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Sonda Juno entra na órbita de Júpiter com sucesso

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Funcionários da Nasa comemoram a manobra da sonda Juno na órbita de Júpiter (Foto: Nasa)

Apos 5 anos de viagem, a sonda Juno entrou com sucesso na órbita de Júpiter, o maior planeta do sistema solar. Com transmissão ao vivo pela internet, a equipe na Nasa comemorou a inserção na magnetosfera à 0h54 desta terça-feira (5).
A sonda se aproximou sobre o pólo-norte do planeta, mostrando uma perspectiva inédita do sistema de Júpiter – incluindo as suas quatro grandes luas. Um laboratório da Nasa localizado em Pasadena, na Califórnia, administrou a missão Juno, chefiado pelo pesquisador Scott Bolton, que também ajudou a levar uma sonda a Saturno.

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Esta é a primeira vez que Júpiter será visto abaixo da cobertura densa de nuvens. Por isso o nome Juno, uma homenagem à deusa romana que era esposa de Júpiter. As informações são da agência espacial americana.
Lançada em 5 de agosto de 2011, a sonda percorreu 716 milhões de quilômetros – quase 18 mil voltas na Terra – até o planeta e deve voltar a solo, se nada der errado, em 20 de fevereiro de 2018. Juno tem 3,5 metros de altura e 3,5 metros de diâmetro e é movida a energia solar, com uma velocidade que supera 265 mil km/h.
Todo o programa custou US$ 1,13 bilhão. A Juno foi a primeira missão que levou uma nave movida a energia solar comandada a partir da Terra, além de orbitar de pólo a pólo de um planeta. Nenhuma outra sonda chegou, até agora, tão perto da superfície de Júpiter.

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O campo magnético do planeta é 20 mil vezes mais forte que o da Terra. Por isso, o grande perigo para visitar Júpiter com uma nave espacial. Outra questão é o fato de que a Juno não foi projetada para operar dentro de uma atmosfera e passará por um período de “queimação” enquanto estiver orbitando.

Segundo a Nasa, o principal objetivo da missão é entender a origem e a evolução do planeta. Conhecer o que há abaixo da densa cobertura de nuvens. Com um conjunto de instrumentos, a sonda vai investigar a quantidade de água e amoníaco na atmosfera profunda. Recentemente, já foi possível avistar a aurora boreal do planeta.

Cientistas desvendam ‘maior mistério do Sistema Solar’ em 2015: as manchas de Ceres

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Foi o grande mistério do Sistema Solar em 2015: o que são as manchas luminosas de Ceres, o maior objeto do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter?

Os cientistas acreditam ter encontrado algumas respostas.

São locais em que os impactos de corpos celestes perfuraram uma camada congelada de água salgada sob a superfície do pequeno planeta anão (cerca de 950 km de diâmetro), disseram pesquisadores à revista Nature.

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As partes mais brilhantes correspondem aos impactos mais recentes.

A câmera da sonda Dawn, da Nasa (agência espacial americana), identificou cerca de 130 focos brilhantes no planeta. De longe, o grupo mais chamativo fica em uma cratera denominada Occator, no hemisfério norte de Ceres.

Quando a sonda entrou na órbita de Ceres, a câmera estava programada para registrar o que costuma ser uma superfície escura, negra como asfalto.

Por isso, as depressões superbrilhantes dentro de Occator saturaram o sensor do equipamento.

“Nós dissemos: ‘Uau, o que é isso?’ Não esperávamos algo assim”, lembra o pesquisador Andreas Nathues.

“A reflexividade estava em nível 0.25, ou seja, cerca de 25% da luz se refletia. E no centro no núcleo interno (das manchas de Occator) chegava a 50%, 60%”, disse o cientista do Instituto Max Planck, na Alemanha. “Enquanto a superfície restante era bem mais escura, com média de 9% de reflexividade.”

Gelo e sal em todo o planeta

Uma investigação posterior indica agora que há uma camada de gelo e sal em todo o planeta, abaixo dos escombros rochosos que o cobrem.

Quando um objeto do espaço impacta e penetra nessa camada, o gelo começa a se sublimar (passa diretamente do estado sólido ao gasoso).

Esse vapor liberado escapa da superfície, levantando partículas de gelo e pó, o que produz uma espécie de névoa.

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Sonda Dawn, da Nasa, entrou na órbita de Ceres em março de 2015

A sonda Dawn observou essa névoa durante o “dia”, e a conclusão é que as manchas desaparecerão à medida que o gelo se derreta e sobre apenas sal.

A Dawn identificou indícios da presença de sulfato de magnésio hidratado, conhecido como sais de Epsom, mas a substância não é tão reflexiva como o gelo.

A emissão de água, que corrobora observações de Ceres feitas em 2013 pelo telescópio espacial Herschel, é uma reminiscência de cometas, que entram em sublimação quando se aproximam do Sol.

“É um pouco como um cometa, mas é preciso entender que Ceres é um objeto diferenciado. Tem uma estrutura de concha”, afirmou Nathues à BBC.

“É muito provável que haja uma concha de gelo debaixo da casca. Essa estrutura é completamente diferente da dos cometas. Os cometas são objetos primitivos cheios de materiais originais que se alteram muito sutilmente.”

Em outubro a Nasa também lançou uma renderização usando imagens da espaçonave Dawn para criar um efeito Flyover.

A gravação foi reproduzida em cores falsas para destacar as diferenças nos materiais da superfície — incluindo esses nos pontos brilhantes:

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Os maiores pontos luminosos, acima, descansam no que é conhecido como cratera Occator, com cerca de 60 milhas (90 quilômetros) de diâmetro, e um material brilhante no centro com cerca de 6 milhas (9,6 quilômetros) de largura e 0,3 milhas (0,48 quilômetros) de profundidade.

Aqui está o planeta desde uma distância mais longinquia, mostrando o quão espalhados estão os pontos luminosos:

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Origem distante

Em artigo na revista Nature, María Cristina De Sanctis levanta a possibilidade de que Ceres não tenha sido formado no lugar em que está hoje (a 417 milhões de quilômetros do Sol), porém muito mais distante no Sistema Solar.

A pesquisadora observou resultados do espectrômetro de sinais visíveis e infravermelhos da sonda Dawn. O aparelho detectou possíveis filosilicatos amoniacais em grandes extensões do planeta anão.

Os filosilicatos são minerais de argila, produzidos quando materiais rochosos sofrem ação da água por muito tempo.

Contudo, a presença de amoníaco é o ponto interessante neste caso.

“Esses são filosilicatos que possuem algum amoníaco em sua estrutura, o que significa que o amoníaco deve ter estado disponível em algum momento. A única maneira de que isso tenha sido possível é que o material tenha tido uma origem mais fria”, afirmou De Sanctis, do Instituto Nacional de Astrofísica, em Roma.

A hipótese vem do reconhecimento de que cristais de amoníaco não seriam estáveis na órbita atual de Ceres ao redor do Sol. Esse material desaparece rapidamente quando a temperatura supera -173ºC.

Deste modo, para que Ceres tenha retido tanto amoníaco ou gelo rico em nitrogênio por tempo suficiente para que se incorporasse ao solo, é provável que o planeta tenha ocupado um ponto muito mais frio no passado, afirmou a pesquisadora.

“É uma possibilidade fantástica, e coincide com modelos dinâmicos da evolução do Sistema Solar que preveem que os objetos migrem até o interior do sistema”, disse

 

 

Fonte.: bbc

‘Rato Gigante’ em Marte aparece em foto divulgada pela Nasa e dividi a opinião dos internautas

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Especialistas e admiradores de Marte acreditam ter descoberto a figura de um enorme “rato” no planeta vermelho. As informações são do jornal britânico Metro, citando um canal ArtAlienTV.

“Pode ser uma ilusão de ótica, mas a figura tem orelhas grandes, nariz e olhos visíveis. Assemelha-se com um largo rato ou com um gerbo”, afirmou o canal ArtAlienTV na descrição do vídeo, publicado no YouTube na última quarta-feira (11).

A imagem dividiu a opinião dos internautas.

