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Estruturas na Lua

Mistérios apoiam cada vez mais a “Teoria Moon Hollow” (Lua Oca)

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Vários livros de ficção científica do início do século 20, incluindo HG Wells “Os Primeiros Homens na Lua”, descrevem lugar dentro de uma Lua oca habitada por alienígenas. Em 1970, dois cientistas soviéticos levaram esta premissa caprichosa aparentemente um pouco mais longe, propondo que a lua é na verdade uma nave alienígena construída por extraterrestres com inteligência e tecnologia superior. De acordo com os astrônomos, a lua embora reconhecidamente enigmática, tanto quanto corpos celestes não poderiam manter sua massa e campo gravitacional se lhe faltasse um núcleo denso.

A Teoria da Lua ser uma Nave Espacial, também conhecida como a Teoria Vasin-Shcherbakov, é uma teoria que afirma que a lua da Terra pode realmente ser uma nave alienígena. A teoria foi colocada por dois membros da então Academia Soviética de Ciências, Michael Vasin e Alexander Shcherbakov, em julho 1970 em artigo intitulado “A Lua é a criação de inteligência alienígena?”. A tese de Vasin e Shcherbakov sustentava que a Lua seria um planetoide oco criado por seres desconhecidos com tecnologia muito superior a qualquer outra na Terra. Máquinas enormes teria sido usadas para derreter rochas e formar grandes cavidades no interior da Lua, com a lava derretida resultante sendo expelidas na superfície da Lua. A Lua, portanto, consiste em um revestimento interno com um casco semelhante e uma camada externa feita a partir de residuos rochoso metálico. Por razões desconhecidas, a “Spaceship Moon” foi, então, colocado em órbita em torno da Terra. Sua teoria baseia-se fortemente sobre a sugestão de que as grandes crateras lunares, geralmente formadas a partir do impacto de dceb44270e213c651bfc332fc882d5ee_vice_630x420meteoros, são, geralmente, muito rasas e tem fundos planos ou mesmo convexos. Crateras pequenas têm uma profundidade proporcional ao seu diâmetro, mas crateras maiores não são mais profundas. Teoriza-se que pequenos meteoros estão fazendo uma depressão em forma de taça na superfície rochosa da lua enquanto os meteoros maiores estão a perfurar uma camada rochosa de cinco milhas de espessura e batendo em um casco de alta resistência ” logo abaixo. Além disso, os autores notaram que o material da superfície da lua é substancialmente composto por diversos elementos (crómio, titânio e zircónio) a partir da superfície da Terra. Eles também observam que algumas rochas lunares são mais velhas do que as rochas mais antigas da Terra. Eles postulam que a lua compreende uma camada exterior rochosa com poucos quilômetros de espessura que cobre um casco forte talvez 20 quilômetros de espessura e logo abaixo há um vazio, possivelmente contendo uma atmosfera. Em 1975, Don Wilson publicou Our Mysterious Spaceship Moon em que ele compilou o que ele considerava apoiar fatos para esta teoria. Em 1976, George H Leonard publicou Someone else is on the Moon no qual ele reimprimiu inúmeras fotografias da NASA feitas na superfície lunar e sugeriu que as máquinas em grande escala eram visível nestas imagens. Os leitores em geral, não foram capazes de ver esses artefatos.

“Será a Lua uma nave espacial oca enviada para orbitar a nossa Terra num passado pré-histórico?” — Don Wilson, A nossa misteriosa nave espacial Lua.

As críticas

Suniti Karunatillake da Universidade de Cornell sugere que há pelo menos duas maneiras para determinar a distribuição da massa dentro de um corpo. Uma envolve momento de inércia de parâmetros, o outro envolve observações sísmicas.

