseguir fotografar suas filhas na frente da pirâmide (bem no momento em que três raios caíram próximos ao templo), Siliezar ficou surpreso ao ver que ele também tinha capturado o que parecia ser um feixe de luz apontando para cima da pirâmide em direção aos céus!

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Foto: Reprodução/Hector Siliezar

Análises feitas na imagem mostraram que, aparentemente, não houve nenhuma adulteração na fotografia. O que deixou muita gente intrigada com o fenômeno.

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Pirâmides estariam emitindo luzes em direção ao céu! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook)

Como o assunto só veio à tona em 2012, vários fóruns, sites e blogs começaram a associar o acontecimento a algum tipo de aviso sobre o possível fim do mundo (“previsto” pelos maias para ter ocorrido no dia 21 de dezembro de 2012).

Claro que, como ele próprio afirmou em uma entrevista ao site Earthfiles, nenhum dos presentes realmente viu as luzes lá, ao vivo! O feixe de luz somente pode ser visto na foto capturada pelas lentes do iPhone e apenas naquele momento em que Siliezar conseguiu fotografar os relâmpagos. Em fotos anteriores e posteriores nada foi visto…

Fotografias tiradas segundos antes e durante os relâmpagos (Fotos: Reprodução/Hector Siliezar)
Fotografias tiradas segundos antes e durante os relâmpagos (Fotos: Reprodução/Hector Siliezar)

Bom, neste caso, apesar de nada ter acontecido na data prevista em 2012, após uma análise mais técnica, chegou-se a conclusão de que tratava-se de uma falha das lentes do Iphone.

Isso corrobora com a afirmação de Jonathon Hill, técnico de pesquisas da Mars Space Flight Facility da Universidade Estadual do Arizona, que opera muitas das câmeras utilizadas durante missões a Marte da NASA (O trabalho de Hill é analisar as imagens da superfície marciana feita pelos rovers e satélites, assim como os dados de instrumentos em órbita da Terra da NASA, e é plenamente versado na ampla gama de artefatos de imagem e erros potenciais de equipamentos foto óticos e digitais).

Depois de analisar a imagem, Jonathon Hill disse em entrevista à NBC News que o tal “raio de luz” na foto do templo maia é apenas um caso clássico de como uma distorção em uma imagem surge a partir da forma como as câmeras tratam a luz recebida.

“Não é mera coincidência que, das três imagens, o feixe de luz só ocorre na imagem que possui o raio no fundo. A intensidade do relâmpago provavelmente fez com que o sensor CCD da câmera se comportasse de maneira incomum, seja causando uma coluna inteira de pixels para compensar os seus valores ou causar uma reflexão interna lente da câmera que foi gravada pelo sensor.“ – afirmou Hill.

Portanto, podem ficar tranquilos, pois não é nada daquilo que muitos vem espalhando na internet, não são Aliens roubando energia ou se comunicando com seu planeta, não é a energia vital da Terra que está sendo sugada, nada de HAARP sendo utilizado, enfim, não é o fim do mundo.

Assim como explicado logo no inicio da matéria tudo não passa de um processo que não poderíamos chamar de falha, mas que causa muita história.

Já sabemos que vamos receber inúmeros comentários do mundo inteiro afirmando que este fenômeno foi visto a olho nu. Então já vamos adiantar, isto trata-se de um outro fenômeno, desta vez meteorológico conhecido como Pilares de Luz, são um fenômeno óptico formados pela reflexão da luz do sol ou da lua por cristais de gelo que estão presentes na atmosfera terrestre. Um pilar de luz toma a aparência de estreitas colunas que, por vezes, se estendem verticalmente acima ou abaixo da fonte de luz. Estes são proeminentemente visíveis quando o sol se encontra baixo ou abaixo do horizonte. Provenientes do sol, os pilares podem ser denominados de pilar do sol ou pilar solar.

 

 

No entanto, este fenômeno pode ocorrer a partir da lua ou de fontes terrestres, tais como da iluminação pública.
Os pilares de luz foram também conhecidos por suscitarem a falsos relatórios de OVNIs. Niágara Falls é um dos locais, onde a névoa das Cataratas do Niágara faz com que o fenômeno apareça com frequência durante os meses de inverno, onde os cristais de gelo interagem com a cidade, onde existe vários holofotes estão voltados para o local com o propósito de criação de proeminentes pilares de luz.

“FIM DO MUNDO EM SETEMBRO/2015” – Parte II – EUA estariam se preparando para impacto de asteroide

in Alertas/Asteroides/Conspiracy theories/FIM DO MUNDO/NASA/News/Profecias/Universo by

Além de defender a possibilidade de um “apocalipse” no próximo mês de setembro , conforme mostramos aqui, uma teoria da conspiração afirma que o Exército americano estaria se preparando para um possível impacto de asteroide na Terra. As informações são do The Mirror.

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Segundo a publicação, no próximo mês aconteceria um exercício militar chamado “Jade Helm”, que ocorreria em diversos estados do país, com a participação de mais de 1.200 militares. Os conspiradores afirmam que a coincidência de datas entregaria o propósito de tal evento.

Um blogueiro ainda vai além e diz saber a razão para o Jade Helm: servir como uma “apólice” no caso de um asteroide realmente atinja a Terra.

“Se não cair, o JH será apenas um exercício de treinamento. Se cair, Jade Helm terá tropas nos lugares para acalmar o que pode ser um pandemônio”,

escreveu.

“Se aqueles entre nós que estão armados não acordarem para isso agora, nós teremos de nos preparar para a prisão e o abate”,

concluiu o blogueiro.


