Asteroide gigante passará de raspão a Terra nesta noite de Natal

in Asteroides/NASA/News by

A Nasa informou que um asteroide gigante irá passar perto da Terra nesta quinta-feira (24), véspera de Natal. A rocha espacial, cuja forma pode ser comparada a de um pedaço de frango empanado, irá abordar a Terra no dia 24 de dezembro e retornará em novembro de 2018.

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Conhecido como 163899 ou 2003 SD220, o asteroide passará pelo nosso planeta a 8 km/s. Segundo dados coletados pelo Observatório Arecibo da agência espacial, o objeto rochoso tem dois quilômetros de diâmetro.

Em uma publicação em sua conta no Twitter, o Radar Arecibo revelou fotos de 2003 do asteroide:

Apesar do tamanho do SD220, os habitantes da Terra não precisam se preocupar. O asteroide irá “voar” a uma distância segura de 10,7 milhões de quilômetros do planeta – ou seja, cerca de 28 vezes a distância entre a Terra e a Lua.

Devido à distância, não será possível visualizar o asteroide a olho nu ou, até mesmo, através de um telescópio. “Apenas astrônomos profissionais conseguirão capturar imagens ópticas desta rocha espacial”, escreveu o astrônomo Eddie Irizarry no site EarthSky.

A Nasa disse em um comunicado que planeja fazer observações de radar do SD220. Com isso, a agência espacial pretende obter imagens mais precisas do tamanho, rotação, forma e outras características do asteroide.
Dois eventos astronômicos no dia

Além da passagem do asteroide, outro evento astronômico irá ocorrer na véspera do Natal. Pela primeira vez desde 1977, os habitantes da Terra poderão ver a Lua cheia na noite de Natal.

Segundo a Nasa, o pico da Lua cheia no dia do Natal será às 6h11 no horário de Nova York, 9h11 pelo horário de Brasília. A agência espacial ainda informa que o evento deverá ocorrer novamente apenas em 2034.

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A Nasa pediu a todos que olhem para o fenômeno e pensem na sonda de reconhecimento lunar (LRO), que está investigando a superfície da Lua desde 2009.

“Quando olhamos para a Lua em tal ocasião, vale a pena lembrar que ela é mais do que apenas um vizinho celestial,” John Keller do Goddard Space Flight Center da NASA, em um comunicado. “A história geológica da Lua e da Terra estão intimamente ligadas de tal forma que a Terra seria um planeta drasticamente diferente sem a Lua”.

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