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Karen Masters – University of Portsmouth

 

No caso do primeiro, Karunatillake salienta que, “Um dos parâmetros, o momento de inércia polar normalizada, é 0,393 +/- 0,001, o que é muito próximo daquele de um objecto sólido comdensidade radialmente constante (0,4 ; para comparação, o valor da Terra é de 0,33). Quanto a este último, ele observa que a lua é o único corpo planetário além da Terra no qual extensas observações sísmicas foram feitas. Essas observações têm constrangido a espessura da crosta da lua, manto e núcleo, o que sugere que não poderia ser oca. Karen Masters – University of Portsmouth sugere igualmente que, com base no comportamento de objetos que interagem com o campo gravitacional da Lua, podemos determinar a massa da Lua. Dada a dimensão observável da Lua, podemos calcular a densidade, que rejeita fortemente a noção de que a Lua poderia ser oco.

Mistérios

1° mistério lunar: um grande satélite, um pequeno planeta

Comparado a outros planetas no nosso sistema solar, tanto a nível da órbita como de tamanho, a nossa Lua pode ser considerada bastante incomum. Outros planetas obviamente também têm luas. Com campos gravitacionais mais fracos Mercúrio, Vênus e Plutão não têm. No entanto, no caso da Terra, que possui um tamanho similar, a sua lua tem um quarto do tamanho do planeta. Comparando este caso com o tamanho imenso de Júpiter ou Saturno que têm pequenos satélites (as luas de Júpiter têm um tamanho aproximado de 1/80 do planeta), em comparação a nossa Lua, aparenta ser uma ocorrência cósmica rara.

Outro detalhe interessante é a distância da Lua até a Terra, perto o suficiente para que a Lua tenha aparentemente o mesmo tamanho do Sol. Esta curiosa coincidência é mais aparente durante os eclipses solares em que a lua tapa totalmente o Sol.

Finalmente, com uma órbita quase perfeitamente circular, a Lua não se comporta como outros satélites que tendem a uma rota mais elíptica.

2° mistério lunar: curvatura improvável

O centro gravitacional da Lua está 6000 pés mais perto da Terra do que o seu centro geométrico. Com uma discrepância tão significativa, os cientistas continuam sem ser capazes de explicar como a Lua consegue manter-se na sua órbita perfeita sem vacilar.

3° mistério lunar: crateras

Pense em fotos que ilustram a superfície da Lua e com certeza irá imaginar um mundo marcado por crateras. A vasta maioria dos corpos espaciais que se dirigem para a superfície da Terra são completamente disolvidos ou significativamente diminuídos devido a vários quilômetros de atmosfera protetora. Sem tal atmosfera, a Lua não possui tal proteção. Contudo quando consideramos a profundidade destas crateras em comparação com o seu diâmetro, isso sugere que a Lua possui material extremamente resistente que previne uma penetração mais profunda. Inclusive crateras com mais de 290 km de diâmetro e que não ultrapassam as 6,5 km de profundidade. Se a Lua fosse meramente um pedaço de rocha homogêneo, estima-se que teoricamente deveriam existir crateras pelo menos quatro a cinco vezes mais profundas.

Vasin e Sherbakov propuseram que a crosta lunar talvez fosse feita de um esqueleto de titânio. De fato, foi verificado que a crosta lunar possui um nível extraordinariamente alto de titânio. A camada de titânio ronda os 32 km de profundidade, segundo estimativas da equipe russa.

4° oceanos lunares

Como se formaram os chamados oceanos lunares? Estas gigantescas extensões, que se acredita serem lava endurecida, surgiram a partir do interior da Lua, devido ao impacto de um meteorito. Enquanto esta teoria pode ser facilmente explicada no que diz respeito a um planeta quente ter um interior de lava, muitos afirmam que a Lua sempre foi um corpo frio.

5° mistério lunar: inconsistências gravitacionais

A atração gravitacional na Lua não é uniforme. A tripulação da Apolo VIII notou que o seu módulo muitas vezes afundava bruscamente quando voaram perto das áreas oceânicas da Lua. Neste locais, a gravidade parece misteriosamente ter maior influência.