Esta teoria da conspiração do “fim do mundo” afirma que uma catástrofe atingira nosso planeta entre 22 e 28 de setembro deste ano. A Nasa, porém, nega que um asteroide de grande dimensão atingirá a Terra.

Seguindo o protocolo padrão, a NASA se recusou a entrar no debate e apenas rejeitou as teorias, reafirmando que não há risco eminente e emitiu a seguinte nota :

“A NASA não conhece nenhum asteroide ou cometa atualmente em rota de colisão com a Terra, então a probabilidade de uma grande colisão é muito pequena. Na verdade, o melhor que podemos dizer, não há objeto grande e susceptível de atingir a Terra a qualquer momento nos próximos cem anos.”

Mas, independentemente da visão, da Nasa, as teorias da conspiração estão em abundância.

A pergunta que fica é: E se houvesse, você realmente acredita que a NASA iria confirmar?

Enquanto isso teóricos bíblicos estavam antecipando o asteroide provocaria o arrebatamento e o início de uma tribulação de sete anos e conspiradores Armageddon estão ligando Jade Helm às suas previsões de que o asteroide realmente atingirá a Terra em setembro.

O Ufosfacts segue acompanhando

 

 

 

Objetos posicionados em volta do sol tal como o Calendário Maia?

in FIM DO MUNDO/SOHO. Vídeos by
Desde Janeiro de 2012, temos acompanhado atividades muito estranhas próximas ao nosso sol. Logo no inicio postamos um vídeo obtido das gravações do SOHO, telescópio responsável por estudos científicos do Sol e sem explicação alguma o Youtube retirou o vídeo alegando que o mesmo possuía imagens que ofendiam as políticas do site. Como assim “Imagens que ofendiam as politicas do site?”. O Video que “Ofendeu” as politicas mostrava apenas um objeto próximo ao sol. Postamos o vídeo novamente em outro serviço de hospedagem e até hoje não recebemos nenhuma justificativa do Youtube. Voltando ao assunto, desde as primeiras ocorrências temos postados cada vez mais noticias sobre estes misteriosos objetos que surgem próximo ao nosso sol, alguns deles inclusive mergulhando dentro do sol, levando muitos cientistas a especular que os UFOs utilizam nosso sol como um portal para outras Galaxias enquanto usuarios sensacionalistas insistem em dizer que estes objetos estão retirando energia do sol.
Vejam as fotos que reunimos.

A mais nova destas especulações como não poderia ser diferente, está relacionada ao tão comentado e explorado assunto do Fim do Mundo. Agora diversos sites falam que estes tais objetos estão alinhados e posicionados da mesma forma que o tão famigerado calendário Maia que gerou toda esta confusão. Isto tudo também dão origem as famosas Teorias da Conspiração como o ex-governador de Minesota, USA disse que elites poderiam estar criando boatos com o objetivo de criar realmente um Fim do Mundo tendo os Maias como foco e com isso criar uma histeria em massa para que possam estabelecer uma nova ordem mundial já mencionado anteriormente pelo falecido Ex-Presidente Ronald Regan O que interessano momento é que ninguem sabe ou quem sabe não consegue explicar do que realmente se trata, pois podem ser apenas reações normais nunca antes vistas pelo simples fato de não possuirmos tecnologia suficiente para tal feito. Para se ter uma exemplo, podemos acompanhar sensacionalistas alardeando o aumento de terremotos, erupções vulcânicas, etc… mas ninguem fala que fazem menos de 100 anos que começamos a registrar pois antes isto ficava restrito a região onde acontecia e a história era passada para as gerações seguintes pelos idosos.
 Portanto, a unica solução que nos resta é esperar para ver.

O Calendário Maia e suas previsões catastróficas para DEZ/2012

in FIM DO MUNDO by

Os antigos maias da América Central e sul do México são famosos pelo desenvolvimento de monumentos grandiosos, matemática avançada, astronomia precisas e escrita bonita. Eles também são famosos por aperfeiçoar um calendário para a qual muitos atribuem previsões de que o mundo vai acabar em 21 de dezembro de 2012.

Professor David Stuart, um arqueólogo e especialista em antigos maias da Universidade do Texas, em Austin. Ele nos disse que nem Mayas, nem o calendário, já previram o fim do mundo.

O sistema antigos maias do calendário foi desenvolvido 1200 anos atrás. Mas, em vez de usar apenas um, eles desenvolveram uma série de calendários para ajudar a ordem da passagem do tempo. Estes são o Tzolk’in, que mede os ciclos de 260 dias; Haab, que mede a ciclos de 365 dias, e o calendário de longa contagem, que mede a ciclos de 400 anos. Cada calendário foi usada para rastrear coisas diferentes, como eventos agrícola, políticas e culturais.

Image Credit: roger_jen

Em 21 de dezembro deste ano, o calendário de longa contagem vai terminar um ciclo. Muitos prevêem que quando este ciclo termina, assim também o nosso mundo. Mas o Dr. Stuart disse:

Há uma data este ano – no ano de 2012 – no final de dezembro, o que vai ver a virada de um ciclo. E este é um ciclo que chamamos de bak’tun, e um bak’tun ocorre a cada 400 anos. Portanto, é um ponto importante no antigo calendário maia. Agora, se os maias nunca dizer nada sobre esta data? Será que eles já prever alguma coisa? Não – absolutamente não.

Então, de onde toda essa comoção ligando 2012 até o fim dos dias de vem?

Os estudiosos apontam para “Estela numero SEIS”, también llamada “Estela de Tortuguero”, uma escultura antigos maias de moderno-dia de Tabasco, no México, como a origem dos mitos apocalípticos 2012. Esta é a única inscrição onde os antigos maias teriam mencionado o ano de 2012.

