A última chuva de meteoros de 2014 poderá ser vista na madrugada deste domingo (14)

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A última chuva de meteoros do ano, denominada Geminídeas poderá ser vista na madrugada deste domingo (14) a olho e nu e deve ser uma das mais brilhantes do ano, pois, a lua se encontra em sua fase minguante e sua luminosidade não deve interferir no espetáculo.
A Geminídeas na verdade são pedaços do 3.200 Phaeton que antes era tido como uma asteroídes e agora sua classificação é de um comenta extinto. A Agência Espacial Norte Americana (NASA), afirmou que o 3.200 Phaethon é apenas o esqueleto rochoso de um cometa, que perdeu o gelo devido aos vários encontros com o sol.
Configuração do céu no dia 14 de dezembro de 2014 à 1h30min
Essa chuva de meteoros é vista todos anos entre os dias 4 e 17 de dezembro, quando a Terra entra na corrente de detritos do cometa extinto. Justamente nesse momento que os meteoros entram na atmosfera terrestre, é que o espetáculo de luzes começa. A chuva de meteoros em seu pico alcança a velocidade de 120 meteoros por hora.
Ainda conforme o que foi publicado, a chuva da madrugada deste domingo (14) recebeu o nome de Gêmeos, pois, virá da constelação de Gêmeos e para ver o fenômeno, os observadores deverão estar atentos também nas condições climáticas de sua região; já que o fenômeno poderá ser visto a olho nu.
Durante o pico de atividade, sem a luz da nossa Lua a ofuscar os meteoros mais pequenos, prevê-se uma das melhores chuvas dos últimos anos e, provavelmente, a melhor “chuva de estrelas” deste ano. Lembramos que não é necessário material astronômico para observar uma chuva de meteoros, bastando um local escuro, alguma paciência e vontade de se deslumbrar. Se estiver interessado em observar este fenômeno em casa, basta que na noite de 13 para 14 de Dezembro, localize a constelação de Gémeos, mesmo ao lado da facilmente detectável constelação de Órion, virando o seu olhar para o horizonte sudeste.
Ilustração artística mostra o impacto no asteróide Pallas
que dá origem ao 3200 Phaethon. Crédito: B. E. Schmidt
and S. C. Radcliffe of UCLA.
Mas há algo muito curioso nas Geminídeas, como explica o astrônomo Bill Cooke, da NASA. Mais do que ser uma das melhores “chuvas de estrelas” para se observar, esta chuva parece escapar a uma explicação sólida para a sua origem.Durante o pico de atividade, sem a luz da nossa Lua a ofuscar os meteoros mais pequenos, prevê-se uma das melhores chuvas dos últimos anos e, provavelmente, a melhor “chuva de estrelas” deste ano. Lembramos que não é necessário material astronômico para observar uma chuva de meteoros, bastando um local escuro, alguma paciência e vontade de se deslumbrar. Se estiver interessado em observar este fenômeno em casa, basta que na noite de 13 para 14 de Dezembro, localize a constelação de Gémeos, mesmo ao lado da facilmente detectável constelação de Órion, virando o seu olhar para o horizonte sudeste.
Mas há algo muito curioso nas Geminídeas, como explica o astrônomo Bill Cooke, da NASA. Mais do que ser uma das melhores “chuvas de estrelas” para se observar, esta chuva parece escapar a uma explicação sólida para a sua origem.
A maioria das chuvas de meteoros resultam de fragmentos de cometas, os quais são atraídos para a atmosfera da Terra quando o nosso planeta cruza com eles durante a sua interminável órbita à volta do Sol. No entanto, as Geminídeas não são detritos de um cometa, tendo a sua provável origem num objecto rochoso com o nome 3200 Phaethon. Em 1983, este objecto rochoso foi descrito, pelo satélite IRAS da NASA, como um asteroide. Todos os dados indicavam esta definição: não tinha uma causa, a sua órbita intersectava a cintura de asteroides e a sua cor era muito semelhante aos restantes asteroides. Melhor, o 3200 Phaethon era tão similar ao asteroide Pallas, que provavelmente seria um fragmento de 5 km deste gigante de 544 km.
Após o parágrafo anterior, a origem das Geminídeas parece já determinada. Numa conclusão lógica, as Geminídeas seriam as poeiras resultantes da separação do fragmento 3200 Phaethon do enorme asteroide Pallas. Resposta dada? Nem por isso. Bill Cooke explica que ” de todos as correntes de detritos que a Terra encontra durante a sua órbita anual, a corrente das “Geminídeas” é de longe a mais massiva. Quando somamos a quantidade de poeiras da corrente Geminídea, esta ultrapassa o peso de todas as outras correntes num fator de 5 para 500″. Bem, como explicar que um pequeno asteroide que gera tão poucos detritos de poeira possa criar uma chuva de meteoros tão intensa?
Investigadores da NASA procuraram a resposta propondo outra teoria: tendo em conta que a órbita muito excêntrica do objecto 3200 Phaethon leva-o bem para o interior de Mercúrio, a cada 1,4 anos, a chuva poderá, então, não ser o resultado da sua separação do asteroide Pallas, mas de poeiras que este pequeno objecto liberta em resultado das explosões solares de que é vítima durante a sua aproximação ao Sol. Para confirmar esta hipótese, estes investigadores utilizaram as sondas STEREO da NASA, desenhadas para estudar a atividade solar.
Os dados das sondas STEREO, longe de ajudar, só complicaram uma possível explicação lógica para a chuva das Geminídeas. Realmente, o intenso calor do Sol obriga 3200 Phaethon a libertar poeiras, já que as rochas na superfície são alvo de deterioração, devido às fracturas térmicas e à decomposição de minerais hídricos. Apesar da surpresa de ver o pequeno asteroide aumentar o seu brilho num fator de dois, o encontro do 3200 Phaethon com o Sol, resultou apenas num pequeno acréscimo de 0.01%  de massa à corrente de detritos das Geminídeas, não chegando sequer ao mínimo necessário para manter a enorme corrente que constantemente encontramos nesta “chuva de estrelas”. Será que no seu início libertava mais detritos? Não sabemos.
O mistério das Geminídeas continua, assim, por explicar, mas a obscuridade da sua origem não afeta em nada a sua beleza. Até ao dia que os cientistas nos surpreendam com mais uma fantástica solução de um “mistério” científico, ficamos cá nós para aproveitar a esmagadora experiência que a física e a química liberta nos nossos sentidos.
No serão de 13 para 14, tire uns minutos para si, e aproveite o melhor que os céus têm para oferecer. Se tiver um céu nublado
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