6° mistério lunar: assimetria geográfica

No lado mais afastado da Lua (o lado que não pode ser visto da Terra) foram encontradas muitas crateras, montanhas e irregularidades geográficas. Contudo é na face visível da Lua que encontramos a grande maioria das zonas oceânicas. Por que é que 80 % das superfícies oceânicas podem ser encontradas no mesmo lado da Lua?

7° mistério lunar: densidade baixa

Acredita-se que densidade da nossa Lua possui apenas 60 % da densidade da Terra. Vários estudos demonstram o que muitos consideram como a inevitabilidade da Lua ser oca. Em 1982, no livro Moongate: Descobertas Suprimidas do Programa Espacial Americano, o engenheiro nuclear e pesquisador William L. Brian II escreve que evidências recolhidas durante as experiências sísmicas efetuadas no programa Apolo sugerem que “a Lua é oca e relativamente rígida”. Adicionalmente, muitos cientistas foram ousados ao ponto de sugerir que tal característica foi criada artificialmente. De fato, de acordo com a posição das camadas superficiais que foram possíveis de identificar, cientistas declararam que a Lua parece ter sido formada “do avesso”, um argumento utilizado por aqueles que acreditam na hipótese da construção artificial.

8° mistério lunar: outra teoria sobre a origem

No século passado, existiam três teorias principais sobre a origem da Lua. Uma propunha que a Lua na realidade era originalmente uma parte da Terra que se soltou. Outra teoria propunha que a Lua teria se formado ao mesmo tempo que a Terra, emergindo assim da  mesma nébula primordial. Contudo estas hipóteses falharam em justificar as incríveis diferenças na natureza dos dois corpos. A terceira teoria propõe que durante as suas perambulações pelo espaço, a Lua terá sido atraída pela Terra e ficado retida em sua órbita. Os problemas desta teoria encontram-se nas circunstâncias acima referidas: a órbita quase perfeitamente circular e cíclica da Lua e o seu tamanho relativamente grande. Nos casos em que um satélite é capturado por um planeta, seria de se esperar que tivesse uma órbita mais excêntrica ou pelo menos elíptica. Outro problema com essas três teorias é a incapacidade de justificarem o grande momento angular entre Lua e Terra.

A quarta explicação detalhada neste artigo é provavelmente a mais incrível de todas, mas pode explicar as várias anomalias que a Lua apresenta, uma vez que um satélite construído por seres inteligentes não está sujeita às mesmas considerações que seriam de se esperar no caso de corpos criados por um processo aleatório há biliões de anos atrás. De fato, muitos cientistas já aceitam esta teoria como sendo tão válida como as outras.

“Quando me deparei com esta chocante teoria soviética, revelando a verdadeira natureza da Lua, fiquei estarrecido. A princípio, considerei inacreditável e naturalmente a rejeitei. Depois, à medida que informações científicas das expedições Apolo trouxeram mais fatos que apoiavam a teoria soviética, compreendi que realmente não havia como rejeitar esta teoria”, escreve Don Wilson no prólogo do seu livro que explora a teoria do satélite artificial “A nossa misteriosa nave espacial Lua”.

Mas se a Lua realmente é artificial, qual o propósito de sua construção e quem a construiu?

Terá sido construída somente para brilhar à noite no céu ou tem outros desígnios?

O seu campo afeta as marés, os ciclos menstruais das mulheres e alguns acreditam que afeta até o nosso estado mental. Tendo se tornado parte integrante da vida na Terra, é difícil imaginar o nosso mundo sem a Lua. Contudo, é possível que a humanidade em algum momento no passado possa ter vivido sem a Lua.

Uma Usina de Energia Alien na Lua ou apenas testes secretos da NASA com o Campo Magnético lunar?

in Apollo 16/Estruturas na Lua/Lua/Misterios/NASA/News/Projetos Secretos by

Uma usina de energia alienígena foi supostamente localizada em uma das fotos da nossa lua, tiradas pela missão Apollo 16. A foto foi tirada em 21 de abril de 1972.