Segundo Stuart, isso não diz muito. Ele cita a data, mas não há nenhuma profecia real com ele. Os registros antigos, na verdade, falam sobre datas no futuro bem além de 2012.

Por exemplo, o Templo das Inscrições em Palenque, discute eventos programados para ocorrer no AD 4772 anos, muito longe no futuro. Ressalta Stuart.

O calendário maia não só não termina, mas ele continua indo por eras e eras além de 2012. Se você olhar para a estrutura real do calendário é quase interminável. Ele vai bem além do final do nosso universo e de nossa própria espécie de cosmologia científica.

Maias se Pronunciam : Mundo não vai acabar, foi sim uma Grande Confusão

in FIM DO MUNDO by
Líderes maias da América Latina foram a Los Angeles explicar a “confusão” na próxima mudança de ciclo no calendário pré-colombiano (maia), além de abençoar a comunidade imigrante que vive neste país. “De acordo com o calendário maia, este ano será marcado por uma mudança de ciclo que foi iniciada há 5.125 anos, o chamado baktunes”, disse à agência Efe Marte Trejo, historiador e astrônomo mexicano.

“Apesar dos 13 baktunes serem completados neste ano, isso não significa que o mundo vai acabar como muitas pessoas estão comentando”, completou Trejo. “Não devemos nos preocupar pensando que haverá uma destruição total do planeta. O que acontecerá é simplesmente uma mudança de ciclo, que terminará em dezembro para começar um novo período ou novo baktun”, afirmou.
Com intenção de esclarecer as interpretações apocalípticas do calendário pré-colombiano, Manuel Xicum, sacerdote Maia, e outros representantes desta tribo radicados no México, Belize, Guatemala, El Salvador e Honduras se reuniram neste fim de semana na Placita Olvera e no Centro Cultural EEK”Mayab, ambos em Los Angeles.
Além de esclarecer as dúvidas presentes no calendário maia, Xicum e os outros líderes da etnia zapoteca realizaram um ritual de oração em língua maia para a comunidade imigrante em pleno centro histórico de Los Angeles.
“Essa confusão foi provocada por alguns meios de imprensa e por algumas pessoas que não souberam explicar ao certo sobre o que é realmente a visão de mundo dos maias”, disse Xicum à agência Efe.
“A visão de mundo maia é a união entre a natureza e Deus, é a união entre os corpos celestes com a mãe terra”, completou o sacerdote. O calendário maia é uma pedra de cálculo circular, disseminada na região da Mesoamérica, que, segundo o anuário gregoriano do sistema ocidental atual, foi iniciado no dia 13 de agosto de 3.114 a.C.
“O sistema de contagem de tempo dos maias não era linear, mas era circular e, por isso, o calendário também é circular, já que os ciclos começam em um ponto e terminam em si mesmos. Assim, nasce um novo período”, indicou Trejo, que colabora com a Secretaria de Turismo do México para falar sobre o Mundo Maia.
Trejo explicou que um baktun maia corresponde a um período de aproximadamente 394 anos, que, ao multiplicá-lo por 13 baktunes, resulta em 5.125 anos, ou seja, um ciclo completo. No calendário mesoamericano, este ciclo será completado no dia 21 de dezembro de 2012.
María Eugenia Loria, uma matriarca maia originária do estado mexicano de Iucatã, disse à agência Efe que o calendário maia foi criado com base na observação do movimento dos astros em períodos de um ano e em ciclos de mais de 5 mil anos.
“Na mudança de ciclo que ocorrerá em dezembro haverá uma nova escalação de astros que pode gerar mudanças no clima, mas não sabemos a que extremo”, indicou María Eugenia. Já José Loria, outro líder maia no Iucatã, disse à agência Efe que a conclusão do ciclo do tempo calculado pelos maias provavelmente poderá influenciar o funcionamento do planeta.
“Algo no planeta está mudando porque há lugares em que nunca chovia e, hoje, chove demais, enquanto há outros lugares em que antes chovia e hoje é marcado pela seca”, destacou Loria. “Essas são as mudanças de ciclos que teremos que aprender, mas isso não significa que o mundo vai neste ano”, finalizou.

MISTÉRIO : Pirâmides Transferem Energia Global para uma Nuvem Fotonica no Espaço

in FIM DO MUNDO/Misterios by

A NASA e a Agência Espacial Europeia vem alertado o mundo há dois anos sobre as catástrofes que se aproximam que podem se desdobrar durante 2012 a 2013 porém poucos ouviram.
Embora a NASA tenha descoberto uma estranha nuvem de fótons que agora esta envolvendo nosso sistema solar, a informação vazou de alguns cientistas.
E agora, com a aproximação de nuvens ameaçadoras está afetando o sol e os planetas em formas mensuráveis​​.
Surpreendentemente, como a energia bizarra invade nosso espaço, algumas das pirâmides mais famosas do mundo estão gerando energia intensa.
Vários incidentes incríveis de feixes de energia visíveis atirando para o céu no espaço para a região da nuvem alienígena fotônica estão bem documentados.
Ao mesmo tempo, as pessoas ao redor do mundo começaram a ouvir e gravar sons assustadoras-ruídos que parecem como se a própria Terra está gemendo e chorando.
Todos os fenômenos incluindo medidas de eletrificação nunca antes visto gigantesca do turbulento sol parece estar centrada na nuvem mortal fotônica que alguns chamaram de um “evento espaço potencial Doomsday”.
Diversos vídeos, alguns gravados apressadamente pelos próprios telefones de turistas que visitavam a Pirâmide Maia quando ouviram um barulho intenso. Turistas gritavam de pavor achando que tratava-se de um terremoto que acabou não se confirmando porém um Feixe de Luz disparou em direção ao céu, para o espaço deixando a todos assombrados. Mas a pirâmide maia de Kukulkan transmitir uma coluna prima da energia incrível para o espaço era apenas a mais recente pirâmide a fazê-lo.