“Provavelmente um rato pegou carona em algum veículo espacial que foi para Marte e caiu fora quando chegou lá”, comentou um usuário. “Talvez seja um fóssil congelado”, escreveu outro.

 

Suposta “Nave” abandonada em Marte aparece em foto divulgada pela Nasa

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Um grupo que investiga indícios de vida extraterrestre afirma ter encontrado uma pequena nave na área da Cratera Gale, em Marte. A afirmação foi feita com base em uma foto divulgada no site da Nasa.

Foto original divulgada no site da agência espacial norte-americana (Foto: Divulgação/Nasa)

Segundo o site UFO Sightings Daily, citando o canal “Paranormal Crucible”, o objeto parece ser resultado da criação de uma população inteligente – os restos de algum dispositivo mecânico ou arma. No entanto, eles afirmar acreditar que o item, fotografado há alguns anos pela sonda Curiosity, seja uma nave construída por marcianos ou usada por outra espécie extraterrestre para explorar o planeta vermelho.

“Seja o que for, este objeto prova que, um dia, houve vida inteligente em Marte – o que a Nasa continua a negar para o mundo”.

Na semana passada, o site divulgou que uma teoria que causou polêmica.O grupo afirmou ter encontrado uma silhueta que lembra um urso polar em outra foto da mesma região do planeta, que é a área que a Curiosity tem explorado.

Em setembro, cientistas da agência espacial americana anunciaram que a sonda encontrou sinais de que Marte tenha água corrente durante o verão, o que aumenta as chances de vida no planeta vermelho. Para os pesquisadores, a descoberta é uma das provas de que a bacia esteve repleta de água com frequência.

Nasa encontra água congelada e céu azul em Plutão

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Depois de ter anunciado evidências de água líquida encontradas em Marte, a Nasa (agência espacial americana) revelou nesta quinta-feira a presença de céu azul e água congelada em Plutão.

A sonda New Horizons registrou a primeira imagem colorida de neblina envolvendo o planeta com uma coloração azul. Essa é a consequência da forma como a luz solar é dispersa pelas partículas de neblina, segundo os cientistas.

Além disso, a sonda detectou pequenas regiões de água congelada em Plutão, o que ainda está sendo estudado. “Grandes extensões de Plutão não mostram água congelada exposta diretamente na superfície”, disse Jason Cook, especialista da Nasa.

“Porque aparentemente ela está mascarada por outros tipos de gelo mais voláteis pelo planeta. Entender por que a água aparece dessa forma e por que ela não aparece em outros lugares é um desafio.”

‘Céu azul’

Assim como a Terra, Plutão tem uma atmosfera predominantemente de nitrogênio. Mas é a interação do nitrogênio com os raios ultravioletas do sol, na presença de metano, que também está na atmosfera, que faz com que seja possível criar as partículas grossas que formam a neblina.

“Essa impressionante coloração azul nos fala muito sobre o tamanho e a composição dessas partículas”, disse Carly Howett, integrante da missão New Horizons no Instituto de Pesquisa SwRI, no Colorado.

“Um céu azul muitas vezes resulta da dispersão da luz solar em várias partículas minúsculas. Na Terra, essas partículas são moléculas de nitrogênio muito pequenas. Em Plutão, elas aparentemente são maiores – mas ainda relativamente pequenas. São partículas que chamamos ‘tholins'”.

O principal pesquisador da missão, Alan Stern, havia atiçado os fãs de Plutão nos últimos dias dizendo para eles esperarem algo “especial” nas imagens semanais que seriam divulgadas nesta quinta-feira.

“Quem poderia esperar que haveria um céu azul no Cinturão de Kuiper? Isso é maravilhoso”, disse ele, em um comunicado divulgado pela Nasa.

Mas se você estiver na superfície de Plutão e olhar para cima, o céu pareceria preto, na realidade, por causa da atmosfera rarefeita.

“A neblina é bem fina, então você veria na maior parte a cor da névoa azul como amanheceres e entardeceres”, disse Howett em entrevista à BBC.

Água congelada

Os pesquisadores da Nasa identificaram água congelada em várias regiões ao longo da superfície de Plutão.

“Nós já esperávamos que haveria água congelada lá, mas estávamos procurando sinais por décadas e não havíamos encontrado nada até agora”, tuítou Alex Parker, também do Instituto de Pesquisa SwRI.

Desde 14 de julho, a New Horizons já rondou mais de 100 milhões de km além de Plutão. E isso a coloca a 5 bilhões de km da Terra.

Essa distância gigantesca faz com que demore mais para chegarem as informações da sonda. Demorará talvez mais um ano até que todas as informações estejam com a Nasa para serem estudadas.

Descoberta de Água em Marte vira Piada para Brasileiros.

in Marte/NASA/News/Rover Curiosity by

Como não podia ser diferente, todo o mundo já conhece a fama dos Brasileiros de não levar nada a sério, os mais críticos atribuem a isto o fato do país possuir os politicos atuais o que nos levou a uma crise sem precedentes, mas por outro lado é bom, fica mais fácil de se lidar com os problemas que já não são poucos no dia a dia dos Brazucas.

Ontem logo após o anuncio da descoberta de Água em Marte e o que poderia também sugerir a descoberta de vida, não como a do planeta terra, mas vidas adaptadas ao ambiente natural do planeta vermelho, foi criada uma hashtag, #AskNasa para que os internautas enviassem suas perguntas diretamente a NASA. Até a ultima contagem, a hashtag já havia sido compartilhada mais de 23 mil vezes, porém muitas perguntas além de causar risos também naturalmente ficaram sem respostas e adivinhem de quem foi? Claro, só poderia ser de Brasileiros que justificando a fama, tornaram um assunto sério em uma piada.

Teve de tudo, Dolares, Ets, falta de água em SP, já dá para imaginar. Nâo deu? Então veja abaixo algumas das pérolas selecionadas pela equipe do UFOSFACTS.

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NASA confirma existência de água em Marte e possibilidade de vida.

in Marte/NASA/News/Rover Curiosity by

A NASA fez hoje o tão aguardando pronunciamento para imprensa internacional e para cientistas no mundo inteiro. A noticia de que algo grande seria revelado já vinha sendo anunciada na semana passada como o “Mistério de Marte Resolvido”, e hoje como combinado, a NASA convocou uma coletiva de imprensa para revelar a noticia tão esperada, porém quem estava esperando algo grandioso não ficou decepcionado.

Para quem já acompanha todos as noticias sobre o planeta vermelho, achou que a NASA iria expor finalmente todas as informações sobre a presença de água na superfície de Marte.

Em Abril deste ano, a NASA já havia confirmado a existência de evidências reais de que haveria água e até mesmo sal na superfície do planeta vermelho e que isto certamente permitiria uma interação mais complexa dos elementos nativos do planeta, já que sais modificam as propriedades de evaporação.

A Revelação

A NASA atesta que conseguiu encontrar evidência de que a própria água flui por lá — não apenas as substâncias salinas. A Agência revela que é possível afirmar que a água na superfície de Marte flui periodicamente. Os sais já mencionados são cloratos e percloratos, que possuem a capacidade de reter a água e evitar que ela seja evaporada tão rapidamente.

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Em algumas épocas do ano, isso poderia gerar córregos de salmoura capazes de fazer com que a água realmente flua — não com a mesma velocidade de um rio terrestre, é claro. De acordo com os pesquisadores, se a água de Marte não for corrente, ela é “pelo menos gotejante”.

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De acordo com um estudo da NASA publicado na Nature Geosciences , já revela o que muitos já estão esperando. A comprovação de que existe água em Marte faz com que aumentem as chances de se encontrar vida no Planeta Vermelho. Com as condições atmosféricas que podemos observar atualmente, é bem provável que existam microrganismos por lá.

Um dos cientistas responsáveis, Lujendra Ojha, cientista do Instituto de Tecnologia de Atlanta foi incisivo na publicação: “Ter certeza de que existe água líquida na superfície do planeta  é essencial para a compreensão do ciclo hidrológico e para o potencial da existência de vida em Marte”. Não estamos falando de vida como a terrestre, mas formas adaptadas à alta concentração de sais são uma grande possibilidade.

