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CASO ROSWELL NÃO FOI ALIENÍGENA E SIM NAZISTA, SEGUNDO DOCUMENTÁRIO ALEMÃO

Um documentário de uma TV alemã exibido na ultima na quarta-feira afirma que o misterioso OVNI de Roswell nos EUA quase a 70 anos atrás, foi o resultado de experimentos com a tecnologia  ultra-secreta de foguetes nazistas.
Um documentário alemão afirma que o “Incidente Roswell” foi o resultado
da tecnologia de foguetes nazista [DISCOVERY CHANNEL]
O Incidente de Roswell foi relatado em 08 de julho de 1947, na cidade de mesmo nome, no Novo México. 

Inicialmente pensavam ser o pouso de um disco voador (OVNI), mas as autoridades militares disseram mais tarde que era um balão meteorológico abatido, mas segundo os teóricos da conspiração ao longo dos anos, sempre insistiram em que os militares estariam encobrindo uma visitação alienígena.

Mas agora um documentário intitulado “UFOs no Terceiro Reich ‘afirma que o incidente estava relacionado com o teste do’ Bell,” um avião cor de cobre com três metros de diâmetro, cujo núcleo era uma unidade de propulsão futurista usando partículas elétricas.
O documentário exibido no canal N24 afirma que a nave foi o precursora do caça stealth de hoje e foi elaborada por dezenas de especialistas de foguetes V2 que foram para a América do Norte no final da guerra para dar os EUA a vantagem sobre a União Soviética em tecnologia de foguetes.
Modelo de Foguete V2.
Um deles foi supostamente um assassino em massa da SS nazista, Hans Kammler era chefe geral de projetos de construção e defesa do Terceiro Reich e, como tal, das planejadas fábricas de trabalhos forçados em Auschwitz e das fabricas dos secretos foguete V-2 secretos dentro da Alemanha.
O documentário alemão baseia-se em uma vasta riqueza de material de arquivo. Um dos especialistas é Igor Witkowski, um ex-jornalista e historiador polonês de tecnologia militar e aeroespacial. 
Em seu livro, “Prawda O Wunderwaffe” em 2000, ele escreveu extensivamente sobre a “nave em forma de sino”, que estava sendo criado pelos nazistas, e que Hitler queria os melhores cientistas e engenheiros à sua disposição.
Engenheiro alemão Georg Klein afirmou que tais projetos foram desenvolvidos durante o Terceiro Reich. 
Klein, que passou a ter uma carreira pós-guerra destacou-se como um engenheiro aeronáutico, disse; “Eu não me considero um maluco ou alguém excêntrico ou dado a fantasias.
“Isso é o que eu vi, com meus próprios olhos; um UFO nazista.” 
Tripulações dos bombardeiros britânicos e americanos, que voavam livre nos céus da Alemanha no final da guerra para entregar suas cargas letais, também há relatos de avistamentos estranhos sobre o território inimigo, durante os interrogatórios após a volta para suas bases,  agora tudo indicando ser vôos de teste do Sino . 
O programa explora a possibilidade de que o Incidente Roswell possa ter sido a queda de uma outra versão do disco voador nazista conhecido como modelo de Schriever-Habermohl. 
DESIGN do disco de SCHRIEVER-HABERMOHL.
Rudolf Schriever
Rudolf Schriever foi um engenheiro e piloto de testes, Otto Habermohl um engenheiro. 
Este projeto foi centrado em Praga entre 1941 e 1943, mas os planos para ele foram levados para a América no final da guerra.
Inicialmente um projeto Luftwaffe, ele finalmente caiu sob os auspícios do ministro de armamentos Albert Speer antes de ser tomado em definitivo em 1944 por Kammler.
Testemunhas capturados pelos Aliados após a WW2 afirmaram ter visto o disco produzido em Praga voar em várias ocasiões. 

As alegações de Witkowski e as especulações de Cook geraram mais conjecturas sobre a máquina. Escritores como Jim Marrs, Henry Stevens e Joseph P. Farrell incluíram o Sino em suas obras. Segundo Farrell, o dispositivo era tão importante para os nazistas que eles assassinaram 60 cientistas que trabalharam no projeto e os enterraram numa cova coletiva. O General Sporrenberg foi encarregado dos assassinatos e, posteriormente, foi levado à corte polonesa de crimes de guerra por assassinar seu próprio pessoal no que se tornaria território polonês – e é através de seu depoimento que hoje sabemos sobre o Sino.

No livro “Armas, Ciência e Tecnologia Suprimidas e Ainda Secretas de Hitler” (“Hitler’s Suppressed and Still-Secret Weapons, Science and Technology”), de 2007, Stevens especula que o Sino continha mercúrio vermelho e descreve histórias alegando que um espelho côncavo no topo do dispositivo permitia a visão de “imagens do passado” durante sua operação.