Em 2009 e 2010, a Pirâmide Bósnia de o sol radiante lança um raio fino de pura energia para o espaço.

Recentemente, o governo chinês começou a acompanhar de perto a pirâmide Xianyang para sinais de atividade. No ano passado, uma equipe de cientistas investigou a pirâmide e acreditam que ele pode ter origem extraterrestre.
A Pirâmide da Lua, dos Astecas, lança explosões de energia do seu topo.

Feixes de energia, vórtices, turbilhões de força intensas … o que significa isso?  Para onde esta energia está sendo dirigida e por quê? O que ativou o misterioso poder dessas sentinelas de pedra que em silêncio marcam a passagem dos séculos … até que algo perturbou seu sono.
O que as trouxe para a vida pode ser algo mais incrível do que as ações das pirâmides: a chegada de uma força desconhecida do vazio galáctico que está agora cercando grande parte do sistema solar.
DEFESAS MUNDIAIS INDEFESAS CONTRA UM DESCONHECIDO CINTURÃO DE FÓTONS MORTAL

Chamando-a de ” de super evento tempestade solar que ocorre uma vez na vida”, a NASA avisa que flares solares assassinas pode atingir a Terra nocauteando toda a infra-estrutura tecnológica do Hemisfério Norte e jogando tudo de volta para o nível do fim de 1800.
Cientistas da NASA descobriram aterrorizados em 14 de julho de 2010, que o nosso sistema está atravessando uma nuvem de energia interestelar. Esta nuvem altamente energizada, eletrificada de gás chega a ser mais perturbador e destruidor do que o próprio sol. Em conjunto com o escudo enfraquecido e movendo magnético da Terra, o mundo está se tornando indefeso contra massivos flares solares e radiação intensa.
NASA, a ESA e a Academia Nacional de Ciência emitiram um aviso de tempestade solar sem precedentes para 2012. Mas o que a NASA e o governo federal estão escondendo, de acordo com Demetriev, é que o Sol e tudo em nosso sistema solar mergulhou em um , nuvem alienígena de fótons desconhecida … um cinturão de perigo que poderá precipitar explosões solares gigantescas, anomalias magnéticas, ocorrendo massas de cometas e podendo desestabilizar as órbitas de alguns asteróides.

Pirâmides reagindo a Nuvem Alienígena desconhecida
Agora, o astrofísico eminente, Alexey Demetriev afirma que o que está acontecendo é pior, muito pior do que a NASA e as advertências da ESA.
Nosso sistema solar inteiro entrou em uma imensa, potencialmente mortal, nuvem de energia interestelar.

Dr. Demetriev revelou que ambas as Voyager 1 e Voyager 2 sondas relataram que todo o sistema solar está em risco. Pior, Merav Opher, um investigador da NASA Visitante Heliofísica da Universidade George Mason afirma que esta nuvem de energia interestelar é instável e turbulenta.
O cientista russo afirma ainda que esta nuvem de energia fotônica irá causar alterações nas atmosferas dos planetas e especialmente nosso sol. Como esta nuvem de energia interestelar continua a alterar e interagir com o sol, faz com que o sol se tornar mais ativo, resultando em maior produção e instabilidade.
O fluxo magnético, a interação com a magnetosfera solar e campos geomagnético da Terra, pode causar mutações fundamentais, vórtices de campo anômalas, e polares permutações magnéticos criando supertempestades, oscilações climáticas selvagens e mais surpreendentes da harmonia de todos os componentes atmosféricos e subterrâneos, capazes de serem ouvidos todos em todo o planeta.
Ilustração de como as pirâmides podem gerar energia
As pirâmides seriam os reservatórios naturais de capacitores de energia da terra e seriam uma  avançada engenharia para recorrer força magnética do planeta e estariam liberando energia pura para a nuvem no espaço engolindo o nosso sistema de defesa planetária.
Os Sons  previstos foram ouvidos, registradas e acaloradamente discutido desde a Primavera de 2011.
Recentemente, algumas gravações apareceram no Youtube de países de todo o mundo postado por intrigado, as pessoas às vezes assustados, exigindo saber o que os sons são.
Enquanto alguns são, sem dúvida, falsificações e fraudes, outros são gravações originais de sons subterrâneos e atmosféricos.

Em uma recente entrevista com a revista Geochange sobre os sons estranhos na terra, o cientista e professor Dr. Elchin Khalilov, deu esta análise:
“[A] … possível causa desses sons … pode estar no núcleo da Terra. O fato é que os pontos de aceleração da deriva do pólo norte magnético da Terra, que aumentou mais de cinco vezes entre 1998 e 2003 e está no mesmo nível de hoje a intensificação dos processos de energia no núcleo da Terra, uma vez que são processos em que o núcleo interno e externo, que formam o campo geomagnético da Terra.
“Enquanto isso, como já relatado, em 15 de novembro de 2011 todas as estações ATROPATENA geofísicas que registram  variações tridimensionais do campo gravitacional da Terra, quase simultaneamente registrado um poderoso impulso gravitacional.