 

Nasa promete fazer Amanhã anuncio que pode ser a maior descoberta sobre Marte

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A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) convocou uma conferência para anunciar o que pode ser a maior descoberta sobre o planeta Marte até agora. O comunicado da agência fala em “mistério de Marte resolvido”.

O evento acontecerá nesta segunda-feira (28), às 10h30 (horário de Brasília). Participarão do anúncio o diretor de ciências planetárias da Nasa, Jim Green, o chefe do Programa de Exploração de Marte, Michael Meyer, entre outros pesquisadores da agência.

A conferência terá transmissão ao vivo pelo site da Nasa. Após o anúncio, além de uma coletiva de imprensa, a agência espacial responderá a perguntas enviadas pelas redes sociais, por meio da hashtag #AskNasa.

METANO

Em dezembro do ano passado, a Nasa anunciou que a sonda Curiosity detectou emissões de metano que duraram cerca de dois meses.

Como uma das principais fontes desse tipo de emissão é a atividade biológica, especulou-se que poderiam existir micro-organismos no “Planeta Vermelho”, o que não foi confirmado até agora.

 

Imagens da Sonda Dawn mostram estranha estrutura no meio de cratera em Ceres

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Novas imagens de Ceres capturadas pela sonda Dawn e divulgadas nesta quarta-feira pela Nasa mostram mais detalhes da misteriosa região brilhante no meio de uma cratera no planeta-anão, o maior objeto do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. Os cientistas da agência espacial americana esperam que os dados coletados pela nave ajudem a revelar a natureza do material na área, ainda desconhecida.

Obtidas pela Dawn de sua órbita atual em torno de Ceres, a 1,47 mil quilômetros de altitude, as novas imagens têm uma resolução de 140 metros por pixel, três vezes mais nítidas que as captadas pela sonda na sua órbita anterior e dez vezes superiores às da época de sua chegada no planeta-anão, entre abril e maio passado. Além de uma melhor visão da misteriosa região brilhante da superfície, elas destacam que algumas áreas da borda da cratera, batizada Occator, são quase verticais, se erguendo a uma altura de mais 1,6 quilômetro.

A Dawn transformou o que eram até agora apenas alguns poucos pontos brilhantes em uma complexa, bela e reluzente paisagem – comenta Marc Rayman, engenheiro-chefe da Dawn e diretor da missão junto ao Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL) – Em breve, as análises científicas vão revelar a natureza química e geológica deste misterioso e hipnotizante cenário extraterrestre.

Até o momento, a Dawn completou dois ciclos de 11 dias de mapeamento da superfície de Dawn de sua órbita atual, e deu início ao terceiro nesta quarta-feira. Os cientistas esperam fazer um total de seis destes ciclos de 14 órbitas ao longo dos próximos dois meses, cada um com um ângulo ligeiramente diferente de forma a poderem construir uma visão tridimensional do planeta-anão, assim como fizeram no vídeo abaixo com a própria cratera Occator.

Os cientistas e engenheiros responsáveis pela Dawn também vão aproveitar este período para refinar as medições sobre o campo gravitacional do planeta-anão, que serão fundamentais para o planejamento da próxima fase da missão, assim como de eventuais futuras visitas por outras naves e até uma missão tripulada. Nesta nova fase, a Dawn vai atingir a mais baixa órbita em torno de Ceres, chegando a apenas 375 quilômetros de sua superfície.

A Dawn é a primeira missão interplanetária da Nasa a orbitar dois objetos distintos no Sistema Solar. Lançada em setembro de 2007, a sonda passou 14 meses entre 2011 e 2012 na órbita de Vesta, o segundo maior objeto do cinturão de asteroides, antes de seguir para Ceres, onde chegou em março deste ano.

 

Livro defende que População de Marte foi aniquilada e que o destino da Terra será o mesmo

in Análises/Conspiracy theories/FIM DO MUNDO/Marte/News/Planetas/Profecias by

Todos os dias somos surpreendidos por teorias malucas e devaneios de alguns cientistas desocupados e como não poderia ser diferente, de acordo com algumas hipóteses científicas, se nem o Curiosity, o Opportunity ou nenhum outro engenho humano conseguem encontrar provas de vida em Marte, não é porque não tenha havido, mas porque uma civilização extraterrestre superior teria aniquilado a vida do planeta vermelho sem deixar rastros.

DrJohnBrandenburgA respeito deste assunto, o doutor John Brandenburg se superou e escreveu um livro “Morte em Marte: A Descoberta de um Massacre Nuclear Planetário” («Death on Mars: The Discovery of a Planetary Nuclear Massacre»), que foi publicado em fevereiro de 2015, no qual ele afirma que um par de explosões teria causado o desaparecimento da vida marciana, e não teriam sido explosões acidentais ou fortuitas, mas deliberadas e com fins destrutivos. E Brandenburg não se detém a esse diagnóstico; ele avança com um prognóstico sombrio: a civilização que teria destruído Marte com armas nucleares estaria encarregada de, em algum momento, eliminar a vida inteligente da Terra. Ele analisou partes das suas descobertas, no encontro anual, no Outono de 2014 da Sociedade Americana de Física e num artigo publicado noJournal of Cosmology and Astroparticle Physics.

O especialista está convencido de que Marte abrigou duas antigas civilizações de humanoides, extintas por duas poderosas explosões em regiões próximas, o que, em sua opinião, é impossível que tenha acontecido por acaso. “Por que esses dois desastres ocorreram em uma área tão pequena de Marte?”, ele se pergunta, retoricamente. Para Brandenburg, todas as perguntas a respeito da vida extraterrestre têm respostas, se pensarmos em uma civilização poderosa, dedicada a exterminar outras antes que estas possam se contatar. Isso significa que, cedo ou tarde, nós seremos o alvo.

O mais incrível desta história que mais parece um roteiro totalmente sem nexo, digno dos piores filmes B já feitos até hoje, ele não explica qual seria a razão de tal extermínio em massa, seria algo tipo, “Vamos jogar umas bombinhas? Claro, qual é planeta da vez?”

E quando você acha que não pode piorar, ele apresenta essa hipótese como uma razão para visitar Marte e estudar o que aconteceu, para que possamos estar preparados para um ataque.

“Uma viagem a Marte iria responder a muitas questões”, afirmou o Dr.Brandenburg.

Durmam com um barulho destes!! 🙂

 

Novo Mistério em Marte – Figura Feminina é registrada pelo Curiosity

in Estruturas em Marte/Marte/Misterios/NASA/News/Planetas/Rover Curiosity by

Volta e meia uma imagem de algo que lembra alguma coisa causa espanto na internet envolvendo Marte.

Desta vez, uma imagem capturada pelo robô Curiosity, da Nasa (âgência espacial americana) sugere uma “figura feminina” na superfície do Planeta Vermelho.

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A imagem ganhou atenção internacional pelo site “UFO Sightings Daily”, que costuma postar “provas” de vida em Marte. Segundo ele, a forma parece a de “uma mulher parcialmente encoberta”.

O Curiosity está há três anos investigando a superfície de Marte.

New Horizons Descobre gelo Fluindo em Plutão

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New Horizons descobre gelo fluindo no local em forma de coração de Plutão. Na região norte do de Plutão conhecida como Sputnik Planum (Sputnik Plain), padrões de luz e sombra em forma de redemoinho sugerem que uma camada superficial de gelo exóticos fluindo em torno de obstáculos e em depressões, assim como as geleiras na Terra.

Novas imagens de grande plano de Long-Range Reconnaissance Imager da espaçonave (Lorri) revelam sinais de atividade geológica recente, algo que os cientistas esperavam encontrar, mas não esperava.

Nós só vimos superfícies como estas em mundos ativos como Terra e Marte“, disse o co-investigador missão, John Spencer de SwRI. “Estou realmente feliz.

As novas imagens em close-up mostram detalhes fascinantes dentro da planície do tamanho do Texas (informalmente chamada Sputnik Planum) que se encontra no interior da metade ocidental da região em forma de coração de Plutão, conhecido como Tombaugh Regio. Ali, uma folha de gelo parece claramente fluir e ainda pode ser que flua para dentro de um modo semelhante as geleiras na Terra.