Witkowski especulou que o Sino foi parar numa “nação sul-americana amigável aos nazistas”. Para Cook, a máquina foi para os Estados Unidos como parte de um acordo com o General Hans Kammler, da SS. Para Farrell, o Sino foi recuperado por militares próximo a Kecksburg, EUA. Também há quem acredite que os nazistas o destruíram pouco antes do fim da II Guerra a fim de evitar que os Aliados o encontrassem e dominassem sua tecnologia. Exploraremos estas possibilidades mais adiante. Vamos, por enquanto estudar os efeitos de operação e objetivos do Sino.
Quando era operado, era acionado por apenas um ou dois minutos por consumir muita energia e pelos efeitos eletromagnéticos e radioativos. Vários cientistas morreram em sua primeira operação. Em testes subsequentes, plantas e animais como ratos foram expostos ao Sino e se decompuseram em forma de uma gosma escura sem apresentar a putrefação normal em questão de minutos ou horas após a exposição.
Durante os testes, o Sino emitia um brilho azul e o pessoal era mantido de a 150 ou 200 metros do Sino, protegidos por toneladas de rochas. Os técnicos mais próximos disseram sentir um gosto metálico na boca enquanto o aparelho estava ligado. A câmara na qual o dispositivo era testado era revestida com blocos de cerâmica e camadas de borracha. A borracha era retirada e queimada após cada teste e a câmara era lavada com salmoura por prisioneiros de campos de concentração próximos.

A rotação do objeto, o Xerum 525 e os efeitos de campo sugerem que os alemães pesquisavam as propriedades inerciais e de vórtice de material radioativo sujeito a rotação de alta velocidade.

É possível que esta rotação fosse causada pela passagem de corrente – por isso o consumo tão alto de energia elétrica – mas a possibilidade de rotação mecânica não deve ser excluída por conta disso, já que os progressos alemães em turbinas a jato e centrífugas de urânio teriam dado a eles a experiência para construir turbinas de altíssima velocidade para girar o material de estudo. Neste sentido, é possível que o Sino não passasse de duas turbinas de altíssima velocidade que cujos sentidos de rotação eram contrários – algum tipo de turbina eletromecânica de altíssima velocidade, talvez uma ramificação do desenvolvimento de tecnologia de centrífugas alemãs.
O armazenamento do dispositivo numa câmara subterrânea de 30 m² revestida com blocos de cerâmica e camadas de borracha sugere que ele emitia grande calor e efeitos de campo eletromagnéticos e eletrostáticos extremamente fortes quando operado. O relato de gosto metálico na boca dos poucos que sobreviveram também dá força à teoria. O decaimento rápido sem putrefação aparente de material orgânico em seu campo de influência sugere efeitos que alguns associariam a ondas escalares.
“Uma substância cristalina se formava dentro dos tecidos, destruindo-os a partir de dentro; líquidos, incluindo sangue, viravam uma geleia e se separavam em frações claramente destiladas”, contou Sporrenberg. “Pessoas no programa também sofriam de problemas para dormir, perda de memória e equilíbrio, espasmos musculares e um gosto ruim permanente na boca.” As plantas perdiam toda a clorofila e ficavam brancas. Poucas horas depois, morriam.
Melhorias de equipamento tornaram o Sino menos letal. Mas, apesar da roupa protetora, cinco dos sete cientistas envolvidos posteriormente morreram com sintomas mencionados acima.
E o que era o Xerum 525? À primeira vista, parece ser algum isótopo radioativo de mercúrio ou uma substância radioativa numa solução química. Vale notar que um estranho óxido de mercúrio conhecido como “mercúrio vermelho” pode ter grandes propriedades de emissão de nêutrons quando sujeito a estresse explosivo repentino, podendo ser uma maneira sem fissão de iniciar as enormes reações de fusão de bombas de hidrogênio, além de ser capaz, por conta própria, de explosões de fissão de poucos kilotons. Talvez os nazistas tenham tropeçado numa substância similar durante a guerra.
“Henge” Em agosto de 2005, o investigador alemão e oficial de pessoal da GAF Gerold Schelm visitou o “Henge” e divulgou suas descobertas três meses depois. Ele acredita ter desacreditado esta parte da história, demostrando uma estrutura similar foi descoberta na cidade polonesa de Siechnice, tratando-se apenas da estrutura de uma torre de refrigeração. Ele até mostrou uma imagem da torre completa para comparação.
“As semelhanças entre a estrutura de concreto conhecida como ‘The Henge’ e a estrutura de base desta torre em Siechnice são óbvias. Apesar do número de colunas não ser o mesmo (2 em Siechnice e 11 em Ludwikowice), estou certo de que até suas dimensões são quase as mesmas. As características de construção são exatamente as mesmas, levando à presunção de que a torre de refrigeração e ‘The Henge’ foram construídos usando os mesmos planos, talvez até a mesma empresa de construção. Não tive sorte em descobrir quando a torre de refrigeração em Sciechnice foi erguida, mas está em condições muito boas e acho que foi construída após a II Guerra Mundial, talvez nos anos 60 ou 70″, declarou Schelm.
Witkowski indicou a Cook alguns parafusos metálicos visíveis sobre o topo da estrutura acima de cada coluna. Witkowski concluiu que tais parafusos absorveram a força física de um aparato pesado que estava no centro da estrutura – possivelmente, o Sino.

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