As estações estão instaladas em Istambul, Kiev, Baku, Islamabad e Yogyakarta, com o primeiro e último a ser separados por uma distância de cerca de 10.000 km. Tal fenómeno é apenas possível se a fonte desta emanação é ao nível  do núcleo da terra. Essa liberação de energia enorme do núcleo da Terra, no final do ano passado, foi uma espécie de sinal de partida, indicando a transição da energia interna da Terra para uma nova fase ativa “. [Fonte Revista Geochange]
E os Sons são emanados do núcleo da Terra como o bom professor teoriza. Sons similares às vezes são ouvidos antes da ocorrência de grandes terremotos.
Desta vez, porém, os sons não estão pressagiando grandes terremotos, mas estão sendo geradas pelo campo magnético e torcendo as permutações pulsantes de partes centraisda Terra gerando a deformação do manto. Tudo está reagindo à chegada do enorme nuvem fotônico que invadiu nossa região da Via Láctea.

Fonte http://www.ufo-blogger.com

O tão comentado fim do mundo em 2012

in FIM DO MUNDO by

Os planetas, as estrelas, o calendário maia e, é claro, uma superprodução de Hollywood reavivam a ideia aterrorizante do apocalipse e levantam uma questão: por que continuamos a acreditar em profecias finalistas apesar de todas elas terem fracassado redondamente?

Katipsoi Zunontee e o calendário Maia

O ano de 2012 tornou-se o centro de gravidade do fim do mundo por uma confluência de achados proféticos. Primeiro, surgiu a tese de que a Terra será destruída com a volta do planeta Nibiru em 2012. Depois, veio à tona que o calendário dos maias, uma das esplêndidas civilizações da América Central pré-colombiana, acaba em 21 dezembro de 2012, sugerindo que se os maias, tão entendidos em astronomia, encerraram as contas dos dias e das noites nessa data é porque depois dela não haverá mais o que contar. 


O calendário maia do Katipsoi Zunontee é um sistema de calendários e almanaques distintos, usados pela civilização maia da Mesoamérica pré-colombiana, e por algumas comunidades maias modernas dos planaltos da Guatemala.

Estes calendários do Katipsoi Zunontee podem ser sincronizados e interligados, suas combinações dando origem a ciclos adicionais mais extensos. Os fundamentos dos calendários maias baseiam-se em um sistema que era de uso comum na região, datando pelo menos do século VI a.C.. Tem muitos aspectos em comum com calendários empregados por outras civilizações mesoamericanas anteriores, como os zapotecas e olmecas, e algumas civilizações suas contemporâneas ou posteriores, como o dos mixtecas e o dos astecas. Apesar de o calendário mesoamericano não ter sido criado pelos maias, as extensões e refinamentos por eles efetuados foram os mais sofisticados. Junto com os dos astecas, os calendários maias são os melhores documentados e compreendidos

Possível explicação do fim do mundo por Katipsoi Zunontee.


Foi encontrada numa pintura feita na casa de Katipsoi Zunontee que poderá explicar o fim do mundo.
O calendário Maia acaba agora em 2012, e as previsões não são nada boas para o nosso planeta. Segundo “a lenda” juntamente com o fim do calendário, o nosso planeta sofrerá com eventos terríveis, tais como colapso ecológico, bombardeamento por meteoros e caos entre os humanos. Tal tragédia, prevista por diversos “paranormais” deve acontecer neste final de ano.
Katipsoi Zunontee que é descendente de uma linhagem nobre de Maias, aparece para o nosso mundo. Katipsoi Zunontee é um grande descrente da teoria do fim do mundo e deixou isso marcado numa pintura, que não se sabe até hoje a verdadeira autoria da pintura que está na casa de Katipsoi Zunontee.

Posteriormente, apareceram os eternos intérpretes de Nostradamus e, em seguida, vieram os especialistas em mirabolâncias geológicas e astronômicas com um vasto cardápio de catástrofes: reversão do campo magnético da Terra, mudança no eixo de rotação do planeta, devastadora tempestade solar e derradeiro alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da Via Láctea – tudo em 2012 ou em 21 de dezembro de 2012. 
O Alinhamento tão esperado já pode ser observado e fotografado como podemos ver na foto ao lado em uma fotografia tirada em 26 de Fevereiro de 2012 por Chris Christopherson

CONFIANÇA NA CATÁSTROFE
Patrick Geryl, autor de três livros sobre
o fim do mundo em 2012: ele não lida
com outra hipótese
Na Universidade Cornell, que mantém um site sobre curiosidades do público a respeito de astronomia, disparou o número de perguntas sobre 2012. Há os que se divertem, pois não acreditam na profecia. Entre os que acreditam, os sentimentos vão da tensa preocupação, como é o caso de Patrick Geryl, autor de três livros sobre 2012, todos publicados no Brasil, até o pavor incontrolável. O fim do mundo é uma ideia que nos aterroriza – e, nesse formidável paradoxo que somos nós, também pode ser a ideia que mais nos consola. Por isso é que ela existe.