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Na região norte do de Plutão Sputnik Planum, os padrões de claro e escuro redemoinho em forma de sugerir que uma camada superficial de gelo eexóticos fluindo em torno de obstáculos e em depressões, assim como as geleiras na Terra. Créditos: NASA / JHUAPL / SwRI
Enquanto isso, os cientistas da New Horizons estão usando imagens coloridas avançadas (veja abaixo) para detectar diferenças na composição e textura da superfície de Plutão. Quando as imagens em close-up são combinados com dados de cores a partir do instrumento Ralph, eles pintam um retrato novo e surpreendente de Plutão em que um padrão global de zonas variam de acordo com a latitude. Os terrenos mais escuros aparecem na linha do equador, meios-tons são a norma em latitudes médias, e uma extensão mais brilhante gelado domina a região polar norte. A equipe de ciência da New Horizons interpreta este padrão como o resultado de transporte sazonal de gelos do equador ao pólo.
Este padrão é interrompido drasticamente pelo coração pulsante” e brilhante de Plutão.
Quatro imagens de New Horizons 'Long Range Reconnaissance Imager (Lorri) foram combinadas com dados de cores a partir do instrumento Ralph para criar esta cor visão global melhorada de Plutão. (A borda inferior direito de Plutão nesta vista atualmente carece de cobertura a cores de alta resolução.) As imagens, tomadas quando a sonda estava a 280.000 milhas (450.000 km) de distância, apresentam características tão pequenas quanto 1,4 milhas (2,2 km), o dobro da resolução da exibição de uma imagem feita em 13 de julho. Créditos: NASA / JHUAPL / SwRI
Quatro imagens de New Horizons ‘Long Range Reconnaissance Imager (Lorri) foram combinadas com dados de cores a partir do instrumento Ralph para criar esta cor visão global melhorada de Plutão. (A borda inferior direito de Plutão nesta vista atualmente carece de cobertura a cores de alta resolução.) As imagens, tomadas quando a sonda estava a 280.000 milhas (450.000 km) de distância, apresentam características tão pequenas quanto 1,4 milhas (2,2 km), o dobro da resolução da exibição de uma imagem feita em 13 de julho.
Créditos: NASA / JHUAPL / SwRI

O coração do coração,Sputnik Planum, é sugestivo de um reservatório de gelos. Os dois azuladasbranco lobos” que se estendem para o sudoeste e nordeste do “coração” pode representar geleiras exóticas sendo transportadas longe de Sputnik Planum.

Além disso, novos dados relativos à composição do instrumento Ralph New Horizons ‘indicam que o centro de Sputnik Planum é rica em nitrogênio, monóxido de carbono, metano e gelo. Em temperaturas de Plutão de menos-390 graus Fahrenheit, estes gelos pode fluir como uma geleira“, disse Bill McKinnon, da Universidade de Washington em St. Louis, vice-líder de Geologia Geofísica e equipe Imaging do New Horizons , . Na região sul do coração, adjacente à região equatorial escuro, parece que um antigo terreno, fortemente marcado com crateras (informalmente chamado “Cthulhu Regio“) foi invadida por depósitos de gelo muito mais recentes.

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Esta imagem anotada da região sul do Sputnik Planum ilustra sua complexidade, incluindo as formas poligonais de planícies geladas de Plutão, suas duas cadeias de montanhas, e uma região onde parece que a antiga, terreno fortemente crateras foi invadida por depósitos de gelo muito mais recentes. A grande cratera em destaque na imagem é cerca de 30 milhas (50 quilômetros) de largura, aproximadamente o tamanho da área da grande Washington, DC. Créditos: NASA / JHUAPL / SwRI

A recémdescoberta cadeia de montanhas sobe uma milha (1,6 quilômetros) acima da planície circundante, similar à altura das Montanhas Apalaches, nos Estados Unidos. Estes picos foram informalmente chamado Hillary Montes (Hillary Mountains) por Sir Edmund Hillary, o primeiro cume do Monte Everest com Tenzing Norgay, em 1953.

“Por muitos anos, nos referimos a Plutão como o Everest de exploração planetária, disse Investigador Principal da New Horizons, Alan Stern do Instituto de Pesquisa Southwest, em Boulder, Colorado. É justo que os dois alpinistas que primeiro cume montanha mais alta da Terra, Edmund Hillary e Tenzing Norgay, agora têm seus nomes neste novo Everest.

Veja um sobrevoo simulado usando as imagens close-up da New Horizons de Sputnik Planum e a serra recémdescoberto de Plutão Hillary Montes, no vídeo abaixo.

Para finalizar, essa imagem de Plutão obtida depois da máxima aproximação, naquele instante em que houve um alinhamento entre sonda, Plutão e Sol. Na prática, o instante em que Plutão eclipsou o Sol para a New Horizons. Essa estratégia foi usada para estudar a atmosfera de Plutão usando-se a luz do Sol. Os resultados iniciais apontam que a pressão é muito mais baixa que o esperado, neva nitrogênio e existe neblina!

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Ainda tem muito para ser transmitido para a Terra, portanto, Plutão ainda vai aparecer muito por aqui. Mas essa última imagem tem um quê de despedida. Ela meio que diz: a viagem terminou. Apesar da New Horizons ter obtido mais dados logo após essa imagem (na verdade ela ainda está tomando dados de Plutão e seu sistema), ela é o marco de que a sonda cruzou o seu destino e está agora numa das regiões mais remotas do Sistema Solar.
Fonte : NASA

Robô Curiosity teria encontrado restos fossilizados de ser vivo no planeta vermelho

in Fotos/HOAX/Marte/NASA/News/Sonda Curiosity/Sondas by

Mais uma vez temos noticias de algo encontrado pelo Curiosity que foi descoberto por usuários do Youtube que passam seus dias vasculhando imagens em busca de provas da existência alienígena.

Desta vez a imagem em questão seria de um suposto esqueleto na superfície de Marte que pode ser a prova de que alienígenas viveram no planeta vermelho, acreditam teóricos da conspiração do espaço, segundo informações do Daily Mirror.

Segundo este usuário, os supostos ossos cobertos por poeira são visíveis na imagem capturada pelo robô Curiosity. Perto deles, é possível ainda ver o que parece uma cabeça, um torso e braços bem pequenos. Outra forma branca, que parece ser da mesma textura, também é vista a alguns metros de distância.

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Após achar esta imagem bizarra o usuário do Youtube colocou na web um vídeo com as imagens ampliadas, despertando a curiosidade de vários internautas. O ufólogo Jeffery Pritchett, por exemplo, realmente acredita que o achado se trata dos restos fossilizados de um ser vivo.

Embora a Nasa tenha publicado a imagem sem fazer comentários sobre a forma incomum, a cientista chefe da agência espacial norte-americana, Elle Stofan, em uma de suas declarações há alguns meses, disse acreditar que a humanidade está próxima de descobrir a existência de vidas extraterrestres.

A equipe do UFOSFACTS também analisou a imagem e não viu nada mais do que marcas naturais de erosão ou até marcas produzidas pelo próprio Curiosity através do seu braço mecânico e que tudo mais uma vez não passa de Pareidolia ou um HOAX para explorar a curiosidade dos internautas. Uma das provas é que a imagem branca até lembra um super-herói japonês, o Ultraman para um dos integrantes da equipe do UFOSFACTS que é Fã.

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UltraMan

Pareidolia, para quem não sabe é um fenômeno psicológico que envolve um estímulo vago e aleatório, geralmente uma imagem ou som, sendo percebido como algo distinto e com significado. É comum ver imagens que parecem ter significado em nuvens, montanhas, solos rochosos, florestas, líquidos, janelas embaçadas e outros tantos objetos e lugares. Resumindo, você pode ver o que deseja ver e no fim apenas foi enganado pela sua imaginação fértil.

Portanto, mais uma vez não passa de boatos mal intencionados e com outros objetivos, o que é comum neste e vários outros usuários já conhecidos no youtube, pois para divulgar fotos não há necessidade de se fazer vídeos monetizados.