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A Apollo 16 foi a quinta missão tripulada a pousar na Lua, a primeira a pousar numa região montanhosa do satélite e a décima do Programa Apollo. Foi uma das missões que utilizou o jipe lunar e a primeira a colocar um pequeno satélite em órbita lunar, carregado de experimentos científicos dedicados ao estudo das partículas solares e do campo magnético da Lua.

 

 

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Esq. p/ dir: Mattingly, Young e Duke

 

 

 

A tripulação contou com o astronauta ‘Ken’ Mattingly, escalado para participar da acidentada missão Apollo 13 mas que dela não participou por motivos médicos, depois considerados infundados.

 

 

A imagem da suposta fonte de energia, encontrada em meio as fotos oficias da missão Apollo 16, mostra claramente, em detalhes, uma estrutura que, que na opinião de muitos entusiastas do assunto UFO, seria de uma usina de energia de algum tipo. Qualquer que seja o objeto, parece estar gerando ou atraindo uma nuvem de energia pura.

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A Foto mostra nitidamente algum tipo de energia sendo emanada ou drenada da fonte de energia

 

A imagem acima mostra o que seria a “Usina de Energia”, não pode-se determinar o fluxo da energia, porém, podemos ver que há pequenos fluxos que lembram muito Arcos Voltaicos e ao centro um grande fluxo que se destaca. Não é possível também determinar o tamanho e a extensão desta anomalia.

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Entusiastas UFOS alegam que seria um ponto de reabastecimento para naves alienígenas, onde poderiam extrair a energia diretamente da plataforma energizada, mais ou menos parecido como carregamos alguns modelos de celular que são colocados sobre uma base de carregamento, evitando assim o incomodo dos fios normais.

Céticos alegam que poderiam ser testes secretos da própria NASA, pois como mencionamos no incio do artigo, um dos objetivos da missão da Apollo 16 era efetuar experimentos científicos dedicados ao estudo das partículas solares e do campo magnético da Lua, portanto, fica a dúvida que deixa em aberto todas as possibilidades de mentes criativas criaram suas teorias.

Não temos maiores informações sobre o fato e nenhuma declaração da NASA a respeito, porém o mistério continua.

Objeto em foto tirada por Buzz Aldrin de Neil Armstrong na Lua, Apollo 11, julho 1969, pode confirmar a presença de OVNIS na LUA.

in Apollo 11/Apollo 12/Avistamentos/Casos Desvendados/Estruturas na Lua/Lua/Missões/NASA/News/OVNIS/UFOS/Videos by

Analisando fotos antigas da Apollo 11, fotos liberadas pela NASA em HD, uma delas me chamou a atenção, uma das fotos tiradas por Buzz Aldrin e por mais interessante que possa ser, é única fotografia clara de Neil Armstrong na Lua, a Apollo 11, julho 1969.

Ao fundo, do lado esquerdo, é possível observar um objeto luminoso no horizonte.

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Ampliando a imagem, conseguimos ver do que se trata. Seria uma das naves alienígenas “Observadoras” relatadas por várias astronautas?

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Sim, trata-se de um objeto e não de um reflexo ou poeira na lente, pois os Pixels estão alinhados de acordo com a profundidade do objeto na foto.

Foi então que me veio a lembrança de todos o mistérios que envolveram as missões da Apollo 11 e 12 à lua.

Lembram das comunicações de rádio captadas por centenas de radioamadores no mundo todo naquele 20 de julho de 1969?

“Esses ‘bebês’ são enormes. Enormes! Vocês não acreditariam nisso. Estou lhes dizendo que há outras espaçonaves lá fora e elas estão alinhadas na borda de uma cratera. Estão na Lua nos esperando!” Estas palavras, ditas por Neil Armstrong ao pousar no solo lunar.”