No inventário dos fracassos humanos, talvez não haja aposta tão malsucedida quanto a de marcar data para o fim do mundo. Falhou 100% das vezes, mas continua a se espalhar, resistindo ao tempo, à razão e à ciência. As tentativas de explicar esse fenômeno são uma viagem fascinante pela alma, pela psique, pelo cérebro humano. Uma das explicações está no fato de que o nosso cérebro é uma máquina programada para extrair sentido do mundo. Assim, somos levados a atribuir ordem e significado às coisas, mesmo onde tudo é casual e fortuito. As constelações no céu, por exemplo, são uma criação mental para organizar o caos estelar. Ao enxergarmos as constelações de Órion ou Andrômeda, encontramos ordem e sentido. O dado complicador é que a vida, no céu e na terra, deve muito mais às contingências do acaso do que ao determinismo. O espermatozoide que fecundou o óvulo que gerou Albert Einstein foi um produto do acaso, resultado de uma disputa entre espermatozoides resolvida por milésimos de segundo. Assim como aconteceu, poderia não ter acontecido.
Recuando no tempo, a própria humanidade, analisada do ponto de vista científico, é fruto do acaso. Por um acidente, um peixe pré-histórico desenvolveu barbatanas que, à imitação de pernas ou patas, lhe permitiram enfrentar a gravidade da Terra e, assim, por acaso, viabilizou o desenvolvimento de vertebrados fora da água. Bilhões de anos depois, cá estamos nós, bípedes, inteligentes, comendo sorvete de morango, descobrindo a estrela mais antiga e nos deliciando com Elizabeth Taylor deslumbrante como Cleópatra. Tudo por acaso. A preponderância do aleatório sobre o determinado pode dar a sensação de desesperança, de que somos impotentes diante de todas as coisas. Talvez nisso residam a beleza e a complexidade da vida, mas o fato é que o cérebro está mais interessado em ordem do que em belezas complexas. Por isso, quando não vê significado nas coisas naturais, ele salta para o sobrenatural. “Nascemos com o cérebro desenhado para encontrar sentido no mundo”, diz o psicólogo Bruce Hood, da Universidade de Bristol, na Inglaterra, autor de Supersense: Why We Believe in the Unbelievable (Supersentido: Por que Acreditamos no Inacreditável). “Esse desenho às vezes nos leva a acreditar em coisas que vão além de qualquer explicação natural.”
O achado de Hood foi descobrir que as crenças talvez não sejam fruto nem da religião nem da cultura, mas uma expressão de como o cérebro humano trabalha. É o que ele chama de “supersentido”. É o supersentido que nos leva a bater na madeira, dar valor afetivo a um objeto ou conversar com Deus. A religião seria uma criação mental através da qual o cérebro atende a sua necessidade por sentido. O apocalipse, nesse caso, é uma saída brilhantemente engenhosa. Explica duas questões que atormentam a humanidade desde sempre: o significado da vida e a inevitabilidade da morte. Somos a única espécie com consciência da própria morte e, no entanto, não sabemos o significado da vida. Afinal, por que estamos aqui? A pergunta, em si, revela nossa busca por sentido, devido à nossa dificuldade de conviver com a possibilidade de que, talvez, não estejamos aqui por alguma razão especial. O apocalipse é uma resposta. Está descrito nos seus mínimos e horripilantes detalhes no Livro do Apocalipse, escrito pelo evangelista João, por volta do ano 90 da era cristã, quando estava preso, perseguido pelo Império Romano.
Fotos Corbis/Latinstock e AKG-Images/Electa/Latinstock
PLANOS DIVINOS
O papa Gregório XIII (Acima) e o afresco de Michelangelo na Capela Sistina retratando
o Juízo Final: expressões do domínio da Igreja Católica sobre o destino e o ciclo do tempo
O começo do fim do mundo, diz João, será anunciado por sinais tenebrosos: um céu negro, uma lua cor de sangue, estrelas desabando sobre a Terra e uma sucessão de desastres varrendo o planeta na forma de terremotos, inundações, incêndios, epidemias. O Anticristo então dominará a Terra por sete anos, ao fim dos quais Jesus Cristo descerá dos céus com um exército de santos e mártires – e vencerá Satã, a besta. Depois de 1 000 anos acorrentado, Satã conseguirá se libertar e forçará Jesus Cristo a travar uma segunda batalha, a terrível batalha do Armagedom. Derrotado Satã, todos nós, vivos e mortos, nos sentaremos no banco dos réus do tribunal divino. Os bons irão para o paraíso celestial. Os maus arderão no fogo eterno. É uma narrativa tão magicamente escatológica que Thomas Jefferson, o terceiro presidente dos Estados Unidos, a chamou de “delírio de um maníaco”. Bernard Shaw, o grande teatrólogo irlandês, disse que era o “inventário das visões de um drogado”. Delírio ou visões, o Livro do Apocalipse explica tudo. O professor Ralph Piedmont, do Loyola College, em Maryland, especialista em psicologia da religião, afirma: “O Apocalipse de João explica a morte, ao informar que vamos ressuscitar, e dá sentido à vida, ao dizer que é uma provação”.