Nasa divulga primeira imagem em HD da superfície de Plutão

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Nasa divulgou a primeira foto em alta resolução da superfície de Plutão. A imagem chega menos de 24 horas após a agência espacial americana receber a confirmação de que a sonda New Horizons conseguiu completar seu rasante pelo ex-planeta.

John Spencer, membro da equipe da New Horizons, afirmou que a missão ainda não encontrou na imagem uma cratera gerada por impacto de outros corpos celestes (como meteroros), o que indica que Plutão é muito jovem se comparado ao resto do Sistema Solar.

Segundo Spencer, as montanhas vistas na imagem têm cerca de 3 350 metros de altitude e provavelmente são feitas com rochas que tem gelo e água em sua composição.

As montanhas provavelmente foram formadas há menos de 100 milhões de anos, de acordo com a Nasa. E, portanto, ainda podem estar em fase de crescimento.

A equipe também anunciou que a figura do “coração” de Plutão, identificada na foto oficial lançada na terça-feira, será chamada de “Regio Tombaugh”, em homenagem a Clyde Tombaugh, o astrônomo americano que descobriu Plutão no começo do século passado.

Enfim chegamos a Plutão

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Depois de nove anos e 4,8 bilhões de quilômetros percorridos, a Sonda New Horizons realizou hoje o registro fotográfico mais nítido existente do planeta Plutão, a cerca de 766 mil quilômetros de distância – a mais próxima já alcançada.  A foto foi postada no Instagram da NASA, a agência espacial americana.

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Na imagem, capturada 16 horas antes da sonda se aproximar ao máximo possível do planeta, é possível ver a mancha mais clara em formato de “coração”. A Nasa também divulgou um GIF explicando a viagem e prometeu postar mais fotos em HD em seu site.

 

 

 

New Horizons se aproxima de Plutão e registra Imagem nítida

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Está chegando a hora. A espaçonave New Horizons se aproxima cada vez mais da órbita de Plutão, e acaba de enviar a imagem mais nítida do planeta anão até agora. A foto foi divulgada pela Nasa no site da missão na internet.

O astro pode ser visto com uma tonalidade avermelhada, com diferentes níveis de brilho em sua superfície. Há uma mancha mais escura que domina uma grande parte da parte inferior da foto, conhecida informalmente como “a baleia”.  

 

A imagem foi registrada no último dia 7, depois de a nave ter entrado em modo de segurança por conta de uma anomalia em seu software. A New Horizons estava a 4 milhões de quilômetros de Plutão quando fez o registro.

“A próxima vez que enxergarmos essa parte de Plutão na aproximação máxima, ela será vista com uma resolução 500 vezes melhor do que vimos hoje”,

disse Jeff Moore, pesquisador da Nasa envolvido na missão. “Vai ser incrível!”

Fonte: Nasa

Robô Curiosity acha “pirâmide” em Marte.

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Uma nova imagem divulgada pela Nasa enviada pelo Robô Curiosity, que está em Marte desde 2012, inspirou teorias da conspiração, por mostrar uma pedra com a forma perfeita de uma pirâmide. Segundo alguns acreditam, a descoberta é prova da existência de vida no planeta vermelho. As informações são do The Mirror.

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A pirâmide tem o tamanho aproximado de um carro. Nas discussões da internet e sites de ufologia, a maioria das pessoas acredita que existe uma “coincidência” no formato. Entretanto, o canal no Youtube “ParanormalCrucible” afirma que o formato e design são perfeitos e que “é o resultado de vida inteligente e de um projeto e certamente não um truque de luz e sombra”.

Sonda Dawn mostra em detalhes ponto misterioso e Pirâmide na superfície do Planeta Ceres

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Bom, aqui está uma mancha de uma cor diferente: A última imagem liberada pela equipe científica da missão NASA’s Dawn mostra uma mancha brilhante sobre o planeta anão Ceres que é distinto diferente do que vinha sendo alardeado como misteriosos “faróis” alienígenas visto em outras imagens.

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Os pontos brilhantes na Ceres são mais conhecidos como “Spot 5”, e o melhor palpite é que esses pontos são feitos de depósitos de gelo – embora os cientistas não descartam completamente a possibilidade de que eles são feitos de sal ou algum outro material de cor clara.

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A imagem liberada na terça-feira se concentra em outra área brilhante chamado Spot 1. A imagem foi capturada em 6 de junho de uma altitude de 2.700 milhas (4.400 km).

Os Cientistas da Dawn afirmam que o Spot 1 é tão mistério quanto o mais famoso Spot 5:

 

A imagem provocou uma quantidade enorme de debates no Twitter, com foco em o que parece ser um padrão de raios luminosos irradiados para fora da cratera Spot 1. Poderia o material brilhante ser gelo de água do subsolo que foi exposto e explodiu por um impacto cósmico? Fique atento para a resposta: Dawn tem certeza de estar tomando um olhar ainda mais atento ao Spot 1, Spot 5 e outros mistérios de Ceres nos próximos meses.

 

Para finalizar, mais uma imagem liberada hoje em seu Twitter, mostra uma imagem que deve gerar muitos debates na internet, pois mostra um tipo de Piramide na superfície do planeta anão.

 

 

 

Sonda Messenger da NASA encerra sua missão após colidir com Mercúrio

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A nave espacial Messenger, pioneira da Nasa, encerrou seu estudo de quatro anos sobre Mercúrio nesta quinta-feira ao colidir com a superfície do planeta, disseram cientistas.Os controladores de voo no Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Maryland, estimaram mais cedo que a Messenger, viajando a mais de 14 mil quilômetros por hora, bateu no chão perto do polo norte de Mercúrio às 16h26 (horário de Brasília).
Primeira imagem da sonda Messenger na órbita do planeta Mercúrio, registrada em 29 de março de 2011 – AP

A Messenger, que tinha combustível apenas para as manobras, lutou contra o impulso para baixo da gravidade do sol até que impactou a superfície do planeta. A espaçonave provavelmente deixou uma cratera de 16 metros em Mercúrio.

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Uma das últimas imagens capturadas pela sonda Messenger, em 29 de abril, mostra superfície de Mercúrio – AFP/ NASA

Durante suas últimas semanas em órbita, a Messenger enviou mais detalhes sobre o planeta, que tem manchas de gelo dentro de algumas de suas crateras, apesar de estar duas vezes mais perto do sol do que a Terra.

Temos nos concentrado em obter o máximo de dados da superfície — disse o pesquisador-chefe Sean Solomon, da Universidade de Columbia, em Nova York, por e-mail. — Teremos anos para pensar sobre o significado das medições.

Os cientistas na sala de controle na Universidade Johns Hopkins lamentaram a perda da nave espacial. De acordo com Solomon, ficou um sentimento de luto no ar após o choque. Ao mesmo tempo, os estudiosos se sentiram orgulhosos dos dados coletados pela nave e gratos pelo sucesso da missão.

De certa forma, foi como perder um membro da família, disse Solomon, que chamou a nave espacial um “um objeto quase animado que se tornou muito familiar e querido por nós” — comentou Solomon.

A Messenger fez os primeiros estudos mais detalhados de Mercúrio quando a sonda Mariner 10, da Nasa, voou pelo planeta três vezes em meados dos anos 1970. Chegou a Mercúrio em 2011, depois de uma viagem tortuosa de seis anos.

Durante suas 4.104 órbitas de Mercúrio, a Messenger fez detecções surpreendentes de potássio, enxofre e outros compostos voláteis na superfície do planeta que supostamente deveria ter evaporado devido à temperatura elevada. A temperatura média da superfície de Mercúrio é de 167 graus Celsius, chegando a atingir 427 graus Celsius durante o dia.

A Messenger também confirmou a existência de gelo e outros materiais, possivelmente até orgânicos à base de carbono, na base das crateras onde a luz solar nunca brilha. Durante seus dias finais, a Messenger tentou espiar diretamente o fundo de crateras específicas, segundo Solomon.