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Objeto fotografado próximo à superficie lunar, enquanto acompanhava atentamente os movimentos dos astronautas da Apollo 12. A foto está registrada na NASA sob o N° AS-12-51-8553

Mas não fomos os primeiros nem os únicos a fazer isso. Ainda assim, mesmo com várias fotografias de objetos voadores não identificados tiradas na superfície lunar e próximas à ela, a NASA continua negando o fato à Humanidade.

De acordo com relatos não oficiais, tanto de Armstrong quanto Michael e Aldrin viram UFOs logo após a alunissagem. Timothy Good, autor do livro Above Top Secret, relata que um astronauta chegou a confidenciar ter visto uma luz misteriosa perto de uma cratera lunar. Maurice Chatelain, ex-especialista de comunicações da NASA e responsável pelo treino dos homens que foram ao espaço, afirmava que Armstrong viu dois UFOs. Entretanto, coube aos cientistas soviéticos falarem abertamente sobre o incidente, dizendo que o astronauta norte-americano confirmara que de fato dois enormes objetos observavam a Apollo 11 no momento da aterrissagem. A agência espacial norte-americana correu para desmentir os soviéticos e sua mensagem foi censurada. O porta-voz do órgão à época, John McLeaish, negou o fato, mas admitiu que a transmissão de voz de Armstrong demorava um pouco para chegar à Terra devido a um processo eletrônico.

Já Chatelain afirmou que as transmissões da Apollo 11 eram interrompidas várias vezes para que a NASA tivesse condições de esconder as notícias do público, censurando as falas. Disse também que os astronautas tinham um código secreto para informar ao controle da missão quando avistavam algo incomum. O cientista garantiu ainda que os vôos da Apollo e os da Gemini foram todos seguidos por UFOs, muitas vezes bem próximos. “A idéia de que a NASA estaria escondendo algo do público é absurda. Não somente dúzias de astronautas teriam que jurar não divulgar nada, mas centenas de engenheiros, técnicos, secretários,” explica Paul Lowman, ex-chefe do Centro Espacial Goddard, da NASA, encarregado de apagar o fogo ateado por Chatelain e outros descontentes com o sigilo. Mas o que acontece realmente é que nem todas as comunicações entre os astronautas e o controle da missão foram conhecidas do público.

O UFOsFacts já publicou várias matérias sobre este assunto e em uma delas, ASTRONAUTAS DA APOLO 11 CONFIRMAM TER PRESENCIADO UFOS OBSERVANDO SUA MISSÃO [VIDEO]o próprio Edwin Aldrin, integrante da missão Apolo 11, que levou o homem à Lua pela primeira vez, concedeu a seguinte declaração:

“Havia algo do lado de fora, próximo o bastante para ser observado…o que poderia ser”?

Ele disse também que na época os astronautas fizeram um pacto de não reportar o testemunho com medo de receberem instruções para fazer contato.

Edgar Mitchell

Por outro lado, Edgar Mitchell, integrante da missão Apolo 14, de 1971, disse que, depois de ir ao espaço, teve certeza de que somos observados por alienígenas.

“Não sei quantos ou como atuam, mas estou seguro de que estão nos observando; vimos naves o tempo inteiro”.

Mitchell ressaltou que a NASA possui diversos relatos dos integrantes da missão Apolo 11 sobre esse tipo de acontecimento.
Entre os relatos, o de Neil Armstrong impressiona:

“As naves eram imensas… Não podíamos acreditar. Fomos advertidos para nos afastar”,

teria declarado o astronauta. Tempos depois, o próprio Armstrong voltou ao assunto:

“Não posso entrar em detalhes, exceto para dizer que essas naves eram muito superiores às nossas, tanto em tamanho como em tecnologia. Eram grandes e ameaçadoras”.

Apesar dos depoimentos, a NASA, oficialmente, desmente qualquer encontro com supostos alienígenas ou outras espaçonaves. No entanto, quem fez a viagem foram os astronautas…

Veja a Baixo a gravação original censurada pela NASA.

 

 

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