Subsidiariamente, o apocalipse atende a outra necessidade humana, a de acreditar num mundo regido por uma ordem moral. Os historiadores atribuem o surgimento da visão apocalíptica ao persa Zoroastro, ou Zaratustra, que viveu uns 1 000, talvez 1 500 anos antes de Cristo. Ele foi o primeiro a falar de uma batalha cósmica entre o bem e o mal, mais tarde aproveitada pelos profetas Ezequiel, Daniel e, principalmente, João. “Num mundo em que, com frequência, os bons sofrem e os maus prosperam, a promessa de um julgamento moral é um consolo profundo”, diz Michael Barkun, professor de ciência política da Universidade de Syracuse, que estuda a relação entre violência e religião. Eis por que o fim do mundo aterroriza mas também pode nos consolar. Nem sempre o apocalipse vem numa embalagem religiosa. A profecia de 2012 começou com base em eventos astronômicos e calendários antigos. Só depois recebeu a adesão de seitas espiritualistas e cristãs, mas originalmente 2012 é, digamos, um fim do mundo pagão. Se não é um fim com prêmio aos bons e punição aos maus, então por que acreditamos em profecias que nunca dão certo?
A explicação começou a surgir nos anos 50, quando o brilhante psicólogo americano Leon Festinger (1919-1989) resolveu testar uma hipótese revolucionária: a de que, diante de uma profecia fracassada, os fiéis não desistem de sua crença, mas, ao contrário, se aferram ainda mais a ela. Festinger e seus colegas se infiltraram numa seita do fim do mundo e descobriram exatamente o que imaginavam. O grupo era formado por quinze pessoas e liderado por uma dona de casa de Michigan, Marion Keech, que fora informada por extraterrestres de que o mundo acabaria com uma inundação no dia 21 de dezembro – olha a data aí de novo – de 1954. Antes da catástrofe final, Marion e seguidores seriam resgatados pela nave-mãe e levados para um lugar seguro. Na data e hora marcadas, eles se reuniram para esperar o resgate, e não apareceu nave nenhuma. Passou uma hora, e nada. Duas horas, e nada. Eles estavam tensos e preocupados, alguns começando a dar sinais de descrença naquilo tudo, até que, quase cinco horas depois, Marion foi novamente contactada pelos extraterrestres com uma novidade redentora: o grupo ali reunido, com o poder de sua crença, espalhara tanta luz que Deus cancelara a destruição do mundo. Os membros reagiram com entusiasmo. Haviam encontrado um meio de acreditar que a profecia, afinal, estava correta.
O caso foi contado no livro When Prophecy Fails (Quando a Profecia Falha) e se tornou um dos fundamentos do que veio a se chamar teoria da dissonância cognitiva. É a inclinação que temos para reduzir o profundo desconforto provocado por duas informações conflitantes – no caso, a crença de que o mundo vai acabar e a evidência incontornável de que o mundo não acabou. Há exemplos mais rotineiros, como o sujeito que sabe que o cigarro pode matar e, no entanto, fuma dois maços por dia. Tem-se uma “dissonância cognitiva”, que precisa ser resolvida: ou o sujeito para de fumar ou racionaliza que o cigarro, no fundo, acalma, emagrece, seja o que for. Meio século depois, a tese de Festinger será ainda válida para explicar a crença inabalável em profecias finalistas? “É, ainda, a melhor explicação psicológica”, diz Daniel Gilbert, da Universidade Harvard, autor de um trabalho pioneiro sobre como enxergamos o futuro – com lupa, diz ele, sempre dando a sucessos ou fracassos importância muito maior do que efetivamente terão quando (e se) acontecerem.
As profecias do apocalipse são um desastre como previsão do futuro, mas excelentes como alegorias do presente. A coleção de afrescos e pinturas clássicas que retratam o Juízo Final, como a obra-prima de Michelangelo na Capela Sistina, reflete o temor do tribunal divino e o domínio da Igreja Católica de então. Depois da II Guerra, os filmes de Hollywood, grandes difusores da catástrofe final, passaram a enfocar o fim do mundo como resultado de uma guerra nuclear ou de um monstro deformado pela radioatividade. Estavam narrando as aflições dos americanos com a bomba de Hiroshima e Nagasaki e a chegada da corrida armamentista com a União Soviética. É o momento em que o apocalipse começa a ter duas fontes – a religião e a ciência. Nos anos 60, com as profundas transformações varrendo os EUA, da Guerra do Vietnã à revolução sexual, do advento do computador ao movimento dos direitos civis, dos Beatles a Woodstock, o apocalipse mudou de lugar. “O livro da revelação deixou o gueto cristão e entrou no coração da política americana e da cultura popular”, escreve Jonathan Kirsch em A History of the End of the World (Uma História do Fim do Mundo), um ótimo inventário do apocalipse.
CADA ERA TEM O SEU ANTICRISTO
Escultura de Nero, imperador de Roma, corpos de judeus num campo de concentração nazista 
e o terrorismo islâmico derrubando as torres de Nova York: a ideia do apocalipse é um 
desastre como previsão do futuro, mas excelente como alegoria do presente.