A espaçonave também encontrou evidências de atividade vulcânica passada e afirma que o planeta denso e que está encolhendo tem um núcleo de ferro líquido.

É impressionante tudo o que conseguimos — afirmou a cientista da Messenger, Deborah Domingue, do Instituto de Ciências Planetárias, em Tucson, no Arizona, em comunicado. — Há uma sensação de satisfação.

A Europa e o Japão estão se associando para realizar uma missão de acompanhamento de Mercúrio chamada BepiColombo, que deve ser lançada em 2017.

O “Cubo” Marciano, eis o novo mistério enviado pela Rover Curiosity

in Análises/Estruturas em Marte/Marte/Misterios/NASA/News/Rover Curiosity by
rover_2300144bNas imagens do Rover da NASA na superfície planeta vermelho, nos deparamos com imagens interessantes obtidas pela Curiosity durante Sol 120 (Dia Marciano). Ao fundo, estranhos objetos estão espalhados por todo o lugar, porém um deles em especial, parece um cubo, e este objeto parece totalmente “fora de lugar” sem falar que é diferente de qualquer outro tipo de “formação geológica na vizinhança”. Uma imagem como esta não é algo novo para quem acompanha as imagens enviadas pelos rovers da NASA no planeta vermelho, que por sua vês têm enviado quantidades incríveis de imagens nas quais você pode identificar objetos anômalos para onde olhar, coisas que não parecem pertencer aos arredores de volta e se você possui uma imaginação fértil ou até mesmo instintos conspiratórios como alguns sites que publicam diariamente noticias sensacionalistas sobre objetos os quais eles, na imaginação deles, acreditam ser indícios de civilizações antigas ou até mesmo, como já chegaram a mencionar, projetos secretos de governos dos USA e Russia que são escondidos do público há décadas.Independente do exagero de alguns ou até mesmo devaneios, por que  Marte é então um planeta que é adorado e falado por milhares de anos? Existe a possibilidade de que, no passado, Marte foi habitável e foi o lar de uma civilização muito parecida com o nossa? E se foi, de fato, a vida, o que aconteceu com ele? Sabemos que os maias, astecas e outras antigas civilizações americanas também prestaram homenagens a Marte. A conexão do planeta vermelho para o calendário maia é retratado no The Dresden Codex.

Existem inúmeros recursos em Marte que provocam a imaginação das pessoas em todo o mundo, um desses exemplos são os picos gêmeos de Marte (Twin Peaks) que foram fotografados pela sonda Pathfinder da NASA. Estas montanhas gêmeas são as formações mais altas que você vai encontrar por centenas de quilômetros e que faz com que o Twin Peaks ainda mais misterioso é o fato de que a maior parte da atividade vulcânica em Marte está concentrada na região de Tharsis e a região de Tharsis em Marte fica aprox. 3.200 quilômetros a oeste. Então, como eles se formaram? Existe algo mais para esses picos que estariam escondendo da vista? Bom, de acordo com ufólogos há várias coisas que são impares sobre a imagem dos picos gêmeos.

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Então, nós sabemos que Marte esconde uma tonelada de recursos, que são particularmente estranhos, e o objeto em forma de cubo fotografado pelo rover Curiosity é certamente uma daquelas pequenas características de atribuição, que são desconcertantes. Olhando para a imagem você vai notar as características geológicas formadas aleatoriamente, a maioria deles são algo parecido com o que você iria encontrar hoje em um deserto na Terra, mas esta forma de cubo que está repousado em cima de uma outra rocha está gritando “olha para mim “. Será apenas mais uma Rocha marciana criada pela mãe natureza no Planeta Vermelho? Bem, de acordo com os ufólogos e até mesmo alguns geólogos que falaram sobre esses recursos on-line, esta rocha marciana é tudo menos comum.

Pegando carona em alguns devaneios e loucuras imaginadas pelos nossos Mars Watchers ao ficarem garimpando as fotos enviadas, que são capazes de encontrar até “Fósseis” na superficie de marte e outros chegam até mesmo a especular que existem cidades e recursos em Marte que são provas que sustentariam a teoria de que Marte era habitado por seres inteligentes. Poderia esta característica ser uma delas? E poderia outras imagens tomadas pelo rover Curiosity apoiá-los?

Angelo Secchi, um astrônomo italiano foi uma das primeiras pessoas a sugerir que, na verdade, sobre a superfície de Marte, havia estranhas estruturas, linhas retas que se assemelham a construções no planeta Terra, ele chamou essas linhas de “Canali” ou “canais”. Mais e mais pessoas tornaram-se interessados sobre Marte naquele momento e idéias foram formuladas de que Marte tivera realmente formas de vida inteligentes como Terra.

Então, seria uma grande surpresa ao descobrir que Marte era habitado por seres inteligentes no passado?

Bem, a função do Rover Curiosity é vasta e não apenas enviar imagens impressionantes de volta para a Terra, mas o Rover também encontrou traços de metano na atmosfera marciana e isso é importante. Por quê? Pois bem, porque na Terra, 95% de metano vem de organismos microbianos. Os cientistas especulam que essas “explosões” de metano pode ter sido produzida por bactérias no planeta vermelho.

Por isso, quando você olhar para todos os pontos, e ter em conta que há traços de metano, água e, em seguida, você adicionar esses recursos estranhos da superfície marciana à sua lista, você não pode excluir a possibilidade de vida em Marte.

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Esta intrigante “Rocha Marciana” em forma de cubo poderia ser obra da “Mãe Natureza Marciana” que além de ser uma artista incrível para criar objetos que pareçam estátuas, capacetes e até mesmo UFOs e ainda espalhá-los por todo o Planeta Vermelho?

Poderiam estas descobertas realmente ser atribuídas a formações naturais ou há algo mais a Marte?

Você pode conferir a imagem RAW da NASA, clicando aqui.

 

Migração de Jupiter destruiu primeira geração de planetas e explicaria configuração incomum do Sistema Solar

in Jupiter/News/Planetas by

Gigante gasoso teria “viajado” para mais próximo do Sol, onde destruiu primeira geração de planetas antes de voltar a recuar para sua órbita mais afastada atual.

Maior planeta do Sistema Solar, o gigante gasoso Júpiter teria “viajado” para bem próximo de nossa estrela, destruindo os primeiros planetas surgidos nesta região antes de “migrar” para sua atual órbita mais afastada de nossa estrela. A teoria sobre esta migração de Júpiter, publicada na edição desta segunda-feira do periódico científico “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), ajudaria a explicar a configuração “incomum” do Sistema Solar quando comparado com centenas de outros sistemas planetários já descobertos em nossa galáxia, a Via Láctea.

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Agora que podemos ver nosso Sistema Solar dentro do contexto de todos estes outros sistemas planetários, uma de suas características mais interessantes é a ausência de planetas dentro da órbita de Mercúrio – conta Gregory Laughlin, professor e chefe do Departamento de Astronomia da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, EUA, e coautor do artigo na PNAS. – O sistema planetário padrão de nossa galáxia parece ter um conjunto de super-Terras (planetas rochosos pouco maiores que o nosso) com períodos orbitais (os “anos” destes planetas, que quanto menores se traduzem em uma maior proximidade da estrela) extremamente curtos. Com isso, nosso Sistema Solar parece ser cada vez mais incomum.

Segundo os cientistas, a teoria da migração de Júpiter explicaria não só esta “lacuna” de planetas no Sistema Solar interior como certas características da Terra e dos outros planetas rochosos da região, que teriam se formado a partir de um suprimento escasso de material. Laughlin e Konstantin Batygin, outro coautor do estudo, basearam sua teoria em um dos cenários mais aceitos para a formação de Júpiter e Saturno, os dois planetas gigantes gasosos do Sistema Solar, proposto por outro grupo de astrônomos em 2011. De acordo com este cenário, Júpiter primeiro “caiu” para jupiter-earth-comparisonmais perto do Sol até que a formação de Saturno fez com que revertesse o curso e migrasse para sua posição atual. Os dois astrônomos então decidiram investigar o que aconteceria com um primeiro grupo de planetas rochosos que tivesse se formado perto do Sol antes desta migração de Júpiter.