Desde os anos 50, cada década tem pelo menos uma dúzia de filmes apocalípticos dignos de nota, de Godzilla a Apocalypto, de O Planeta dos Macacos a Matrix, de O Bebê de Rosemary a Presságio. Eles sempre narram algo do seu tempo. Há estudiosos que acreditam que mesmo o Livro do Apocalipse teria sido uma resposta às perseguições que os cristãos sofriam no Império Romano – e a besta, o Anticristo, o Satã seriam Nero, o imperador que tocou fogo em Roma. Como os apocalipses tomam a forma de sua época, o Anticristo se atualiza. Na II Guerra, era Adolf Hitler. Hoje, é Osama bin Laden. Isso é claro nos EUA, cuja condição de potência acaba por difundir suas neuroses e seus achados para o mundo todo. O apocalipse na cultura? Antes, eram os hippies com sua percepção extrassensorial e drogas alucinógenas. Depois, no ano 2000, foi o tecnoapocalipse, na forma do bug do milênio. O apocalipse na política? Antes, era o Exército Vermelho. Agora, é o terrorismo islâmico. Como disse Eric Hoffer (1902-1983), que passou a vida como estivador e filósofo: “Movimentos de massa podem surgir e se espalhar sem a crença num deus, mas nunca sem a crença num diabo”.
OS DEZ DIAS QUE SUMIRAM
O calendário maia, dizem os apocalípticos, prevê o fim do mundo para o dia 21 de dezembro de 2012. Calendários, no entanto, são excelentes instrumentos para orientar sobre o compromisso da próxima quarta-feira, mas são um embuste para prever o futuro. As diversas civilizações – não só os maias, mas os egípcios, os chineses – criaram os próprios calendários, uns com base no Sol, outros com base na Lua, uns mais longos, outros mais curtos, mas todos sempre foram expressão da inclinação humana de atribuir ordem ao caos. Com o calendário, criamos a sensação de ordenar os dias, os meses e os anos num sistema cronológico racional e matematicamente preciso. Só que a natureza não é assim. Um livro lançado às vésperas do ano 2000, O Milênio em Questão, no qual se baseia este texto, o grande paleontólogo americano Stephen Jay Gould (1941-2002) escreveu: “A natureza, aparentemente, pode fazer um esplêndido hexágono, mas não um ano com um belo número par de dias ou rotações lunares”. E, com o humor que lhe era peculiar, acrescentou: “A natureza se recusa teimosamente a trabalhar com relações numéricas simples justamente naquilo em que sua regularidade seria mais útil para nós”.
Ou seja: os ciclos naturais dos dias, meses e anos não são redondos, pares perfeitos. São frações, números quebrados, e aí começa um problemão. Um ano – tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol – não dura 365 dias. Dura 365 dias e algumas horas. Para facilitar a conta, arbitramos que um ano dura 365 dias e seis horas, ou um quarto de dia. Mas, como não podemos ter um quarto de dia, a cada quatro anos temos o ano bissexto, com 366 dias, o que recoloca nosso calendário em sintonia com o ano solar. Porém, a natureza, na sua magistral indiferença para com nossos números inteiros, na realidade não faz um ano de 365 dias e seis horas. São 365 dias e 5 horas, 48 minutos e 45,97 segundos! Isso quer dizer que o acréscimo do 366° dia cobre o descompasso ocorrido em cada quatro anos, mas imprecisamente. Como o tal descompasso não era de exatas 24 horas – era de 23 horas, 15 minutos e 3,88 segundos –, o ajuste feito pelo ano bissexto ainda nos deixa com um pequeno atraso em relação à natureza: um atraso de 44 minutos e 56,12 segundos a cada quatro anos. É pequeno, mas aumenta com o tempo. Em vinte anos, o atraso soma quase quatro horas. É tolerável. Em 100 anos, passa de dezoito horas. Começa a complicar. À medida que vai avançando, passa a embaralhar as estações do ano, a época certa para plantar, para colher, para pescar. Vira um, digamos, apocalipse.
Em 1582, o calendário da época, que vinha desde os tempos do Império Romano, já acumulava um atraso de dez dias em relação ao ano solar. Era demais, inadmissível. O papa Gregório XIII convocou então uma comissão de matemáticos para dar uma solução ao problema. Chegou-se a uma saída formidável. Com seu poder incontrastável sobre o destino da humanidade e do universo, o papa decretou o sumiço dos dez dias. Simples assim. Riscou fora. A humanidade foi dormir em 4 de outubro e acordou em 15 de outubro. O período de 5 a 14 de outubro de 1582 não existiu, jogando algumas dúvidas para as calendas gregas. O que aconteceu com quem fazia aniversário no período suprimido? E quem tinha conta para pagar num dia que sumiu? Pagou juros? Queixou-se ao papa? Resolvida a diferença de dez dias, a comissão achou outras soluções criativas. Para evitar que o descompasso dos anos bissextos voltasse a se alargar a longo prazo, estabeleceu que a cada século múltiplo de 100 – 1800, 1900, 2000, por exemplo – não haveria ano bissexto. Excelente. Mas a retirada do 366° dia seria provisoriamente excelente porque criaria um desequilíbrio lá adiante. Então, inventou-se outra compensação: de quatro em quatro séculos, o ano bissexto volta.
Parece confuso, mas é assim que funciona até hoje: de 100 em 100 anos, cai o ano bissexto; de 400 em 400, reinstala-se o ano bissexto. Com esses avanços e recuos, somas e diminuições, nosso calendário consegue dançar num movimento parecido com o balé irregular dos ciclos naturais. (Não é idêntico porque o calendário gregoriano ainda se distancia do ano solar em 25,96 segundos. É irrisório, leva mais ou menos 2 800 anos para chegar a um dia inteiro, mas perfeito é que não é.) Diante de tantos ajustes, a velha e boa folhinha de parede é um medidor preciso para o compromisso de quarta-feira, mas, com suas imprecisões em relação aos eventos astronômicos, não é exatamente boa para embasar previsões futuras.
Para fugir das confusões do ano solar, há quem prefira as previsões com base no mês lunar – tempo que a Lua leva para dar uma volta completa em torno da Terra. Na verdade, não resolve nada. Apenas se troca de problema. Para facilitar nossos cálculos, arbitramos que a Lua leva 29 dias e meio para dar a volta na Terra. Mas, na realidade, a Lua leva, precisamente, 29,53 dias – de novo, a caprichosa fração da natureza. Assim, se um ano tem doze meses e cada mês corresponde a uma lunação, a conclusão matemática é que um ano tem doze lunações. Era para ser, mas não é. As doze lunações, indiferentes à ordem humana, não levam 365 dias para se realizar, mas somente 354 dias, uma debochada diferença de onze dias em relação ao ano solar…! Por isso, é preciso que… Bem, diga-se apenas que é preciso recorrer à inventividade humana para conciliar o calendário e o universo. Fica claro que qualquer profecia anunciada com base em calendários, solares ou lunares, maias ou gregorianos, é mais ou menos uma brincadeira, pois nossas fórmulas numéricas, tão regulares e ordenadas, não traduzem a exata natureza dos eventos astronômicos, tão caóticos e irregulares. É quase como querer tirar a raiz quadrada do mar.

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