De acordo com os cientistas, é possível presumir que, à semelhança de outros sistemas planetários conhecidos, o Sistema Solar tinha grandes planetas rochosos com densas atmosferas no caminho de se tornarem super-Terras em formação bem perto do Sol. Mas, com a chegada de Júpiter na região, as perturbações gravitacionais provocadas pelo planeta gigante “empurraram” estes planetas para órbitas apertadas e sobrepostas, dando início a uma série de colisões que os destruíram e fragmentaram.

É a mesma preocupação que temos com os satélites que se desintegram na baixa órbita da Terra: seus fragmentos começam então a colidir com outros satélites e temos o risco de ver uma reação em cadeia de choques – diz Laughlin.

Nosso trabalho indica que Júpiter teria provocado este efeito em cascata no Sistema Solar interior.

Segundo os astrônomos, grande parte dos destroços destas colisões teria espiralado em direção do Sol sob a influência da densa nuvem de gás e poeira que circundava nossa estrela, numa “avalanche” que teria destruído qualquer outra super-Terra que por acaso tivesse escapado da reação em cadeia original. Com isso, foi aberto espaço para a formação de uma segunda geração de planetas no Sistema Solar interior com muito menos material disponível que originalmente. Tal cenário é condizente com as evidências de que os atuais planetas internos do Sistema Solar – Mercúrio, Vênus, Terra e Marte – são mais “jovens” que os externos, além de menos maciços e com atmosferas mais finas do que seria esperado.

Uma das consequências de nossa teoria é que planetas verdadeiramente parecidos com a Terra, com superfícies sólidas e pressões atmosféricas modestas, são raros – destaca Laughlin.

Nas últimas duas décadas, os astrônomos confirmaram a existência de mais de mil planetas extrassolares (isto é, queorbitam outras estrelas que não o Sol) em nossa galáxia, incluindo quase 500 sistemas com múltiplos planetas. Estas observações sugerem que um sistema planetário “típico” da Via Láctea consiste de alguns planetas com massas poucas vezes maiores que a da Terra, as chamadas super-Terras, orbitando suas estrelas bem de perto, mais próximos que Mercúrio está do Sol. Além disso, nos sistemas com gigantes gasosos como Júpiter estes planetas também tendem a estar muito mais próximos de suas estrelas do que em nosso Sistema Solar.

Gregory Laughlin
Gregory Laughlin

 

Segundo Laughlin, a formação de gigantes gasosos como Júpiter é de certa forma rara, e normalmente estes planetas migram para mais perto de suas estrelas, assentando-se em órbitas similares à distância da Terra ao Sol, e foi só a formação de um segundo gigante gasoso em nosso Sistema Solar, Saturno, que “puxou” Júpiter para longe do Sol, permitindo que Mercúrio, Vênus, Terra e Marte se formassem. Desta forma, a teoria também implica que sistemas com planetas gigantes com períodos orbitais inferiores a cem dias provavelmente não abrigam vários planetas rochosos nesta região.

 

 

 

Este tipo de teoria, que diz que primeiro isso aconteceu, depois aquilo, quase sempre está errada, então de início encarei a hipótese com ceticismo – reconhece Laughlin. – Mas ela de fato envolve vários processos genéricos que já foram extensamente estudados por outros pesquisadores. Temos muitas evidências que apoiam a ideia da migração de Júpiter primeiro para perto e depois para longe do Sol.

 

Fonte : O Globo

Questão do Momento : “Não há novas fotos de Ceres?”

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O e-mail e twitter do UFOSFACTS vem recebendo centenas de mensagens perguntando se há novas fotos do planeta Ceres, pois afinal, a Sonda Dawn entrou em órbita no ultimo dia 6 de Março de 2015, onde estão as fotos em close-up prometidas pelos diretores da missão? Nenhuma mesmo após de quase 3 semanas?

Bom, a equipe do Ufosfacts foi em busca destas respostas e para decepção de muitos, NÃO, a NASA ou o Governo Americano não esta escondendo bases alienígenas e também não foi capturada ou destruída por Aliens como alguns teóricos da conspiração já começaram a espalhar na rede. A questão toda resume-se a Gravidade e Química.

Conforme já publicamos, a Dawn não usar foguetes propulsores químicos convencionais. Enquanto estes podem fornecer um monte de glamour, o combustível é pesado, o que significa que você precisa para transportar mais combustível para transportar o combustível, e assim por diante. Você pode mudar de direção rapidamente, mas o custo está a dedicar mais do seu massa carga preciosa para combustível em vez de equipamento científico.

Em vez disso, a Dawn utiliza propulsores iônicos, que usam campos elétricos complexos para arremessar átomos ionizados para fora da extremidade traseira em alta velocidade. O impulso é muito mais baixo, mas você usa o combustível de forma tão eficiente que você pode literalmente manter seus motores ao longo de meses de cada vez. No final, você tem a mesma capacidade de mudar a direção e velocidade de sua nave espacial; é apenas muito mais suave e leva muito mais tempo.

Então, ao invés de explodir em direção Ceres e explodir em órbita, é mais como a Dawn estar deslizando em órbita, a medida que se aproxima do asteroide lentamente e facilitando o seu caminho mais para perto. Para fazer isso ele sobrevoou Ceres um pouco, e agora está no lado de Ceres para longe do Sol, do seu ponto de vista está olhando para o lado escuro do asteroide. É também uma trajetória que o levou para mais longe de Ceres, e agora está caindo mais perto dele (como jogar uma pedra no ar, e vê-la cair de volta em sua mão).

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O caminho de inserção orbital para Dawn não é um caminho fácil. A nova trajetória está no verde, e as marcas de escala são posições de Dawn com um dia de intervalo. Observe o caminho longo, looping projetado para economizar combustível sobre a antigo trajetória (vermelho). Agora, Dawn está no ápice do Loop mais longo.

Na verdade, um problema nos jatos direcionais da Dawn (que são usados para modificar a posição e direção da espaçonave) obrigou os engenheiros a colocá-la em um caminho de inserção orbital que é ainda mais eficiente em termos de combustível, para se certificar de que eles têm combustível extra na mão, se eles precisarem para compensar a perda deste dispositivo. O diagrama acima mostra isso, e aqui está uma animação bacana da inserção, bem como esta sendo realizada a operação:

Assim, embora ele esteja sob a influência da gravidade de Ceres por algumas semanas, ele ainda não está em uma órbita baixa. Será logo embora, nós devamos começar a receber belas imagens de alta resolução.
Quando será que finalmente começará? Abril, portanto, em apenas poucas semanas. Paciência, pois um novo Ceres está chegando.

Formações brilhantes de Ceres podem ser gelo

in Ceres/Dawn/News/Planetas by

Os cientistas da missão Dawn, da NASA, arriscaram-se a levantar as primeiras hipóteses sobre os misteriosos pontos brilhantes na superfície do planeta anão Ceres.

Segundo Andreas Nathues, chefe da equipe responsável pelas câmeras da sonda espacial, os primeiros dados indicam que os enormes pontos brilhantes podem ser gelo.

Mas, para explicar todo o comportamento registrado até agora, devem ser um “gelo em atividade”, uma formação que responde ao calor do Sol emitindo jatos.

O enigma é tamanho que a equipe ainda não batizou a formação, chamando os dois pontos principais e mais brilhantes simplesmente de “Ocorrência número 5” – a formação tem cerca de 4 km de diâmetro.

Ocorre que os pontos são saliências muito elevadas, bem acima das bordas da cratera onde eles estão, o que é muito diferente dos indícios de gelo no fundo das crateras escuras da Lua, por exemplo.

“O que é impressionante é que você pode ver a formação enquanto a borda da cratera ainda está na linha de visão,” disse Nathues. “Ceres parece continuar sendo ativo.”

A hipótese mais plausível encontrada pela equipe é que o Sol aquece gelo existente logo abaixo da superfície, fazendo-o emitir vapor de água, criando uma pluma que se eleva bem alto acima da superfície de Ceres, sendo visível ao refletir a luz do Sol.

A equipe espera confirmar sua hipótese, ou encontrar novas explicações, em meados de Abril, quando a sonda Dawn ficará no seu ponto mais próximo de Ceres.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Nave espacial da NASA chega no planeta anão Ceres esta semana

in Ceres/Espaço/News/Sonda Dawn/Vesta by

A sonda Dawn da NASA começará a orbitar o misterioso planeta anão Ceres esta semana, encerrando uma viagem no espaço profundo que durou 2 anos e meio.

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Tudo está programado para a chegada da sonda Dawn a Ceres, o maior corpo celeste no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, na quinta-feira à noite (05 de março). A sonda foi dirigida para Ceres em setembro de 2012, quando se afastou de Vesta, o segundo maior habitante do cinturão de asteroides.

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A chegada de Dawn a Ceres deve ser um assunto relativamente discreto, tanto quanto grandes momentos do voo; a sonda emprega motores iônicos super eficientes, de baixo impulso e está se aproximando do planeta anão muito lentamente.

“Temos utilizado o sistema de propulsão iônica por um longo tempo gradualmente para reformular a órbita da sonda Dwan em torno do sol para que ele correspondesse a órbita Ceres ‘”, disse o diretor da Missão Dawn e engenheiro-chefe,  Marc Rayman, que é baseado no Jet Propulsion Laboratory da NASA em Pasadena , Califórnia.

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Marc Rayman

O princípio consiste em “deixar a nave espacial se aproximar de Ceres para que ele chega perto o suficiente, e estar viajando devagar o suficiente em relação ao Ceres, e deixar que a gravidade Ceres “tome o controle delicadamente da sonda”, disse Rayman no final de janeiro.

Então,não precisa roer as unhas, pois não passaremos pela experiência do “Faça ou quebre” na próxima quinta-feira à noite.

A missão Dawn de US$ 466 milhões, lançada em setembro de 2007 para estudar Vesta e Ceres, que possuem 330 milhas (530 km) e 590 milhas (950 quilômetros) de largura, respectivamente. As observações da Dawn deste, chamados blocos de construção planetárias deve lançar luz sobre o processo de formação planetária e as condições existentes durante os primeiros dias do sistema solar, disse a NASA.

A sonda Dawn orbitou Vesta a partir de julho de 2011 até setembro de 2012. Se tudo correr conforme o planejado, na quinta-feira à noite, a sonda será a primeira nave espacial a orbitar dois corpos celestes além do sistema Terra-Lua.

Dawn, passará cerca de seis semanas em espiral descendente a sua primeira órbita, que a sonda vai chegar em 23 de abril. a observações de Ceres terão inicio a sério nesse ponto e prosseguirá até 30 de junho de 2016, quando a missão está prevista para terminar.

Giuseppe Piazzi
Giuseppe Piazzi

Ceres é um objeto pouco conhecido que foi descoberto pelo astrônomo italiano Giuseppe Piazzi  em 1801. É o único planeta anão no cinturão de asteroides que contém cerca de 30% da massa total do cinto.

Ceres é pensado como possuidor de uma grande quantidade de água, principalmente na forma de gelo no subsolo. Alguns cientistas acreditam que o planeta anão pode até abrigar lagos ou oceanos de água líquida sob a superfície, aumentando a possibilidade de que Ceres ser capaz de suportar a vida como a conhecemos.

Dawn não está equipada para procurar sinais de vida. Mas a sonda vai dar aos pesquisadores seus primeiros looks de perto a Ceres, trazendo o mundo intrigante em foco muito mais claro.

Chris Russell no veiculo de lançamento da Dawn
Chris Russell no veiculo de lançamento da Dawn

Isso na realidade já está acontecendo, de fato: Novas fotos da Dawn revelaram novas informações sobre as misteriosas manchas brilhantes de Ceres ‘, que os membros da equipe missão pretende investigar mais a partir da órbita.

“Nós já sabíamos através das imagens do Telescópio Espacial Hubble que havia regiões brilhantes em Ceres. No entanto, as imagens dos pontos brilhantes, tiradas mais de 180 milhões de quilômetros de distância, parecem ser grande,” disse o investigador principal Chris Russell da Dawn, da UCLA, em uma indicação na ultima sexta-feira (27 de fevereiro).

Misteriosos pontos luminosos de Ceres
Misteriosos pontos luminosos de Ceres

“A medida que a Dawn chegou mais perto de Ceres, os pontos brilhantes tornaram-se mais brilhante e menores. Na verdade, eles são muito mais brilhantes do que a paisagem circundante e ainda não foi resolvido em nossas imagens”,

acrescentou Russell.

“O ponto de origem devem ser muito pequenos.”

Os pontos brilhantes são, assim, aparentemente produzidos por um fenômeno que funciona em uma escala muito menor do que em muitas crateras de Ceres.’

“E desde que eu não tenho a menor ideia do que se trata, estou perplexo”, disse Russell.

Missão da Nasa envia imagens inéditas de Plutão com uma de suas luas

in NASA/New Horizons/News/Planetas/Plutão by

A sonda robótica New Horizons, da Nasa, enviou as primeiras imagens de Plutão e sua lua gigante, Charon.

São as primeiras fotos enviadas desde que a missão da Nasa começou sua contagem regressiva para chegar perto do planeta anão em julho.
Plutão e seu satélite aparecem como manchas brancas nas fotos, que foram tiradas de uma distância de 200 milhões de quilômetros.
Mas em maio, a missão New Horizons deverá enviar fotos melhores do planeta anão – que está a 5 bilhões de quilômetros da Terra.

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Previsão é de que missão New Horizons chegue a Plutão em julho

 

Por enquanto, não há muitas descobertas ou conclusões científicas que possam ser feitas com essas fotos iniciais.
A principal utilidade das imagens é garantir que a sonda esteja alinhada corretamente para o encontro histórico marcado para pouco mais de cinco meses, quando a sonda chegará perto de Plutão.
Os controladores da missão agora conduzirão uma série de pesquisas óticas de navegação. Eles querem garantir que a New Horizons não esteja indo, por engano, na direção de algum detrito próximo ao sistema de Plutão – especialmente, quando a sonda viaja a 13 km/s.

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Plutão e a lua são apenas as manchas brancas registradas pela sonda a 200 milhões de km do planeta anão

 

Fotos

A Nasa divulgou as fotos de Plutão justamente no 109º aniversário de Clyde Tombaugh, que descobriu o distante mundo gelado em 1930.

O astrônomo americano morreu em 1997, mas sua filha, Annette Tombaugh, comentou: “Meu pai ficaria encantado com a New Horizons”.

“Ver de verdade o planeta que ele descobriu e descobrir mais sobre ele, ver as luas de Plutão….ele ficaria realmente muito surpreso.”

“Tenho certeza que teria significado muito para ele se estivesse vivo hoje.”

Acredita-se que Plutão tenha cinco luas. Nas novas imagens divulgadas pela Nasa, apenas Charon, uma das maiores, aparece em um décicmo de segundo de exposição.

Exposições mais longas captadas ao longo do tempo devem revelar outros satélites de Plutão.

A imagem dessa página foi tirada por um dos principais telescópios da missão New Horizons, o New Horizons’ Long-Range Reconnaussance Imager (LORRI). Em uma aproximação maior a Plutão, que deverá ocorrer em 14 de julho, segundo as previsões, ele será capaz de captar detalhes da superfície do planeta de menos de 100 m por pixel.

Plutão é o último dos “nove planetas clássicos” visitados por uma nave espacial. Em 2006, ele foi reclassificado como “planeta anão” pela União Astronômica Internacional. Esses “pequenos mundos” são a classe mais numerosa de planetas no sistema solar.

NASA – FOTO REVELA OBJETO ESTRANHO E NÃO NATURAL EM MARTE

in Marte by

Esta foto foi tirada em Marte 11 de novembro de 2014. Isso mostra claramente um objeto que não é natural e está completamente fora de lugar.

Veja abaixo o objeto ampliado
 Parece ser extremamente suave e uma extremidade que parece ter uma pequena abertura do tipo cilíndrica tubular. Seja o que for, é evidente que não foi feito pela natureza.
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